STF Em publicação feita em inglês em seu perfil no X (antigo Twitter), o parlamentar listou as restrições determinadas pelo STF e atribuiu a decisão a um vídeo recente do pai em apoio a Donald Trump
FOTO: Mario Agra / Câmara dos Deputados / Antonio Augusto/STF

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou nesta sexta-feira (18) as medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em publicação feita em inglês em seu perfil no X (antigo Twitter), o parlamentar listou as restrições determinadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e atribuiu a decisão a um vídeo recente do pai em apoio a Donald Trump.
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“Alexandre de Moraes redobrou a aposta”, escreveu Eduardo, que está nos Estados Unidos, ao relacionar a manifestação de Bolsonaro em favor do ex-presidente norte-americano com a nova ofensiva da Polícia Federal no Brasil. No post, ele detalhou as medidas determinadas por Moraes: - Uso obrigatório de tornozeleira eletrônica; - Recolhimento domiciliar noturno, entre 19h e 7h; - Proibição de uso das redes sociais; - Vedação de comunicação com embaixadores e diplomatas estrangeiros; - Proibição de se aproximar de embaixadas; - Proibição de contato com outros investigados — entre eles, os próprios filhos, Eduardo e Carlos Bolsonaro. LEIA MAIS: Bolsonaro usará tornozeleira eletrônica e terá outas restrições; veja
As medidas cautelares foram autorizadas no âmbito da PET nº 14129, que segue sob sigilo no Supremo. Mais cedo, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na casa de Jair Bolsonaro, onde foram encontrados cerca de US$ 10 mil em espécie. Além da crítica direta, Eduardo Bolsonaro também compartilhou uma publicação da ex-juíza Ludmila Lins Grilo, que foi aposentada compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após ataques reiterados ao STF. No texto, Ludmila acusa Moraes de abusos e diz que o ministro "segue firme na direção do abismo", sugerindo que ele poderá ser alvo de sanções internacionais, como a chamada "Magnitsky Act", usada para punir autoridades acusadas de violações de direitos humanos.
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