APRENDIZADO Ao pensar no futuro, um pensamento comum que surge é “independentemente do que aconteça, espero que eu esteja feliz”, mas por que isso ocorre?
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Ao pensar no futuro, um pensamento comum que surge é “independentemente do que aconteça, espero que eu esteja feliz”, mas por que isso ocorre? A Universidade de Harvard (EUA) levantou esse questionamento e abriu um curso que discute o conceito da felicidade e como observá-la nas atividades cotidianas.
O professor de práticas de liderança e cientista social, Arthur Brooks, 61 anos, é o docente responsável pelo estudo no qual são discutidas questões como ‘O quão frequente devemos estar felizes?’; ‘É realista ter a expectativa de que devemos ser felizes o tempo todo?’; ‘Como cultivar felicidade na dificuldade?’.
Brooks define a felicidade não como um sentimento efêmero, mas como um estado que pode ser semeado através de hábitos e escolhas conscientes, cultive relacionamentos, encontre significado em algo, descubra novos hobbies, seja grato por aqueles que te cercam e viva o presente, sem pular etapas e se preocupar com o que te espera lá na frente, sentindo e experienciando cada dia de maneira isolada.
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