Diadema Abono não é consenso; nova rodada de negociações ocorrerá no próximo dia 7, segundo o sindicato
FOTO: Reprodução Redes Sociais

A Prefeitura de Diadema e o Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos) solicitaram prorrogação do prazo junto ao TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) para finalizar o acordo referente ao abono compensatório das perdas inflacionárias relativas ao parcelamento do reajuste.
Projeto do Executivo aprovado na Câmara prevê aumento de 4,87%, pagos em duas vezes, além do novo ‘auxílio-saúde’ no valor de R$ 133,40. Com a aprovação da proposta à revelia da categoria, as divergências acabaram na Justiça. Foram realizadas duas negociações entre as partes, nos dias 24 e 27 de junho e, segundo o secretário de Administração e Gestão de Pessoas do município, Adler Kiko Teixeira, houve avanços significativos em relação à compensação do dia parado – 5 de junho – e sobre uma nova redação para o auxílio-saúde.
“Em relação à compensação, entendemos e eles (servidores) também entendem que essas horas devem ser repostas pelos funcionários. Com isso, estamos fazendo um cronograma para que aconteça. Quanto ao auxílio-saúde ficou pacificado que vamos fazer alteração no texto”, pontuou.
Entretanto, o impasse continua em relação ao abono. Segundo Kiko Teixeira, a Prefeitura não tem certeza da disponibilidade orçamentária, tendo em vista que oscila durante o ano. O abono ficou fixado em R$ 152,70 para todos os servidores, tanto ativos quanto inativos.
“Em princípio, não temos como fazer uma contraproposta por conta dessa paridade com os inativos. Por isso, acordamos com o sindicato de fazer uma petição conjunta para o poder Judiciário, dizendo que as negociações estão avançadas, mas como ainda não estão concluídas, pedindo um prazo de 30 dias para que possamos oferecer um estudo fidedigno no tocante ao valor do abono no fim do ano”, afirmou o secretário.
Segundo o sindicato, uma nova reunião foi agendada para o próximo dia 7 (segunda-feira).
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