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Promotoria retiram acusações de sequestro e incêndio para facilitar julgamento contra Diddy

O julgamento de P. Diddy entrou em sua reta final nesta semana, no tribunal federal de Manhattan, em Nova York; O rapper decidiu não depor em sua defesa, e sua equipe também optou por não apresentar testemunhas

26/06/2025 | 10:49
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FOTO: Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O julgamento de P. Diddy entrou em sua reta final nesta semana, no tribunal federal de Manhattan, em Nova York. O rapper decidiu não depor em sua defesa, e sua equipe também optou por não apresentar testemunhas. Com isso, o caso segue para os argumentos finais com um ajuste nas acusações por parte da promotoria, atendendo à orientação do juiz para simplificar as instruções ao júri.

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Segundo o site TMZ, os promotores informaram ao juiz Arun Subramanian, em carta oficial, que não vão mais incluir nas instruções ao júri as acusações de tentativa de sequestro, tentativa de incêndio criminoso e auxílio em tráfico sexual. O objetivo, segundo o documento, é simplificar a compreensão das acusações e facilitar a análise por parte dos jurados.

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A decisão atinge episódios como o suposto sequestro da ex-funcionária Capricorn Clark, levada a um prédio para ser submetida a um detector de mentiras, e da cantora Cassie, que teria sido mantida em um hotel de luxo em Los Angeles.

Também deixa de ser considerado o caso em que Diddy teria mandado incendiar o carro de Kid Cudi, em um ataque de ciúmes. Segundo a promotoria, não foi possível estabelecer uma ligação direta do réu com o incêndio.

Essas acusações estavam relacionadas ao processo por associação criminosa. A promotoria ainda mantém outras acusações de tráfico sexual, mas sem o agravante de "ajuda e facilitação" de tais crimes. Também pede que o juiz oriente o júri a não considerar o consentimento prévio das vítimas como definitivo.

Os promotores ainda argumentam que o fato de uma das vítimas ter recebido dinheiro não impede a caracterização de trabalho forçado - aspecto que integra as acusações de tráfico humano. Além disso, querem que o júri entenda que, para comprovar coerção, não é necessário que tenha havido violência física ou que os atos tenham envolvido troca comercial.

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Diddy acompanhou presencialmente todas as etapas do julgamento, que se estendeu por sete semanas. Nesta semana, ao ser questionado pelo juiz Subramanian se havia decidido, por conta própria, não depor, o rapper respondeu de forma direta que a decisão foi exclusivamente sua.




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