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Uribe manifesta vontade política de diálogo com as Farc


Da AFP

04/06/2006 | 15:27


O presidente reeleito da Colômbia, Alvaro Uribe, afirmou neste domingo que tem "vontade política" para dialogar com a guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) que, no entanto, recusa-se a negociar com ele. Além disso, o presidente se declarou disposto a fazer "tudo o que for possível" para obter sucesso nas conversas com o ELN, em declarações publicadas neste domingo.

Em entrevista concedida ao diário "El Tiempo" de Bogotá, Uribe disse que está firme em seu propósito de conseguir que a Colômbia seja um país "sem terrorismo, sem guerrilha e sem paramilitares".

Para isso, ratificou a vigência de sua política de "segurança cidadã" adotada em seu primeiro governo, que termina dia 7 de agosto. Esta política se baseia na estratégia de enfrentar militarmente os grupos armados e foi dirigida especialmente contra as Farc.

"Quando eu insisto com tanto entusiasmo na segurança democrática, o interesse não é matar guerrilheiros e paramilitares, o interesse não é colocá-los na prisão. O interesse é a paz dos colombianos, que as novas gerações possam ser felizes de viver na Colômbia", explicou o presidente

Sobre os diálogos iniciados em dezembro passado com o ELN (Exército de Libertação Nacional) em Cuba, Uribe declarou: "Vamos fazer o possível para que este processo vá em frente".


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Uribe manifesta vontade política de diálogo com as Farc

Da AFP

04/06/2006 | 15:27


O presidente reeleito da Colômbia, Alvaro Uribe, afirmou neste domingo que tem "vontade política" para dialogar com a guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) que, no entanto, recusa-se a negociar com ele. Além disso, o presidente se declarou disposto a fazer "tudo o que for possível" para obter sucesso nas conversas com o ELN, em declarações publicadas neste domingo.

Em entrevista concedida ao diário "El Tiempo" de Bogotá, Uribe disse que está firme em seu propósito de conseguir que a Colômbia seja um país "sem terrorismo, sem guerrilha e sem paramilitares".

Para isso, ratificou a vigência de sua política de "segurança cidadã" adotada em seu primeiro governo, que termina dia 7 de agosto. Esta política se baseia na estratégia de enfrentar militarmente os grupos armados e foi dirigida especialmente contra as Farc.

"Quando eu insisto com tanto entusiasmo na segurança democrática, o interesse não é matar guerrilheiros e paramilitares, o interesse não é colocá-los na prisão. O interesse é a paz dos colombianos, que as novas gerações possam ser felizes de viver na Colômbia", explicou o presidente

Sobre os diálogos iniciados em dezembro passado com o ELN (Exército de Libertação Nacional) em Cuba, Uribe declarou: "Vamos fazer o possível para que este processo vá em frente".

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