Negociações frustradas Segundo a Fepesp, a instituição ofereceu 0,33% de aumento salarial, proposta considerada insuficiente
FOTO: Arquivo/DGABC

A partir de segunda-feira (31), professores da rede Sesi-SP entrarão em greve após negociações frustradas por aumento salarial. Segundo a Fepesp (Federação dos Professores do Estado de São Paulo), a instituição ofereceu 0,33% de aumento real, proposta considerada insuficiente. Por isso, em uma assembleia estadual unificada no último sábado (22), a proposta da paralisação foi aprovada pela categoria.
LEIA MAIS: Linha 10-Turquesa fica de fora da greve da CPTM nesta quarta-feira (26) A votação contou com ampla adesão dos profissionais da educação. Ao serem questionados sobre a deflagração da greve, 83% foi favorável e 9% negou a paralisação, enquanto 8% se absteve. Com a aprovação da paralisação, a Fepesp divulgou um cronograma de mobilização: - 24 de março (segunda-feira): notificação oficial do Sesi-SP sobre a decisão da categoria; - 26 de março (quarta-feira), às 15h: prazo final para que a instituição atenda às reivindicações dos docentes; - 27 de março (quinta-feira), às 19h: nova assembleia estadual unificada para reavaliar o cenário e deliberar sobre os próximos passos; - 31 de março (segunda-feira): início da greve caso não haja avanços nas negociações e a assembleia do dia 27 confirme a paralisação. Em resposta ao Diário, o Sesi-SP alegou: "O SESI-SP está em processo de negociação do pleito dos professores, por meio dos sindicatos que os representam, e busca o entendimento, conforme os preceitos que pautam a entidade, de respeito e valorização dos profissionais."
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