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Marangoni perde único vereador para base de Gilvan

Osvaldinho se posiciona entre governistas e alega que não foi procurado pelo deputado

Bruno Coelho
23/03/2025 | 08:26
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FOTO: Redes sociais Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Eleito deputado federal com votos em peso de Santo André, Fernando Marangoni (União Brasil) deve enfrentar um cenário mais adverso para a reeleição no próximo ano. De seis vereadores andreenses presentes em seu palanque no último pleito para Brasília, o parlamentar agora corre o risco de ter nenhum, visto que Osvaldo Lourenço de Brito Neto, o Osvaldinho, único eleito pelo União Brasil, já embarcou na base do prefeito Gilvan Júnior (PSDB) e deixa em aberto o apoio para 2026.

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Osvaldinho ingressou no Legislativo dentro do arco de alianças amarrado por Marangoni com o então candidato a prefeito e ex-vereador Eduardo Leite (PSB). Além de trazer o partido e os postulantes à vereança do União Brasil e Progressistas ao grupo do socialista, o deputado federal alçou a mulher Fabiana Marangoni como vice na chapa majoritária. A estratégia seria também ganhar força para a reeleição ao Congresso Nacional em 2026, mas os planos naufragaram com um quarto lugar na disputa municipal.

Hoje na base de Gilvan, Osvaldinho admitiu que não anda conversando muito com o deputado federal. “Tenho gratidão. Mas como ele (Marangoni) não me procurou, não tratamos do assunto (eleição 2026). Mas não está descartado o apoio, desde que tenhamos um entendimento”, disse.

Em 2022, Marangoni tinha seis dos 21 vereadores de Santo André – número total subiu para 27 a partir desta legislatura – em sua jornada para Brasília: Dra. Ana Veterinária, Vavá da Churrascaria (ambos no PSD), Zezão (Solidariedade), Edson Sardano (Novo), Bahia do Lava-Rápido (PSDB) e Pedro Awada (União Brasil). Em conflito com o ex-prefeito andreense Paulo Serra (PSDB), houve uma debandada e restou apenas Awada, que não se reelegeu no último pleito.

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Marangoni, porém, negou fragilidade em seu projeto político. “Sou candidato à reeleição, me atrapalha em nada o fato de ter ficado em quarto lugar (no pleito andreense para prefeito), porque as parcerias políticas não se restringem a siglas partidárias. Tenho várias parcerias com prefeitos do Grande ABC e com próprio Gilvan”, avaliou.

Em 2022, Marangoni se elegeu com 89.390 votos, dos quais 25.533 vieram de eleitores andreenses.

DGABC




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