Charge Diagnóstico realizado pelo atual governo de São Caetano nos processos de licitação e construção do Pronto Cardio, apresentado pelo ex-prefeito José Auricchio Júnior (PSD) como o primeiro pronto-socorro cardiológico municipal do Grande ABC, aponta série de problemas e conclui pela “inviabilidade do serviço”. A administração gastou R$ 12 milhões no equipamento, que está fechado.
O Diário teve acesso, com exclusividade, às 22 páginas iniciais do diagnóstico – que, ao todo, passa das 100. Além de série de irregularidades na execução do projeto, o documento assevera que a relação entre custo e benefício não recomenda a abertura do hospital. São Caetano oneraria os cofres públicos em R$ 42 milhões anuais em atendimentos de alta complexidade para as áreas cardiológica e neurológica sem que haja demanda reprimida na cidade.
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