
O crânio foi levado para análise de tempo de óbito, sexo e idade no Departamento Médico Legal (DML). Se houve coincidência com o caso do garoto, será feito um exame de DNA.
Na ocasião do desaparecimento, o Ministério Público chegou a denunciar um massagista como autor dos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. No entanto, a polícia não aceitou as acusações por falta de provas, mesmo encontrando sangue no porta-malas do suspeito.
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