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- Eu fui atropelado por um ônibus, daquele sanfonado. Um ônibus sem fim, assim. Todo mundo me pergunta: Estava bêbado, de ressaca? Era de madrugada?. E, não: era oito da manhã, eu estava indo para o trabalho, e acordei no hospital.
E continua:
- Eu fui mexer a minha língua, dentro da boca. Ela estava do tamanho dessa caneca [apontou para caneca do cenário]. Foi uma fratura no [osso] zigomático, e ficou muito inchado. Quebrei a cara, literalmente.
Que bom que ficou tudo bem, não é?
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