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O longa conta a história de quatro amigos, Zoinhu, interpretado por Wesley Guimarães, Linguinha, vivido por Juan Queiroz, Alãodelom, personagem de Wenry Bueno, e Mãodeló, performado por Elzio Vieira, que se conhecem desde criança e possuem pouco dinheiro. Visto isso, o grupo vive de pequenos golpes, assaltos e truques para ganhar uns trocados, até que tudo muda quando surge uma oportunidade: um roubo que renderia muito grana, mas que os levou a um caminho inesperado.
Em entrevista, Luque conta sobre como foi viver o policial nessa história, em uma participação especial:
Foi um desafio diferente para mim. Fazer um policial sério, durão e tudo mais, foi bastante desafiador, mas, ao mesmo tempo, muito divertido. É sempre especial quando temos a oportunidade de experimentar novas coisas e fiquei muito feliz de ter sido convidado para fazer parte desse projeto.
Ele continua e compartilha o que fez com que ele aceitasse esse papel que explorava outro lado dele:
Eu gostei muito da ideia do filme. Quando recebi o convite e dei uma olhada na história, não pensei duas vezes em aceitar a participação especial. Eu gosto bastante de me desafiar, tentar coisas novas e esse papel foi muito interessante e especial para mim. Quero sempre buscar novos desafios e novos projetos em que eu possa mostrar um outro lado do meu trabalho.
Em relação as expectativas da reação do público, Marco diz que estava empolgado:
Estou muito empolgado para o lançamento do filme. Eu não quero dar muitos spoilers, mas o filme está muito bom. A história dele é demais e muito criativa, algo bastante diferente do que costumamos ver por aqui. Não vejo a hora de poder assistir ao lançamento dele nos cinemas. Tenho certeza que as pessoas irão gostar muito!
Sobre os bastidores, Luque compartilha um momento difícil e uma reflexão para fora das telas:
Nós gravamos no Centro da Cidade em São Paulo, e foi muito doido pensar no contraste que existe aqui na capital. Ao mesmo tempo que a cidade possui uma arquitetura incrível e com um potencial imenso para ser um centro histórico, de turismo e tudo mais, isso acaba sendo muito difícil aqui, principalmente pela região ser tomada pelos moradores de rua. São muitas pessoas morando na rua, infelizmente, e aí a gente consegue ver o contraste. Eles acabavam ficando encanados com a gente, por verem muitos policiais juntos, mas, na verdade, eles nem imaginavam que a maioria eram atores. Isso me chamou bastante a atenção durante as gravações, é uma situação bem triste.
Por fim, o ator revela que pretende fazer outros papéis fora do humor e que gosta dessa transição entre os gêneros:
Pretendo, sim, com certeza! Acredito que sou um ator para tudo, que pode ser aproveitado em diferentes segmentos, e a dramaturgia é algo que me atrai muito. Eu não me vejo apenas como um humorista, me vejo como um ator que pode migrar bastante. Então, quero sempre buscar esses desafios e não ficar preso apenas na comédia.
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