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O ex-BBB teria vendido produtos, que nunca chegaram a ser entregues, através de uma loja virtual da qual é dono. São cerca de 370 vítimas do caso, que começou a ser investigado pela Polícia Civil em 2022. As autoridades apuraram as contas bancárias de Nego Di e, apesar de estimarem que o valor do prejuízo aos clientes tenha sido superior a 330 mil reais, suspeitam que o número de vítimas seja ainda maior e muitas não tenha procurado a polícia para prestar queixa, pois as movimentações bancárias seriam milionárias.
Nego Di supostamente não tinha estoque dos produtos, que eram vendidos a preços abaixo do mercado, e enganava os compradores. O sócio do influenciador teria chegado a ser preso em fevereiro de 2023, mas acabou sendo solto dias depois. Mais de uma vez as autoridades teriam tentado intimar o famoso para prestar esclarecimentos, mas nunca conseguiam encontrá-lo.
O jornal ainda notícia que Nego Di também teria sido alvo de uma operação do Ministério Público por suspeita de lavagem de dinheiro na última sexta-feira, dia 12. São investigadas irregularidades em sorteios virtuais promovidos pelo artista nas redes sociais com prêmios que incluíam dinheiro instantâneo, celulares, videogames e até carros.
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