Editorial Contrato assinado pela Prefeitura de Mauá com a Suzantur, responsável pelo transporte urbano, prevê que a viação coloque na rua 248 ônibus diariamente. Todavia, CPI que está investigando a conduta da empresa na Câmara desde 2021 apurou que a concessionária nunca respeitou o número – atualmente, são 215 coletivos. A situação é prejudicial à população. Afinal, trata-se de serviço essencial para garantir a mobilidade urbana e o acesso a diversos locais. Ao não fiscalizar devidamente a operação da companhia, a administração negligencia ao cidadão o direito de ir e vir com conforto, segurança e agilidade. Sem força suficiente no Legislativo, a oposição pede socorro ao Ministério Público.<EM>
Tarda a tomada de providências legais. A falta de ônibus nas ruas resulta em superlotação, demora frequente e desconforto para os passageiros, tornando a vida diária dos habitantes de Mauá mais difícil e estressante. Além disso, a operação deficitária da Suzantur prejudica ainda mais aqueles que dependem do transporte público, como trabalhadores, estudantes e pessoas de baixa renda. Os atrasos constantes afetam a pontualidade nos compromissos, prejudicando a vida profissional e educacional dos munícipes. Além disso, a superlotação representa séria ameaça à saúde pública, especialmente em tempos de pandemia, quando a aglomeração nos coletivos pode facilitar a propagação de doenças.
A Prefeitura de Mauá deve agir com responsabilidade e zelar pelo bem-estar de sua população. É inaceitável que permita que a Suzantur continue operando de forma deficiente, desrespeitando o contrato estabelecido e causando prejuízos diretos aos cidadãos. É urgente que medidas sejam tomadas para garantir um transporte público de qualidade, seguro e eficiente na cidade, atendendo às necessidades da população e promovendo uma melhor qualidade de vida para todos. Como essas decisões tardam, está certo o vereador Sargento Simões em denunciar o descomprometimento da viação e a apatia do governo ao Ministério Público. Alguém precisa restabelecer o respeito aos passageiros mauaenses.
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