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Fiesp: Estendemos prazo para adesão a manifesto pelo entendimento entre Poderes

Divulgação/Everton Amaro/Fiesp Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


30/08/2021 | 18:30


A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) informou nesta segunda-feira (30), que prorrogou o prazo para que entidades possam subscrever o manifesto "Em favor do entendimento e da harmonia entre os Três Poderes da República". Segundo a Fiesp, o adiamento atende ao interesse de dezenas de entidades que manifestaram apoio à causa.

"Em 24 horas, recebemos mais de 200 adesões, das mais representativas entidades brasileiras. Dezenas de outras entidades também manifestaram interesse em participar. Em função desse cenário, informamos que estendemos o prazo para novas adesões, que poderão ser feitas ao longo da semana", comunicou a Fiesp em nota.

O adiamento coincide com a atuação do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para atenuar o dano que um documento cobrando parcimônia dos chefes de Poderes, em especial do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), poderia ter neste momento, véspera das manifestações favoráveis ao governo previstas para o próximo dia 7 de setembro.

Neste fim de semana, antes do anúncio de adiamento do documento, Lira conversou por telefone com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Desde a divulgação das intenções da Fiesp, Skaf, que até então era considerado um aliado, passou a ser visto com desconfiança por pessoas do entorno do presidente.

Segundo o deputado federal Luiz Phillipe de Orleans e Bragança (PSL-SP), parlamentar da tropa de choque de Bolsonaro, não dá para saber se Skaf é aliado do presidente. "Eu considero ele alguém que quer fazer política", disse ao Estadão/Broadcast. O deputado ainda completou que a Fiesp hoje "não tem credibilidade".

O manifesto, que foi encampado na Fiesp, teve origem na Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e tem por objetivo demonstrar o incômodo de setores produtivo e financeiro com a crise institucional fomentada por Bolsonaro.



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