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Fabio Palacio reúne candidatos de outras siglas e projeta reforços

Ex-prefeiturável chega a 39 nomes que estiveram com Auricchio ou figuras opostas no processo


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

04/08/2021 | 01:08


Ex-prefeiturável do PSD em São Caetano, Fabio Palacio computou 39 adesões de ex-candidatos a vereador que defenderam outros projetos políticos na eleição do ano passado e aposta que o número aumentará assim que a Justiça Eleitoral agendar novo pleito na cidade.

Enquanto o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não analisa recurso movido pelo ex-prefeito José Auricchio Júnior (PSDB) contra a decisão que anulou seus 42,8 mil votos no pleito de novembro, Palacio diz que mantém aquecido o debate eleitoral junto ao grupo político. Na noite de segunda-feira, realizou reunião com a equipe para traçar o planejamento no segundo semestre.

Estavam presentes figuras do Cidadania, Podemos, PL e Avante, que compuseram a coalizão de Auricchio, além de nomes que pertenciam ao Novo (que apostou na candidatura solo de Mario Bohm), PRTB (cujo prefeiturável foi Thiago Tortorello, hoje secretário de Desenvolvimento Econômico) e Rede Sustentabilidade (legenda que lançou Eduardo Casonato ao Palácio da Cerâmica). No encontro compareceram os ex-vereadores Cidão do Sindicato (Cidadania) e Edison Parra (Podemos).

Na visão de Palacio, seu projeto encorpa porque a classe política sente segurança em sua empreitada, diferentemente do grupo auricchista – o pessedista avaliou que se a Justiça Eleitoral confirmar novo pleito, é natural ruptura entre o prefeito Tite Campanella (Cidadania) e o clã Auricchio, uma vez que o deputado estadual Thiago Auricchio (PL) se apresenta ao páreo.

“Aqui eles sabem que o pré-candidato a prefeito sou eu. Hoje há manutenção em torno do Auricchio e, quando houver a escolha, muita gente vai gostar e outros não vão gostar. Eles postergam essa decisão para evitar a migração de nomes ao nosso lado. Na hora em que eles baterem o martelo, o cenário político se chacoalha e muita gente vem para nosso lado”, considerou.

Palacio apontou que a instabilidade política em São Caetano já trouxe prejuízos ao morador – ele citou a saída da Casas Bahia como exemplo. “Eu, da minha parte, torço para que a Prefeitura acerte, embora eu veja que há mais erros até aqui. Fico triste porque a cidade não teve possibilidade de ter governo seguro desde 1º de janeiro para projetar a cidade. A situação de não ter prefeito legítimo e com segurança de exercer o mandato gera instabilidade.”  



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