Os empregados eram submetidos a mais de 12 horas de trabalho ininterrupto, segundo os policiais que estiveram na oficina, localizada na rua Rubino de Oliveira, no Brás, região central de São Paulo. O estabelecimento também não tinha condições mínimas de higiene.
Os funcionários não recebiam salário e foram trazidos para o Brasil somente para trabalhar na oficina, onde moravam. Em troca do trabalho, os bolivianos recebiam as despesas da viagem e da alimentação.
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