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Filippi propõe reajuste zero para servidores da Prefeitura

Banco de Dados/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

09/05/2021 | 21:18


O governo do prefeito de Diadema, José de Filippi Júnior (PT), propôs reajuste zero nos salários dos servidores. A posição da gestão petista deixou o Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) frustrado, já que a categoria reivindicava correção de 14%.

O governo Filippi sentou com a direção do Sindema e justificou que, por ora, não pode mexer na folha de pagamento devido à legislação federal, aprovada no ano passado, que veta a concessão de reajustes ao funcionalismo até dezembro deste ano em decorrência da crise provocada pela pandemia de Covid-19. No documento endereçado à categoria, a atual gestão argumenta que o debate sobre os benefícios para 2022 serão aprofundados “oportunamente”.

Na sessão de quinta-feira, na Câmara, o presidente do Sindema, Ritchie Soares, reclamou da postura do governo e alegou que há brechas jurídicas para a concessão de reajustes ainda neste ano “se houver vontade política”. O dirigente explicou que o índice reivindicado diz respeito ao acúmulo de perdas salarias desde 2019 – os servidores estão sem reajuste desde aquele ano e, de quebra, viram o índice de contribuição previdenciária saltar de 11% para 14% por causa da reforma idealizada pelo governo do ex-prefeito Lauro Michels (PV).

“O governo disse ‘não’ para a gente. Aí perguntamos se dava para fazer uma negociação para 2022. (A Prefeitura respondeu) Que para 2022 também não dá. Questionamos sobre melhorias no vale alimentação, por causa da inflação dos alimentos, do vale refeição, e no subsídio do convênio médico. (Responderem que) Também não dá. Resumindo, o governo disse ‘não’ para os trabalhadores”, criticou o sindicalista, que pediu apoio dos parlamentares para pressionar o Paço. Ex-presidente do Sindema, o hoje vereador governista José Aparecido da Silva, o Neno (PT), ficou com os pés em duas canoas e se limitou a afirmar “é possível fazer muitas coisas” apesar da legislação federal. Questionado sobre a campanha salarial, o governo Filippi não se manifestou. O petista teve apoio em massa de lideranças do Sindema na eleição do ano passado. Em governos passados, porém, Filippi já travou queda de braço com o funcionalismo 



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