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Auxílio emergencial: apps falsos enganam usuários; saiba se proteger

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação
Do 33Giga

20/04/2021 | 10:18


Com a recente liberação das primeiras parcelas para o novo auxílio emergencial 2021, é importante que todos fiquem atentos para não cair em possíveis golpes digitais nos próximos dias. Os pesquisadores da empresa de segurança Kaspersky localizaram uma série de aplicativos falsos na Play Store, loja oficial de apps da Google, que prometem consultas ao valor do benefício, calendários de pagamentos e outros detalhes.

Quer ficar por dentro do mundo da tecnologia e ainda baixar gratuitamente nosso e-book Manual de Segurança na Internet? Clique aqui e assine a newsletter do 33Giga

Apesar de os apps falsos sobre auxílio emergencial não pedirem nenhum dado pessoal, alguns chegam a solicitar o número do PIS, que se trata de um número de identificação social que pode ser consultado nos extratos do FGTS, no Cartão Cidadão ou ainda na Carteira de Trabalho. Além disso, os aplicativos exibem muita propaganda ao longo do uso – e de forma bastante invasiva –, garantindo pageviews ao criador.

Para incentivar o uso, esses programinhas enviam uma grande quantidade de notificações, que são exibidas pelo menos a cada 10 minutos, pedindo para o usuário abrir o app. Desta forma, garantem mais visualizações nas propagandas, na qual muitas não são relacionadas ao auxílio emergencial.

Leia mais:
Clubhouse: entenda como funciona a rede social exclusiva para áudios
Clubhouse: aprenda a editar seus assuntos de interesse

“Existe uma grande possibilidade desses aplicativos se tornarem, eventualmente, maliciosos. Basta apenas uma atualização do desenvolvedor para que o app comece a pedir dados pessoais dos usuários” , explica Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky. “Dessa forma, os cibercriminosos poderão se abastecer de informações pessoais e financeiras – inclusive, os mesmos que desviaram milhões nos pagamentos do auxílio no ano passado.”

Fabio ainda ressalta que quando alguém instala o app falso, muitas vezes o usuário será direcionado – após a exibição de muita propaganda – para o site da Caixa Econômica Federal. Apesar de não serem maliciosos no momento, comprometem a privacidade dos usuários e colocam informações pessoais em risco.

Auxílio emergencial
Apps falsos se passando por aplicativos ligados ao auxílio emergencial

 

Essa não é a primeira vez que o auxílio emergencial é usado como mote por cibercriminosos. Em dezembro de 2020, uma notícia falsa circulou nas redes sociais sobre um ” Abono Emergencial de Natal”, na qual direcionava os internautas a clicar em links maliciosos. Como resultado, poderia levar os usuários a contratar serviços premium sem seu consentimento ou, ainda, ter dados pessoais ou financeiros roubados.

Para evitar baixar aplicativos falsos ou ser vítima de um golpe, 33Giga e Kaspersky recomendam:

  • Suspeite sempre de links recebidos por e-mails, SMSs ou mensagens de WhatsApp, principalmente quando o endereço parece suspeito ou estranho.
  • Sempre verifique o endereço do site para onde foi redirecionado, endereço do link e o e-mail do remetente para garantir que são genuínos antes de clicar, além de verificar se o nome do link na mensagem não aponta para outro hyperlink.
  • Verifique se a notícia é verdadeira acessando o site oficial da empresa ou organização – ou os perfis nas redes sociais.
  • Se não tiver certeza de que o app é real e seguro, não insira informações pessoais.
  • Use soluções de segurança confiáveis para ter uma proteção em tempo real para quaisquer tipos de ameaças – como as ligadas ao auxílio emergencial.


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Auxílio emergencial: apps falsos enganam usuários; saiba se proteger

Da Redação
Do 33Giga

20/04/2021 | 10:18


Com a recente liberação das primeiras parcelas para o novo auxílio emergencial 2021, é importante que todos fiquem atentos para não cair em possíveis golpes digitais nos próximos dias. Os pesquisadores da empresa de segurança Kaspersky localizaram uma série de aplicativos falsos na Play Store, loja oficial de apps da Google, que prometem consultas ao valor do benefício, calendários de pagamentos e outros detalhes.

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Para incentivar o uso, esses programinhas enviam uma grande quantidade de notificações, que são exibidas pelo menos a cada 10 minutos, pedindo para o usuário abrir o app. Desta forma, garantem mais visualizações nas propagandas, na qual muitas não são relacionadas ao auxílio emergencial.

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“Existe uma grande possibilidade desses aplicativos se tornarem, eventualmente, maliciosos. Basta apenas uma atualização do desenvolvedor para que o app comece a pedir dados pessoais dos usuários” , explica Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky. “Dessa forma, os cibercriminosos poderão se abastecer de informações pessoais e financeiras – inclusive, os mesmos que desviaram milhões nos pagamentos do auxílio no ano passado.”

Fabio ainda ressalta que quando alguém instala o app falso, muitas vezes o usuário será direcionado – após a exibição de muita propaganda – para o site da Caixa Econômica Federal. Apesar de não serem maliciosos no momento, comprometem a privacidade dos usuários e colocam informações pessoais em risco.

Auxílio emergencial
Apps falsos se passando por aplicativos ligados ao auxílio emergencial

 

Essa não é a primeira vez que o auxílio emergencial é usado como mote por cibercriminosos. Em dezembro de 2020, uma notícia falsa circulou nas redes sociais sobre um ” Abono Emergencial de Natal”, na qual direcionava os internautas a clicar em links maliciosos. Como resultado, poderia levar os usuários a contratar serviços premium sem seu consentimento ou, ainda, ter dados pessoais ou financeiros roubados.

Para evitar baixar aplicativos falsos ou ser vítima de um golpe, 33Giga e Kaspersky recomendam:

  • Suspeite sempre de links recebidos por e-mails, SMSs ou mensagens de WhatsApp, principalmente quando o endereço parece suspeito ou estranho.
  • Sempre verifique o endereço do site para onde foi redirecionado, endereço do link e o e-mail do remetente para garantir que são genuínos antes de clicar, além de verificar se o nome do link na mensagem não aponta para outro hyperlink.
  • Verifique se a notícia é verdadeira acessando o site oficial da empresa ou organização – ou os perfis nas redes sociais.
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