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Pesquisa sobre Covid causa furor entre os prefeitos da região


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

31/03/2021 | 00:20


Prefeitos do Grande ABC amanheceram ontem com a edição do Diário nas mãos. A pesquisa do Instituto ABC Dados, que avaliou o desempenho dos políticos na condução das políticas de combate ao novo coronavírus junto à população das sete cidades, causou reações adversas. Alguns se regozijaram com os resultados; outros, zangaram-se. Todos concordaram com o levantamento em um ponto; aquele que mostrou maior apoio dos entrevistados às atuações dos chefes de Executivo municipais quando comparadas às do governador João Doria (PSDB) e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Houve divergências, porém, quando o levantamento apontou a visão dos munícipes sobre o trabalho de seus prefeitos. Neste caso, poucos concordaram com os números, considerando-os aquém da realidade. O mais incomodado deles foi o mauaense Marcelo Oliveira (PT), o mais mal avaliado entre os sete, com 35% de ‘ruim’ e 22% de ‘péssimo’. O andreense Paulo Serra (PSDB) e o são-caetanense Tite Campanella (Cidadania) também não gostaram de seus índices, mas foram mais educados nos comentários – ambos garantiram ter indicadores melhores.

BASTIDORES

Mudanças à vista?
Depois de ser enquadrado por colegas vereadores de Santo André, Márcio Colombo (foto), então primeiro suplente do PSDB, tem sido menos enfático nas redes sociais em relação a críticas sobre ações da própria Câmara. Integrante do MBL (Movimento Brasil Livre), o tucano sofreu cobranças de alguns pares ao gravar vídeo, no começo de fevereiro, oficializando a entrega do carro oficial de seu gabinete sob alegação de que o automóvel era “mamata”. A avaliação sobre sua postura, passados cerca de 50 dias do episódio, vinha até mesmo de parlamentares da base aliada. Só que a morte do vereador Jorge Kina, vítima de complicações da Covid-19, coloca Colombo na condição de titular da vaga no Legislativo. Ou seja, não corre mais riscos de deixar o posto em decorrência de sua conduta na casa. Será que haverá alterações de comportamento à vista?

Estrela de três pontas
Visitantes e funcionários que circularam nos últimos dias pelas imediações do prédio administrativo da FUABC (Fundação do ABC), na Vila Sacadura Cabral, em Santo André, impressionaram-se com o carrão importado que ocupava a vaga destinada à presidente da instituição. Reluzente, a Mercedes-Benz estacionada no local é avaliada em mais de R$ 200 mil.

Auricchio
Prefeito eleito, mas impedido de tomar posse por determinação do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), José Auricchio Júnior (PSDB) tem confessado a interlocutores mais próximos uma certa angústia pela demora no julgamento de seu recurso, em Brasília. Diz não aguentar mais a espera, que já se aproxima dos 100 dias. Na prática, todavia, pouco faz para agilizar o processo que pode lhe devolver a cadeira – ou não.

Atila
Derrotado na corrida pela reeleição à Prefeitura de Mauá, Atila Jacomussi ainda não sabe se vai disputar a Assembleia Legislativa ou a Câmara Federal nas eleições do ano que vem. A única certeza é que não fica mais no PSB. Ele atribui à direção estadual do partido boa parcela da culpa pela perda no pleito ao Executivo municipal. Diz para quem quiser ouvir que faltou apoio.

Saul Klein
Candidato derrotado a vice-prefeito de São Caetano, em novembro, o empresário Saul Klein está envolvido em disputa judicial pela fortuna da família. Ele quer destituir o irmão Michael do posto de inventariante do espólio do pai, Samuel, fundador da Casas Bahia. A ação corre na 4ª Vara Cível. Em manifestação de defesa, a caçula dos Klein, Eva, não poupou ataques ao irmão. “Ao invés de manter o legado de seu pai, como faz Michael, Saul mancha o nome da família, com suas condutas reprováveis e escandalosas”, diz trecho de anexo do processo, onde são lembradas as acusações de aliciamento de mulheres e abuso sexual que recaem sobre Saul – e que ele nega. 



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