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Palavra do leitor


Vanessa Soares Oliveira

28/02/2021 | 15:47


O anúncio recente da saída da Ford do Brasil trouxe luz aos inúmeros desafios que o segmento automobilístico tem enfrentado no País. Em 2020, com a paralisação das fábricas, houve choque de demanda que se refletiu sobre a indústria, a ponto de reduzir o número de veículos matriculados, que chegou a ser 30% menor do que em 2019.

Essa realidade desorganizou a cadeia de suprimentos, reforçado pela falta e aumento de preço de matérias-primas. Além disso, a variação cambial também teve forte impacto, uma vez que algumas peças são importadas. O primeiro desafio interno para as empresas que fazem parte da cadeia automobilística é o financeiro. As empresas necessitam, em ano de crise, de ferramentas eficientes, como fluxo de caixa e gestão de caixa por comitês, para ter visão de curto e médio prazos. Esse dever de casa, depois da gestão de caixa, contempla melhoria de processos, redução de custos, ajustes de preços, busca por inovação na indústria 4.0 e trabalho eficaz com a carteira de clientes.

Além disso, é preciso vontade, ciência dos acionistas ou donos dos negócios, para fazer essas transformações acontecerem. Em empresas familiares, por exemplo, é necessário começar pela governança e implantar todos os processos. A descentralização da gestão é passo importante, por isso, trazer especialistas de mercado que possam participar tanto da gestão quanto da governança, com abertura para a diversificação de produtos, pode ser ótimo começo. Pensamos nos fornecedores da indústria automobilística como segmento 100% focado no atendimento a montadoras, mas já vemos empresas querendo se desdobrar em outras linhas de negócios. Por fim, existem opções de fusão e aquisição, unindo empresas para contribuir para o crescimento conjunto.

É fato que a indústria automobilística está passando por transformação. Hoje, existe mudança de perfil de uso, com modalidades como carros compartilhados ganhando força. Tudo isso em contexto de grande concentração, espremendo os fornecedores. Agregar tecnologia e inovação é fundamental para o turnaround (recuperação de empresas), enquanto joint ventures e parcerias podem ser avaliadas. Quero encorajar os empresários a sempre se comprometerem com o processo de melhoria contínua. Vimos empresas que passaram por dificuldades saindo delas porque tiveram energia e vontade de evoluir. Nos anos de bonança, é preciso pensar nas melhorias que podem ser consolidadas para aumentar a competitividade, a diversificação e a profissionalização. Desta forma, nos anos de dificuldade, a preparação antecipada permite ter diferencial de custo em relação à competição, além de melhorar a agilidade tecnológica.

Vincent Baron é diretor da empresa Naxentia.

PALAVRA DO LEITOR

Ausente 

 As cidades do Grande ABC decretaram toque de recolher. No Estado de São Paulo, Araraquara decretou lockdown total. No Brasil, toque de recolher também na Bahia, avanço grande da Covid-19 no Rio Grande do Sul e o registro de mais de 1.000 mortes por dia. Mas somente 3% da população estão vacinados. A pandemia está sem controle e ainda falta vacina. Agora foi a fabricante de vacinas Pfizer que disse que não aceita as condições impostas por Bolsonaro para vender as doses para o Brasil. Definitivamente não temos presidente e, quando aparece, joga contra.

Luiz Carlos Wagner

 Santo André

Auxílio 

 Boa sacada do governador João Doria de dar auxílio de R$ 450 para desempregados poderem se qualificar com uma profissão e, assim, estimular a economia (Economia, dia 23). Pena que é só na Capital. Por aqui os prefeitos das sete cidades deveriam lançar algo parecido para também ajudar as pessoas que precisam. Não ficaríamos mais reféns do auxílio emergencial que o povo tem implorado ao governo e seu inútil ministro. Vai sobrar mais dinheiro para ele comprar mais leite condensado. 

Samanta Santos

 Mauá

Alpharrabio

 Saudades dos imperdíveis eventos culturais na Livraria Alpharrabio, localizada num bairro de classe média na minha amada cidade de nascença Santo André, que estão em compasso de espera por causa da nefasta pandemia. Esses palpitantes encontros, promovidos pela sapiente, iluminada, conceituada e destemida escritora luso-brasileira Dalila Teles Veras, tem a assessoria incondicional da Maninha, sua radiante, discreta e eficientíssima cunhada!

João Paulo de Oliveira

Diadema

Lockdown 

 Por que o fechamento das cidades, o chamado lockdown noturno, começa somente às 22h (Setecidades, dia 25)? Se é para frear realmente o aumento no número de casos e morte de Covid, acho que deveria ser o dia inteiro, ou pelo menos que tivesse início assim que termina o horário de expediente, ou seja, às 18h. Chega de ficarmos pedindo colaboração dos inconsequentes. Tem que impor mesmo!

Simone Bravo

 Diadema

Infrutífera  

 Li que vereadores de Mauá vão fazer CPI para investigar a Suzantur porque a empresa está tirando ônibus de nossa cidade e mandando para Diadema e Ribeirão Pires, municípios onde comprou outras companhias (Política, dia 24). A pergunta é: quando foi que essas comissões serviram para alguma coisa? É só uma maneira de dizer ao povo ‘olha, nós estamos preocupados com a população’. Na prática, nada acontece, é verdadeiro circo. Manda quem pode, tem poder econômico, de ‘compra’, como a Suzantur, que manda e desmanda na cidade; e obedece quem tem juízo, não tem poder para brigar e é refém desses demagogos políticos. Mais uma ação infrutífera dessa raça.

Silvia Maria Silvério

 Mauá



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Palavra do leitor

Vanessa Soares Oliveira

28/02/2021 | 15:47


O anúncio recente da saída da Ford do Brasil trouxe luz aos inúmeros desafios que o segmento automobilístico tem enfrentado no País. Em 2020, com a paralisação das fábricas, houve choque de demanda que se refletiu sobre a indústria, a ponto de reduzir o número de veículos matriculados, que chegou a ser 30% menor do que em 2019.

Essa realidade desorganizou a cadeia de suprimentos, reforçado pela falta e aumento de preço de matérias-primas. Além disso, a variação cambial também teve forte impacto, uma vez que algumas peças são importadas. O primeiro desafio interno para as empresas que fazem parte da cadeia automobilística é o financeiro. As empresas necessitam, em ano de crise, de ferramentas eficientes, como fluxo de caixa e gestão de caixa por comitês, para ter visão de curto e médio prazos. Esse dever de casa, depois da gestão de caixa, contempla melhoria de processos, redução de custos, ajustes de preços, busca por inovação na indústria 4.0 e trabalho eficaz com a carteira de clientes.

Além disso, é preciso vontade, ciência dos acionistas ou donos dos negócios, para fazer essas transformações acontecerem. Em empresas familiares, por exemplo, é necessário começar pela governança e implantar todos os processos. A descentralização da gestão é passo importante, por isso, trazer especialistas de mercado que possam participar tanto da gestão quanto da governança, com abertura para a diversificação de produtos, pode ser ótimo começo. Pensamos nos fornecedores da indústria automobilística como segmento 100% focado no atendimento a montadoras, mas já vemos empresas querendo se desdobrar em outras linhas de negócios. Por fim, existem opções de fusão e aquisição, unindo empresas para contribuir para o crescimento conjunto.

É fato que a indústria automobilística está passando por transformação. Hoje, existe mudança de perfil de uso, com modalidades como carros compartilhados ganhando força. Tudo isso em contexto de grande concentração, espremendo os fornecedores. Agregar tecnologia e inovação é fundamental para o turnaround (recuperação de empresas), enquanto joint ventures e parcerias podem ser avaliadas. Quero encorajar os empresários a sempre se comprometerem com o processo de melhoria contínua. Vimos empresas que passaram por dificuldades saindo delas porque tiveram energia e vontade de evoluir. Nos anos de bonança, é preciso pensar nas melhorias que podem ser consolidadas para aumentar a competitividade, a diversificação e a profissionalização. Desta forma, nos anos de dificuldade, a preparação antecipada permite ter diferencial de custo em relação à competição, além de melhorar a agilidade tecnológica.

Vincent Baron é diretor da empresa Naxentia.

PALAVRA DO LEITOR

Ausente 

 As cidades do Grande ABC decretaram toque de recolher. No Estado de São Paulo, Araraquara decretou lockdown total. No Brasil, toque de recolher também na Bahia, avanço grande da Covid-19 no Rio Grande do Sul e o registro de mais de 1.000 mortes por dia. Mas somente 3% da população estão vacinados. A pandemia está sem controle e ainda falta vacina. Agora foi a fabricante de vacinas Pfizer que disse que não aceita as condições impostas por Bolsonaro para vender as doses para o Brasil. Definitivamente não temos presidente e, quando aparece, joga contra.

Luiz Carlos Wagner

 Santo André

Auxílio 

 Boa sacada do governador João Doria de dar auxílio de R$ 450 para desempregados poderem se qualificar com uma profissão e, assim, estimular a economia (Economia, dia 23). Pena que é só na Capital. Por aqui os prefeitos das sete cidades deveriam lançar algo parecido para também ajudar as pessoas que precisam. Não ficaríamos mais reféns do auxílio emergencial que o povo tem implorado ao governo e seu inútil ministro. Vai sobrar mais dinheiro para ele comprar mais leite condensado. 

Samanta Santos

 Mauá

Alpharrabio

 Saudades dos imperdíveis eventos culturais na Livraria Alpharrabio, localizada num bairro de classe média na minha amada cidade de nascença Santo André, que estão em compasso de espera por causa da nefasta pandemia. Esses palpitantes encontros, promovidos pela sapiente, iluminada, conceituada e destemida escritora luso-brasileira Dalila Teles Veras, tem a assessoria incondicional da Maninha, sua radiante, discreta e eficientíssima cunhada!

João Paulo de Oliveira

Diadema

Lockdown 

 Por que o fechamento das cidades, o chamado lockdown noturno, começa somente às 22h (Setecidades, dia 25)? Se é para frear realmente o aumento no número de casos e morte de Covid, acho que deveria ser o dia inteiro, ou pelo menos que tivesse início assim que termina o horário de expediente, ou seja, às 18h. Chega de ficarmos pedindo colaboração dos inconsequentes. Tem que impor mesmo!

Simone Bravo

 Diadema

Infrutífera  

 Li que vereadores de Mauá vão fazer CPI para investigar a Suzantur porque a empresa está tirando ônibus de nossa cidade e mandando para Diadema e Ribeirão Pires, municípios onde comprou outras companhias (Política, dia 24). A pergunta é: quando foi que essas comissões serviram para alguma coisa? É só uma maneira de dizer ao povo ‘olha, nós estamos preocupados com a população’. Na prática, nada acontece, é verdadeiro circo. Manda quem pode, tem poder econômico, de ‘compra’, como a Suzantur, que manda e desmanda na cidade; e obedece quem tem juízo, não tem poder para brigar e é refém desses demagogos políticos. Mais uma ação infrutífera dessa raça.

Silvia Maria Silvério

 Mauá

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