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Chegada triunfal e demorada

O senador Eduardo Suplicy (PT) não muda mesmo


Do Diário do Grande ABC

05/08/2010 | 00:00


O senador Eduardo Suplicy (PT) não muda mesmo. Durante seminário da área de saúde pública, realizado recentemente em São Bernardo, o folclórico chegou justamente na hora em que justamente a estrela principal do evento, o colega de Senado e candidato ao governo do Estado, Aloizio Mercadante (PT). No microfone, só restou a Mercadante interromper a fala e aguardar a chegada no palco do político petista. Para tentar quebra o gelo da chegada de Suplicy em momento mais do que inapropriado, Mercadante ainda brincou com o público e disse que seria mais fácil ganhar na Mega-Sena do que adivinhar o livro que o colega de bancada segurava, que obviamente era sobr eo projeto Renda Mínima. O governável voltou a discursar, mas Suplicy em cumprimentar, uma a uma, todas as pessoas que estavam no palco, o que tomou praticamente todo o tempo restante do discurso de Mercadante. Da próxima vez, não custa nada ele chegar no mesmo horário de todo mundo, né?

História diferente
O ex-prefeito de Mauá e candidato a deputado estadual Diniz Lopes (PR), disse que a história sobre a discussão com meninas que distribuiam jornais falando mal dele, e que terminou na delegacia, é um pouco diferente. O político também fez boletim de ocorrência contra uma delas, por difamação em propaganda eleitoral. No documento, Diniz afirma que chamou policiais para levarem a moça ao distrito que afirmou ter recebido R$ 30 para o serviço. Ela diz que o trabalho partiu de indicação de pessoas que trabalham com a deputada estadual Vanessa Damo (PMDB-SP), sua rival. Está registrado.

Explica melhor
O prefeito de Santo André, Aidan Ravin (PTB), que na terça-feira declarou apoio formal aos tucanos Geraldo Alckmin, ao governo do Estado e José Serra, à Presidência, ainda não engoliu a declaração do candidato tucano ao Senado Aloysio Nunes Ferreira, que disse que não iria "cortejar prefeitos". ""É claro que a entrevista dele não foi maravilhosa. Mas ele acabou ficando quente, por conta de ter sido induzido por um candidato da região". Isso acabou gerando um fato: ele não diz, de forma alguma seu segundo voto para o Senado. Agora é tarde...

Como é que eu vou?
Ontem, no meio da tarde, o vice-prefeito de São Bernardo e candidato a deputado federal, Frank Aguiar (PTB), visitou o prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PTB), no Palácio da Cerâmica, para pedir o apoio do chefe do Executivo na eleição deste ano. O prefeito enfatizou que é um aliado de primeira hora de Frank, que ficou satisfeito com a declaração do companheiro de partido. O problema, agora, é logístico: como Auricchio poderá pedir votos para Frank se, ao contrário dele - que está no ninho tucano -, o Cãozinho estará no palanque de Dilma e Mercadante? Equação difícil...



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