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Em meio à pandemia, férias em casa exigem criatividade dos pais

Arquivo pessoal Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Atividades domésticas que integrem a família devem ser priorizadas nos momentos de lazer e descontração


Aline Melo
Diário do Grande ABC

04/01/2021 | 07:00


Fim das aulas, férias, e uma sempre esperada viagem para espairecer. Essa programação, que até fevereiro do ano passado era comum a inúmeras famílias, precisou ser revista com a chegada da pandemia de Covid-19. Mas as aulas – que durante quase todo o ano foram on-line – acabaram e pais e responsáveis quebram a cabeça para pensar em como gastar a energia e o tempo com os filhos.
 

“É preciso entender que férias escolares são importantes para as crianças, não só pela sensação de descanso, mas também pela saúde emocional dos pequenos e para aumentar o vínculo com sua família”, explicou a publicitária Monica Romeiro, que desde 2013 está à frente do Almanaque dos Pais, um dos maiores canais sobre maternidade do YouTube.
 

Monica salientou que, mesmo sendo um período de descanso, as crianças também se desenvolvem e podem aprender novas habilidades. “Se os pais ou responsáveis não conseguiram tirar férias também, é importante separar um tempo do dia para se conectar com as crianças e propor algumas brincadeiras”, completou.
 

Dividir o espaço com as crianças virou a rotina da empresária Priscila Canteiro Cesta, 38 anos, moradora de Santo André. Enfermeira de formação, ela largou a profissão para ficar com as filhas Camila, 9, e Larissa, 4. Com a sogra se tratando de câncer, Priscila pretende continuar mantendo o distanciamento físico e, para isso, já planeja diversas atividades com as pequenas.
 

“Elas gostam muito de brincar de cabaninha, e até o Papai Noel trazer no Natal uma para cada, era no sofá que improvisavam”, afirmou.
 

Brincar de boneca, piqueniques e maquiagem são atividades incentivadas pela mãe para que as meninas não passem muito tempo em eletrônicos. “Elas têm brincado de escolinha e tenho planejado participar junto com elas, porque, durante as aulas on-line, acabei acompanhando a mais velha, que tinha mais dificuldades, então quero compensar com a pequena também”, explicou.
 

Tintas para pintar as roupas e também para as paredes estão sendo providenciadas para atividades conjuntas. “Também já aproveitamos os primeiros dias de férias para organizar armários, separar roupas e brinquedos para doar, foi divertido e elas puderam aprender sobre solidariedade. Elas também têm aprendido a dividir as tarefas domésticas, arrumando as camas, guardando o que é delas e tudo vira brincadeira”, completou.
 

Monica destacou que, mesmo sem grandes investimentos, é possível viver momentos alegres com as crianças. “Um acampamento na sala, com lençóis e cadeiras para improvisar barracas; uma caça ao tesouro, procurando um chocolate, com um mapa e pistas espalhadas pela casa; os colchões todos na sala ou em um dos quartos para uma noite de pijamas, tudo isso pode ser feito com o que já se tem à mão”, aconselha.

VOLTA ÀS AULAS - Os municípios do Grande ABC pretendem adotar o retorno físico de aulas, nem que seja de forma gradual. O recrudescimento do número de casos no fim do ano passado nas sete cidades, porém, ligou sinal de alerta na programação que estava em curso a partir do segundo semestre.
 

O governo do Estado já anunciou que vai reabrir as escolas, mesmo nos períodos de fase vermelha do Plano São Paulo, sob alegação de se balizar em experiências em outras regiões do planeta. A ideia é retomar as aulas presenciais com 35% da capacidade dos colégios em um primeiro momento. Os municípios do Grande ABC, porém, avisaram que o diagnóstico será pormenorizado, sem necessariamente seguir as regras estaduais.



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Em meio à pandemia, férias em casa exigem criatividade dos pais

Atividades domésticas que integrem a família devem ser priorizadas nos momentos de lazer e descontração

Aline Melo
Diário do Grande ABC

04/01/2021 | 07:00


Fim das aulas, férias, e uma sempre esperada viagem para espairecer. Essa programação, que até fevereiro do ano passado era comum a inúmeras famílias, precisou ser revista com a chegada da pandemia de Covid-19. Mas as aulas – que durante quase todo o ano foram on-line – acabaram e pais e responsáveis quebram a cabeça para pensar em como gastar a energia e o tempo com os filhos.
 

“É preciso entender que férias escolares são importantes para as crianças, não só pela sensação de descanso, mas também pela saúde emocional dos pequenos e para aumentar o vínculo com sua família”, explicou a publicitária Monica Romeiro, que desde 2013 está à frente do Almanaque dos Pais, um dos maiores canais sobre maternidade do YouTube.
 

Monica salientou que, mesmo sendo um período de descanso, as crianças também se desenvolvem e podem aprender novas habilidades. “Se os pais ou responsáveis não conseguiram tirar férias também, é importante separar um tempo do dia para se conectar com as crianças e propor algumas brincadeiras”, completou.
 

Dividir o espaço com as crianças virou a rotina da empresária Priscila Canteiro Cesta, 38 anos, moradora de Santo André. Enfermeira de formação, ela largou a profissão para ficar com as filhas Camila, 9, e Larissa, 4. Com a sogra se tratando de câncer, Priscila pretende continuar mantendo o distanciamento físico e, para isso, já planeja diversas atividades com as pequenas.
 

“Elas gostam muito de brincar de cabaninha, e até o Papai Noel trazer no Natal uma para cada, era no sofá que improvisavam”, afirmou.
 

Brincar de boneca, piqueniques e maquiagem são atividades incentivadas pela mãe para que as meninas não passem muito tempo em eletrônicos. “Elas têm brincado de escolinha e tenho planejado participar junto com elas, porque, durante as aulas on-line, acabei acompanhando a mais velha, que tinha mais dificuldades, então quero compensar com a pequena também”, explicou.
 

Tintas para pintar as roupas e também para as paredes estão sendo providenciadas para atividades conjuntas. “Também já aproveitamos os primeiros dias de férias para organizar armários, separar roupas e brinquedos para doar, foi divertido e elas puderam aprender sobre solidariedade. Elas também têm aprendido a dividir as tarefas domésticas, arrumando as camas, guardando o que é delas e tudo vira brincadeira”, completou.
 

Monica destacou que, mesmo sem grandes investimentos, é possível viver momentos alegres com as crianças. “Um acampamento na sala, com lençóis e cadeiras para improvisar barracas; uma caça ao tesouro, procurando um chocolate, com um mapa e pistas espalhadas pela casa; os colchões todos na sala ou em um dos quartos para uma noite de pijamas, tudo isso pode ser feito com o que já se tem à mão”, aconselha.

VOLTA ÀS AULAS - Os municípios do Grande ABC pretendem adotar o retorno físico de aulas, nem que seja de forma gradual. O recrudescimento do número de casos no fim do ano passado nas sete cidades, porém, ligou sinal de alerta na programação que estava em curso a partir do segundo semestre.
 

O governo do Estado já anunciou que vai reabrir as escolas, mesmo nos períodos de fase vermelha do Plano São Paulo, sob alegação de se balizar em experiências em outras regiões do planeta. A ideia é retomar as aulas presenciais com 35% da capacidade dos colégios em um primeiro momento. Os municípios do Grande ABC, porém, avisaram que o diagnóstico será pormenorizado, sem necessariamente seguir as regras estaduais.

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