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Carrefour fecha lojas até às 14h em respeito ao luto de família de João Alberto

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Do dgabc.com.br

26/11/2020 | 12:32


Uma semana após a morte de João Alberto Silvas Freitas, morto espancado nas dependências do Carrefour em Porto Alegre por seguranças, a rede amanheceu com todas as unidades fechadas até às 14h e a loja onde o crime aconteceu ficará fechada durante todo dia.

Em nota divulgada nas redes sociais, o Carrefour explicou que medida foi tomada em respeito ao luto da família da vítima e à sociedade brasileira. "Nesta quinta-feira, a loja Porto Alegre Passo D''''Areia estará fechada durante o dia todo e as demais lojas no Brasil abrirão apenas após as 14h para reforço da conscientização antirracista e tolerância zero a qualquer discriminação. Todo o resultado de vendas desta quinta e sexta-feira (26 e 27) se somará ao resultado de vendas do último dia 20 de novembro no Fundo de Combate ao Racismo e Promoção da Diversidade criado pelo Carrefour, que já conta com o aporte inicial de 25 milhões de reais. Sabemos que nada trará a vida de João Alberto de volta, mas não vamos medir esforços para que a transformação necessária aconteça. Queremos nos unir com todos aqueles que quiserem ajudar nessa luta. Isso é o só o começo de mudança profunda e necessária", dizia a nota.

Além disso, a empresa se comprometeu em continuar atualizando a sociedade sobre ações relacionadas ao caso nas próximas duas semanas. E anunciou ainda que criou um Comitê Externo de Livre Expressão sobre Diversidade e Inclusão para assessorar, de maneira livre e independente, o Carrefour Brasil em diretrizes e ações contra o racismo em todas as unidades da rede, entre elas adotar uma política de tolerância zero ao racismo e à discriminação por razões de raça e etnia, origem, condição social, identidade de gênero, orientação sexual, idade, deficiência e religião, conforme estabelecida na Constituição Federal e em diferentes leis brasileiras e em acordos internacionais reconhecidos e firmados pelo país; incluir uma cláusula de combate ao racismo em todos os contratos com fornecedores e, se comprovado o fato, seu descumprimento implicará em rompimento do contrato; iniciar imediatamente a transformação radical do modelo de segurança do Carrefour, entre outras.



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Carrefour fecha lojas até às 14h em respeito ao luto de família de João Alberto

Do dgabc.com.br

26/11/2020 | 12:32


Uma semana após a morte de João Alberto Silvas Freitas, morto espancado nas dependências do Carrefour em Porto Alegre por seguranças, a rede amanheceu com todas as unidades fechadas até às 14h e a loja onde o crime aconteceu ficará fechada durante todo dia.

Em nota divulgada nas redes sociais, o Carrefour explicou que medida foi tomada em respeito ao luto da família da vítima e à sociedade brasileira. "Nesta quinta-feira, a loja Porto Alegre Passo D''''Areia estará fechada durante o dia todo e as demais lojas no Brasil abrirão apenas após as 14h para reforço da conscientização antirracista e tolerância zero a qualquer discriminação. Todo o resultado de vendas desta quinta e sexta-feira (26 e 27) se somará ao resultado de vendas do último dia 20 de novembro no Fundo de Combate ao Racismo e Promoção da Diversidade criado pelo Carrefour, que já conta com o aporte inicial de 25 milhões de reais. Sabemos que nada trará a vida de João Alberto de volta, mas não vamos medir esforços para que a transformação necessária aconteça. Queremos nos unir com todos aqueles que quiserem ajudar nessa luta. Isso é o só o começo de mudança profunda e necessária", dizia a nota.

Além disso, a empresa se comprometeu em continuar atualizando a sociedade sobre ações relacionadas ao caso nas próximas duas semanas. E anunciou ainda que criou um Comitê Externo de Livre Expressão sobre Diversidade e Inclusão para assessorar, de maneira livre e independente, o Carrefour Brasil em diretrizes e ações contra o racismo em todas as unidades da rede, entre elas adotar uma política de tolerância zero ao racismo e à discriminação por razões de raça e etnia, origem, condição social, identidade de gênero, orientação sexual, idade, deficiência e religião, conforme estabelecida na Constituição Federal e em diferentes leis brasileiras e em acordos internacionais reconhecidos e firmados pelo país; incluir uma cláusula de combate ao racismo em todos os contratos com fornecedores e, se comprovado o fato, seu descumprimento implicará em rompimento do contrato; iniciar imediatamente a transformação radical do modelo de segurança do Carrefour, entre outras.

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