
O convite a Virgílio foi oficializado por FHC durante almoço no Palácio da Alvorada. Sua permanência como secretário-geral, porém, será curta, uma vez que ele deixará a função até abril para disputar as eleições de 2002. "Se o presidente escolhe alguém que vai ser candidato, é porque esse alguém terá um projeto de curto prazo. Se alguém é ministro por alguns meses, tem de dar o melhor de si", disse o deputado. O novo líder governista no Congresso será Heráclito Fortes (PFL-PI).
Ainda esta semana, o Fernando Henrique deve nomear o senador Ney Suassuna (PMDB-PB) para o Ministério da Integração Nacional. A vaga está em aberto desde que Ramez Temet deixou o cargo para assumir a presidência do Senado.
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