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Bruno Covas ignora Yoshio e pede votos ao lado de Pretinho

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito da Capital cumpriu agenda na divisa com democrata, a despeito de o tucanato ter candidato próprio em Diadema


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

23/10/2020 | 00:01


O prefeito da Capital, Bruno Covas (PSDB), candidato à reeleição, cumpriu ontem agenda de campanha ao lado do prefeiturável de Diadema Pretinho do Água Santa (DEM), a despeito de o tucanato ter candidato próprio em solo diademense, o também vereador Ricardo Yoshio. Os dois pediram votos juntos na divisa entre as duas cidades, na região do bairro Pedreira, na Zona Sul da Capital.

A agenda conjunta foi realizada no início da manhã de ontem, em que Pretinho e Covas pediram votos aos trabalhadores do transporte coletivo. “Hoje (ontem) foi dia de madrugar e conversar com motoristas, cobradores e fiscais dos ônibus do transporte público de São Paulo, na região da Pedreira. Falamos sobre os desafios do momento que vivemos e como podemos melhorar o sistema de transporte coletivo da cidade, garantir os empregos desses profissionais e prestar um serviço cada vez melhor para a população. Nosso foco e investimento são no cidadão”, publicou Covas em suas redes sociais.

No perfil do prefeito paulistano há diversas fotos dele e de Pretinho, que foi acompanhado da candidata a vice, Regina Gonçalves (PV). A atividade também contou com a participação do vereador paulistano Milton Leite (DEM) e do presidente do Água Santa, Paulo Korek. Curiosamente, no fim do dia, os relatos da agenda na divisa foram apagados das redes sociais do tucano.

Apesar de Covas cumprir agenda e posar para fotos com Pretinho, a atividade de um correligionário com seu adversário não incomodou Yoshio. “Não (incomodou), de maneira nenhuma. O DEM tem o Rodrigo Garcia como vice-governador e caminha junto com o PSDB no Estado. Em várias cidades vai existir essa dobrada, mas em Diadema o PSDB é oposição a esse governo e o DEM é governo”, minimizou o tucano, ao Diário.

Eleito vereador em 2016 pelo Republicanos (ex-PRB), Yoshio ingressou no tucanato no início deste ano para ser candidato ao Paço, cujo projeto é apadrinhado pelo prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB). No ato de filiação, a expectativa era a de que o governador João Doria (PSDB) prestigiasse o evento, o que não se concretizou.

Não é a primeira vez que figurões do PSDB paulista ignoram prefeituráveis do próprio partido nas eleições majoritárias em Diadema. Em 2012, o PSDB tinha como candidata a prefeita a ex-vereadora Maridite Cristóvão de Oliveira – ficou em terceiro lugar –, mas os caciques do partido sequer priorizaram seu projeto, o que fez com que a tucana reclamasse da falta de empenho dos correligionários à época. No segundo turno daquele pleito, porém, o então governador Geraldo Alckmin (PSDB) desembarcou em Diadema para pedir votos a Lauro Michels (PV).

Com candidatura própria após hiato de oito anos, o PSDB diademense tenta se reerguer na cidade e voltar a figurar a disputa majoritária no município. O partido também mira retomar a representatividade no Legislativo, já que em 2016 não conseguiu reeleger suas duas principais lideranças, o ex-prefeito José Augusto da Silva Ramos e o ex-vereador José Dourado. 



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Bruno Covas ignora Yoshio e pede votos ao lado de Pretinho

Prefeito da Capital cumpriu agenda na divisa com democrata, a despeito de o tucanato ter candidato próprio em Diadema

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

23/10/2020 | 00:01


O prefeito da Capital, Bruno Covas (PSDB), candidato à reeleição, cumpriu ontem agenda de campanha ao lado do prefeiturável de Diadema Pretinho do Água Santa (DEM), a despeito de o tucanato ter candidato próprio em solo diademense, o também vereador Ricardo Yoshio. Os dois pediram votos juntos na divisa entre as duas cidades, na região do bairro Pedreira, na Zona Sul da Capital.

A agenda conjunta foi realizada no início da manhã de ontem, em que Pretinho e Covas pediram votos aos trabalhadores do transporte coletivo. “Hoje (ontem) foi dia de madrugar e conversar com motoristas, cobradores e fiscais dos ônibus do transporte público de São Paulo, na região da Pedreira. Falamos sobre os desafios do momento que vivemos e como podemos melhorar o sistema de transporte coletivo da cidade, garantir os empregos desses profissionais e prestar um serviço cada vez melhor para a população. Nosso foco e investimento são no cidadão”, publicou Covas em suas redes sociais.

No perfil do prefeito paulistano há diversas fotos dele e de Pretinho, que foi acompanhado da candidata a vice, Regina Gonçalves (PV). A atividade também contou com a participação do vereador paulistano Milton Leite (DEM) e do presidente do Água Santa, Paulo Korek. Curiosamente, no fim do dia, os relatos da agenda na divisa foram apagados das redes sociais do tucano.

Apesar de Covas cumprir agenda e posar para fotos com Pretinho, a atividade de um correligionário com seu adversário não incomodou Yoshio. “Não (incomodou), de maneira nenhuma. O DEM tem o Rodrigo Garcia como vice-governador e caminha junto com o PSDB no Estado. Em várias cidades vai existir essa dobrada, mas em Diadema o PSDB é oposição a esse governo e o DEM é governo”, minimizou o tucano, ao Diário.

Eleito vereador em 2016 pelo Republicanos (ex-PRB), Yoshio ingressou no tucanato no início deste ano para ser candidato ao Paço, cujo projeto é apadrinhado pelo prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB). No ato de filiação, a expectativa era a de que o governador João Doria (PSDB) prestigiasse o evento, o que não se concretizou.

Não é a primeira vez que figurões do PSDB paulista ignoram prefeituráveis do próprio partido nas eleições majoritárias em Diadema. Em 2012, o PSDB tinha como candidata a prefeita a ex-vereadora Maridite Cristóvão de Oliveira – ficou em terceiro lugar –, mas os caciques do partido sequer priorizaram seu projeto, o que fez com que a tucana reclamasse da falta de empenho dos correligionários à época. No segundo turno daquele pleito, porém, o então governador Geraldo Alckmin (PSDB) desembarcou em Diadema para pedir votos a Lauro Michels (PV).

Com candidatura própria após hiato de oito anos, o PSDB diademense tenta se reerguer na cidade e voltar a figurar a disputa majoritária no município. O partido também mira retomar a representatividade no Legislativo, já que em 2016 não conseguiu reeleger suas duas principais lideranças, o ex-prefeito José Augusto da Silva Ramos e o ex-vereador José Dourado. 

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