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Policiais militares socorrem e salvam garota que confundiu calmante da mãe com bala

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Agentes levaram família ao hospital de viatura para driblar o trânsito


Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

29/08/2020 | 00:01


Policias militares da 1ª Companhia do 30º Batalhão de Mauá foram presenteados, na quinta-feira, pela pequena Isabelly, 5 anos. Ela foi agradecer os agentes que salvaram sua vida no dia 19, quando a moradora do Jardim Zaíra ingeriu calmante pensando que era bala e precisou ser socorrida.

A mãe da menina, Roselaine Marques dos Santos Ferreira, 29, explicou que há dez dias, por volta das 18h30, a menina começou a passar mal, entretanto, a família pensou que era porque tinham comido um bolo comprado fora. “Ela começou a ficar mole e sonolenta e, em poucos minutos, seus olhos pararam e ela não conseguia mais falar”, relembrou a mãe.

Junto do marido, Saulo Valetim, 41, tentaram levar Isabelly ao hospital, no entanto, com o trânsito parado, a pequena começou a piorar no trajeto. “Paramos na companhia da PM (Polícia Militar) e pedimos socorro. Os policiais prontamente nos colocaram na viatura e nos levaram ao (Hospital de Clínicas Dr. Radamés) Nardini, onde a Isabelly ficou por dois dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva)”, comentou Roselaine, explicando que, nesta semana, completamente recuperada, a menina fez questão de fazer uma surpresa aos policiais.

Segundo a mãe, até chegar ao hospital a família não fazia ideia do que havia feito com que a menina perdesse os sentidos. “Os médicos também não sabiam dizer, já que os exames não alegavam nada. Somente quando ela retomou a consciência, depois de mais de 48 horas, que soubemos que ela havia pego uma balinha dentro de uma bolsinha que escondo no meu armário. Foi então que entendi que ela tinha ingerido um calmante”, lamentou a mãe, que assegurou que a filha nunca havia mexido em suas coisas e, portanto, sempre manteve os remédios escondidos no mesmo local.

“Que fique de alerta a todos os pais. Mesmo com todos os cuidados, as crianças nos dão estes sustos. O médico disse que se ela não tivesse sido socorrida rapidamente, poderia ter sofrido uma parada cardíaca”, contou, ressaltando que se não fossem os policiais, não teria salvado a filha. “Não tenho palavras para descrever o tamanho da gratidão pelos policiais que nos socorreram e me acalmaram com tanto carinho”, pontuou Roselaine.

Um dos agentes que resgataram a menina foi o cabo da PM Bruno Reis de Oliveira. Para ele, o sentimento em ver a menina bem foi de felicidade. “Fico muito agradecido em ver que meu trabalho pôde salvar a vida da Isabelly”, ressaltou, contando que ficou “muito feliz” ao saber que a garota e a irmã Rebeca, 8, querem ser policiais como ele. 



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Policiais militares socorrem e salvam garota que confundiu calmante da mãe com bala

Agentes levaram família ao hospital de viatura para driblar o trânsito

Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

29/08/2020 | 00:01


Policias militares da 1ª Companhia do 30º Batalhão de Mauá foram presenteados, na quinta-feira, pela pequena Isabelly, 5 anos. Ela foi agradecer os agentes que salvaram sua vida no dia 19, quando a moradora do Jardim Zaíra ingeriu calmante pensando que era bala e precisou ser socorrida.

A mãe da menina, Roselaine Marques dos Santos Ferreira, 29, explicou que há dez dias, por volta das 18h30, a menina começou a passar mal, entretanto, a família pensou que era porque tinham comido um bolo comprado fora. “Ela começou a ficar mole e sonolenta e, em poucos minutos, seus olhos pararam e ela não conseguia mais falar”, relembrou a mãe.

Junto do marido, Saulo Valetim, 41, tentaram levar Isabelly ao hospital, no entanto, com o trânsito parado, a pequena começou a piorar no trajeto. “Paramos na companhia da PM (Polícia Militar) e pedimos socorro. Os policiais prontamente nos colocaram na viatura e nos levaram ao (Hospital de Clínicas Dr. Radamés) Nardini, onde a Isabelly ficou por dois dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva)”, comentou Roselaine, explicando que, nesta semana, completamente recuperada, a menina fez questão de fazer uma surpresa aos policiais.

Segundo a mãe, até chegar ao hospital a família não fazia ideia do que havia feito com que a menina perdesse os sentidos. “Os médicos também não sabiam dizer, já que os exames não alegavam nada. Somente quando ela retomou a consciência, depois de mais de 48 horas, que soubemos que ela havia pego uma balinha dentro de uma bolsinha que escondo no meu armário. Foi então que entendi que ela tinha ingerido um calmante”, lamentou a mãe, que assegurou que a filha nunca havia mexido em suas coisas e, portanto, sempre manteve os remédios escondidos no mesmo local.

“Que fique de alerta a todos os pais. Mesmo com todos os cuidados, as crianças nos dão estes sustos. O médico disse que se ela não tivesse sido socorrida rapidamente, poderia ter sofrido uma parada cardíaca”, contou, ressaltando que se não fossem os policiais, não teria salvado a filha. “Não tenho palavras para descrever o tamanho da gratidão pelos policiais que nos socorreram e me acalmaram com tanto carinho”, pontuou Roselaine.

Um dos agentes que resgataram a menina foi o cabo da PM Bruno Reis de Oliveira. Para ele, o sentimento em ver a menina bem foi de felicidade. “Fico muito agradecido em ver que meu trabalho pôde salvar a vida da Isabelly”, ressaltou, contando que ficou “muito feliz” ao saber que a garota e a irmã Rebeca, 8, querem ser policiais como ele. 

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