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Morador de SP busca atendimento na região

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em São Caetano, 38% das consultas de urgência e emergência são de munícipes da Capital


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

29/05/2020 | 00:01


Apesar de o Grande ABC, por enquanto, ter ficado de fora da primeira fase de flexibilização da quarentena no Estado de São Paulo, os dados mostram que os equipamentos de saúde regional não só têm dado conta de atender à demanda local como também suprem o estrangulamento do sistema de saúde da Capital. Dados informados pelas prefeituras da região mostram que os atendimentos para moradores de São Paulo chegam a até 38% do total de pacientes.

A prefeitura de São Paulo divulgou na quarta-feira que a ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) destinados para tratamento da Covid-19 era de 92%. No Grande ABC, a taxa de ocupação variava na mesma data entre 56% e 90%.

A maior taxa de atendimentos para moradores da Capital foi observada em São Caetano. Segundo a Prefeitura, desde 1º de março, 37,8% dos 24.648 atendimentos de urgência e emergência realizados pelo município foram para moradores de São Paulo. Na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) foram atendidos mais paulistanos do que residentes da cidade.

Em São Bernardo, 30% dos pacientes com síndrome gripal na rede municipal de urgência e emergência eram munícipes de São Paulo. Até março, o índice registrado era de apenas 3%.

Diadema divulgou os dados dos últimos 12 meses e os munícipes de São Paulo responderam por 10% das 12.372 internações do período. Paulistanos foram os pacientes em 81,6% de todos os atendimentos feitos na rede de saúde diademense para moradores de outros municípios. As outras cidades não responderam aos questionamentos do Diário até o fechamento desta edição.  



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Morador de SP busca atendimento na região

Em São Caetano, 38% das consultas de urgência e emergência são de munícipes da Capital

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

29/05/2020 | 00:01


Apesar de o Grande ABC, por enquanto, ter ficado de fora da primeira fase de flexibilização da quarentena no Estado de São Paulo, os dados mostram que os equipamentos de saúde regional não só têm dado conta de atender à demanda local como também suprem o estrangulamento do sistema de saúde da Capital. Dados informados pelas prefeituras da região mostram que os atendimentos para moradores de São Paulo chegam a até 38% do total de pacientes.

A prefeitura de São Paulo divulgou na quarta-feira que a ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) destinados para tratamento da Covid-19 era de 92%. No Grande ABC, a taxa de ocupação variava na mesma data entre 56% e 90%.

A maior taxa de atendimentos para moradores da Capital foi observada em São Caetano. Segundo a Prefeitura, desde 1º de março, 37,8% dos 24.648 atendimentos de urgência e emergência realizados pelo município foram para moradores de São Paulo. Na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) foram atendidos mais paulistanos do que residentes da cidade.

Em São Bernardo, 30% dos pacientes com síndrome gripal na rede municipal de urgência e emergência eram munícipes de São Paulo. Até março, o índice registrado era de apenas 3%.

Diadema divulgou os dados dos últimos 12 meses e os munícipes de São Paulo responderam por 10% das 12.372 internações do período. Paulistanos foram os pacientes em 81,6% de todos os atendimentos feitos na rede de saúde diademense para moradores de outros municípios. As outras cidades não responderam aos questionamentos do Diário até o fechamento desta edição.  

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