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Um ensaio sobre os calabreses em São Paulo

Calabriasil: a história dos calabreses em São Paulo. Livro de Luiz Antonio Grieco e Emília Cairo.


Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

11/06/2009 | 00:00


Calabriasil: a história dos calabreses em São Paulo. Livro de Luiz Antonio Grieco e Emília Cairo. São Paulo: Madras editora, 2005.

Em 156 páginas, os autores traçam um perfil da presença dos calabreses em São Paulo, entre as quais a família de Franco Picarelli, com descendentes em Santo André.

Grieco é neto de calabreses; Emília é natural de San Marco Argentano, Cosenza, Calábria. O livro não esgota o assunto nem traz números específicos sobre os calabreses entre nós - as estatísticas falam dos italianos como um todo - mas oferece boas pistas para quem queira se aprofundar neste lado da formação étnica paulista.

Os autores citam Eça de Queiroz: "A língua portuguesa no Brasil é falada com açúcar por meio dos dialetos italianos que rimam diferentemente por aqui, cada qual com o mais variado sabor, e mistura-se com a língua portuguesa".

A maior contribuição do livro à presença calabresa em São Paulo são as crônicas sobre o bairro do Bexiga (Bela Vista), com sua igreja de Nossa Senhora Achiropita, que é a padroeira dos calabreses na cidade de São Paulo.

Especificamente, há relatos biográficos de sete famílias oriundas da Calábria: Gagliardi, Cascino, Picarelli, Trípoli, Funari, Albamonte, Caruso. E um esforço para listar muitas outras provenientes de Catanzaro, Consenza, Crotone, Reggio Calábria e Vibo Valentia. Destaque para o Circolo Sociale Calabrese di San Paolo, com sede no bairro do Ipiranga.

TRECHO

"Franco Picarelli chegou ao Brasil, especificamente à cidade de São Paulo, em 1959. Veio sozinho de San Marco Argentano, província de Cosenza, aos 24 anos. (...) As cidades de São Paulo, Santo André, Lorena e Itapecerica da Serra foram os primeiros locais onde Franco trabalhou com afinco, fazendo seu pé-de-meia em pouco tempo."

DIÁRIO HÁ 30 ANOS

Domingo, 10 de junho de 1979

Santo André - A estação ferroviária perdeu suas cancelas, ganhou uma passarela e uma passagem subterrânea para pedestres. E a Prefeitura tenta evitar a presença dos vendedores ambulantes.

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Crônica - Roterdan Cravo, pseudônimo do jornalista Fausto Polesi: "Caí numa cidade maluca e todos aqui são malucos".

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Dia do Educador Sanitário e Dia da Marinha Brasileira, que lembra a batalha naval de Riachuelo, nesta data, em 1865, entre Brasil e Paraguai.

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Barnabé (apóstolo, natural da Ilha de Chipre), Félix, Paula Frassinetti, Parísio e Remberto.

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Dia do Santíssimo Sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, ou: Corpus Christi.

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ABC AM (1570) - Viagem no Tempo Especial. Produção e apresentação: Marcelo Duarte. Hoje e amanhã, das 9h às 11h.

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1839 - Músico Carlos Gomes nasce em Campinas.

1969 - Semáforo da Rua Catequese, esquina com a Rua das Figueiras, em Santo André, ganha sistema manual de operação.

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Texto: Guido Fidelis

Dia de Corpus Christi, vamos fazer uma breve pausa em nossas atividades e deixar que a luz divina revele as belezas e mistérios da criação. Basta uma silenciosa prece. Coração voltado para Deus, realçando a presença de Cristo entre nós, o exemplo de salvação que nos legou com seu sacrifício.

São Bernardo

Luiz Carlos Mancuso (Peco), são-bernardense residente em Birigui, interior de São Paulo, recebeu as fotos aéreas de Beltran Asêncio tiradas em São Bernardo, em 1968, uma oferta do seu amigo Roberto Pelosini. Eles não se veem há 45 anos. Olhando as fotos, Mancuso viajou.

1 - Fantástico, maravilhoso. Dá para ver o Colégio São José, o mercado municipal, o Lixão (bar reduto dos boys da cidade), a pastelaria ABC (que fechou as portas este ano), a Charlote (bomboniere) e tantas coisas mais que vivi.

2 - Aparece o Leonor (colégio), onde estudei; o grupo escolar Maria Iracema Munhoz onde fiz o primário. A Avenida Faria Lima ainda não estava pronta e aparece bem o Rio dos Couros.

3 - Se forçar um pouco só, vejo até mesmo meus pais. Vocês que estão aí todos os dias e que passam pelas ruas dessa nossa querida cidade não conseguem imaginar o que estou sentindo.

Almanaque

Paulo Américo Pinto Serra

Nascimento: Santo André, 11 de junho de 1942.

Vereador: 8 de setembro a 2 de outubro de 1998

Partido: PPB

Tomou posse no Legislativo quando da licença do vereador Luiz Manssur. Renunciou à 1ª suplência em 7 de novembro de 2000. É advogado e pai do vereador Paulinho Serra.



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