
Gugu e outros cinco envolvidos na entrevista forjada foram enquadrados no Artigo 147 do Código Penal (crime de ameaça) e nos Artigos 16 (divulgar notícias falsas ou informações deturpadas, que causem perturbação da ordem pública ou alarma social) e 18 (fazer publicação ou transmissão que resultem em crime previsto na lei) da Lei de Imprensa.
O indiciamento se estende ainda ao repórter Wagner Maffezoli (que conduziu a falsa entrevista), ao produtor Rogério Casagrande (da equipe do Domingo Legal), ao produtor Hamilton Tadeu dos Santos (o ‘Barney’, acusado de arrumar os dois atores que se passaram por membros do PCC) e aos atores Antônio Rodrigues da Silva e Vágner Faustino da Silva (que se fizeram passar pelos falsos criminosos Alfa e Beta). Mas apenas Gugu foi beneficiado pelo habeas-corpus concedido pelo juiz José Renato Nalini.
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