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Habilidades para tempos de crise


Do Diário do Grande ABC

24/03/2020 | 23:59


Desde o anúncio feito pela OMS (Organização Mundial de Saúde) de que o novo coronavírus se tornou pandemia, a nossa capacidade de enfrentar adversidades e nos adaptar a novo cenário foi colocada à prova. Isso porque passamos a encarar doença desconhecida e que impactou diretamente na nossa forma de viver em sociedade. E mais: nossas ações individuais passaram a afetar ainda mais o coletivo.

Em momentos de incertezas, como este que estamos experienciando, ter habilidades sociais e emocionais é a chave para evitar o surgimento de problemas maiores. Características como autoconhecimento, empatia e espírito colaborativo são essenciais em situações de crise. Principalmente em contexto no qual a atitude de uma pessoa tende a ter efeito de reverberação em milhares. Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de repensar os nossos comportamentos e analisar o quanto podem ser prejudiciais.

O caminho é a conscientização. Ao entender o nosso papel como cidadãos e a importância de ajudar as pessoas, percebemos o quão fundamentais são as medidas preventivas e, assim, evitamos que a contaminação aumente ou que o vírus ganhe nova dimensão. Cabe a cada um tomar decisões de maneira responsável.

Um dos motivos que contribuem para aumentar preocupação acerca do desenvolvimento de habilidades socioemocionais é o fato de as pessoas não saberem como agir. Na educação brasileira, essas capacidades já são obrigatórias em salas de aula e estão inseridas na BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Cada vez mais, crianças estão sendo ensinadas a lidar com emoções por meio de diversos recursos pedagógicos. Jogos têm se destacado ao proporcionar diversão ao mesmo tempo em que possuem regras e estratégias que colocam os estudantes em situações do mundo real. Por consequência, com todas essas inovações, estamos formando jovens preparados para gerenciar suas emoções, manter relações sociais positivas, valorizar o próximo e respeitar a diversidade. Além disso, teremos geração criativa e com maior capacidade de improvisação, habilidades que, em situações de crise, são diferencial.

As escolas agora prepararam o ser humano para o século XXI e o novo coronavírus representa oportunidade de aprender importantes lições sobre os desafios de viver em comunidade e prezar pela vida do outro. É colocar na prática o que muitas vezes foi mostrado para os alunos de forma lúdica. Quando começamos a entender o que estamos sentindo, passamos a enxergar as dificuldades por ângulo diferente e a enfrentamos com tranquilidade e serenidade, tirando muitos aprendizados dos dias difíceis.

Sandra Garcia é diretora pedagógica da empresa Mind Lab.

PALAVRA DO LEITOR

Ações pertinentes
Apesar de ser crítico da gestão do alcaide diademense, não posso deixar de considerar pertinentes e incisivas as ações da municipalidade diademense, que têm como escopo conter a propagação da pandemia da Covid-19. São medidas drásticas e racionais – sem banzé – para evitar o mal maior, principalmente para os grupos de risco, nos quais me incluo. Saudações diademenses fleumáticas preventivas.
João Paulo de Oliveira
Diadema

Reciclagem
Estamos sem coleta de reciclagem no Condomínio Magelis, na Rua Piracicaba, bairro Valparaíso, em Santo André. Pagamos um custo por esse serviço! Vai ter desconto? E ponto acumulado traz problemas, porque temos vários idosos no prédio. Não houve comunicado, mas a Prefeitura tem que se manifestar! O governo do Estado não proibiu os serviços de limpeza. Solicitamos providências urgentes.
Reginaldo Amaral
Santo André

Tudo fechado!
Digo ao leitor José Marques (Assustador, dia 20) que em Santo André também está feio o negócio. Tudo fechado: Mappin, Mesbla, Sunshine, Boatinha do Tênis Clube, Quartier, Lojas Glória, Lojas Nippon, Cine Tangará, Cine Carlos Gomes, Cine Studio Center, Hospital Jardim, Blockbuster, Walmart, Clube da Rhodia, domingueira do Primeiro de Maio, Sapeca, domingueira do Meninos, Chaplin, Loja Weigand, Grupo Sérgio, Casa Henrique, Loja 775, Loja OP, Cooperativa da VW, Sancil, Unimed, Faculdade Senador Flaquer. Socorro!
Lucimara Laurindo
Santo André

Povo acéfalo
A providência do presidente do Brasil para conter a pandemia do novo coronavírus no País foi mandar suspender o contrato de trabalho e, consequentemente, o salário dos trabalhadores durante quatro meses. Medida que visa prejudicar o assalariado e beneficiar o empresário. Ninguém viu ou ouviu Bolsonaro pelo menos mencionar outra maneira de buscar frear a pandemia, como, por exemplo, tirar os R$ 2 bilhões destinados ao fundo partidário e recolocar na saúde. Ou qualquer outra medida que não destrua a população. Ainda bem que existem pessoas sensatas que logo se levantaram contra essa medida tomada por Bolsonaro na calada da noite. É este o presidente que ainda tem gente que insiste em defender? Esse cara veio para destruir o Brasil e o brasileiro. Acabemos com o governo dele antes que ele acabe com o Brasil.
Elaide Pereira
Rio Grande da Serra

Vírus chinês?
Eis que surge lá dos rincões do Norte do Brasil, em Rondônia, cidadão contabilista (Domingos Borges da Silva) dando verdadeiro exemplo de patriotismo, honestidade e civismo à grande corja de maus políticos e togados que infestam o Brasil de Norte a Sul, Leste a Oeste. No dia 20 ele deu entrada em ação popular exigindo que a União acione a China exigindo indenização bilionária pela responsabilidade de ter infectado cidadãos do nosso País com o coronavírus vindo daquele país e nos trazendo prejuízos incalculáveis. Cadê Rodrigo Maia para falar em defesa do Brasil e dos brasileiros?
Benone Augusto de Paiva
Capital

Evite pânico!
Não há dúvida de que, com o avanço do coronavírus no Brasil, crescem também sentimentos como medo e incerteza, com o fechamento do comércio e a paralisação parcial do transporte público nas sete cidades do Grande ABC. Até que ponto devemos realmente nos preocupar? Em meio à avalanche de informações desencontradas, primeira recomendação é evitar o pânico. Ninguém raciocina direito quando está desesperado. Por isso, a razão e a inteligência precisam ser acionadas na atual situação pela qual passa a humanidade. Respire fundo e vamos à guerra contra a Covid-19. O vírus já chegou a pelo menos 150 países em todos os continentes, exceto a Antártida. A hora é de cautela!
Turíbio Liberatto
São Caetano 



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Habilidades para tempos de crise

Do Diário do Grande ABC

24/03/2020 | 23:59


Desde o anúncio feito pela OMS (Organização Mundial de Saúde) de que o novo coronavírus se tornou pandemia, a nossa capacidade de enfrentar adversidades e nos adaptar a novo cenário foi colocada à prova. Isso porque passamos a encarar doença desconhecida e que impactou diretamente na nossa forma de viver em sociedade. E mais: nossas ações individuais passaram a afetar ainda mais o coletivo.

Em momentos de incertezas, como este que estamos experienciando, ter habilidades sociais e emocionais é a chave para evitar o surgimento de problemas maiores. Características como autoconhecimento, empatia e espírito colaborativo são essenciais em situações de crise. Principalmente em contexto no qual a atitude de uma pessoa tende a ter efeito de reverberação em milhares. Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de repensar os nossos comportamentos e analisar o quanto podem ser prejudiciais.

O caminho é a conscientização. Ao entender o nosso papel como cidadãos e a importância de ajudar as pessoas, percebemos o quão fundamentais são as medidas preventivas e, assim, evitamos que a contaminação aumente ou que o vírus ganhe nova dimensão. Cabe a cada um tomar decisões de maneira responsável.

Um dos motivos que contribuem para aumentar preocupação acerca do desenvolvimento de habilidades socioemocionais é o fato de as pessoas não saberem como agir. Na educação brasileira, essas capacidades já são obrigatórias em salas de aula e estão inseridas na BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Cada vez mais, crianças estão sendo ensinadas a lidar com emoções por meio de diversos recursos pedagógicos. Jogos têm se destacado ao proporcionar diversão ao mesmo tempo em que possuem regras e estratégias que colocam os estudantes em situações do mundo real. Por consequência, com todas essas inovações, estamos formando jovens preparados para gerenciar suas emoções, manter relações sociais positivas, valorizar o próximo e respeitar a diversidade. Além disso, teremos geração criativa e com maior capacidade de improvisação, habilidades que, em situações de crise, são diferencial.

As escolas agora prepararam o ser humano para o século XXI e o novo coronavírus representa oportunidade de aprender importantes lições sobre os desafios de viver em comunidade e prezar pela vida do outro. É colocar na prática o que muitas vezes foi mostrado para os alunos de forma lúdica. Quando começamos a entender o que estamos sentindo, passamos a enxergar as dificuldades por ângulo diferente e a enfrentamos com tranquilidade e serenidade, tirando muitos aprendizados dos dias difíceis.

Sandra Garcia é diretora pedagógica da empresa Mind Lab.

PALAVRA DO LEITOR

Ações pertinentes
Apesar de ser crítico da gestão do alcaide diademense, não posso deixar de considerar pertinentes e incisivas as ações da municipalidade diademense, que têm como escopo conter a propagação da pandemia da Covid-19. São medidas drásticas e racionais – sem banzé – para evitar o mal maior, principalmente para os grupos de risco, nos quais me incluo. Saudações diademenses fleumáticas preventivas.
João Paulo de Oliveira
Diadema

Reciclagem
Estamos sem coleta de reciclagem no Condomínio Magelis, na Rua Piracicaba, bairro Valparaíso, em Santo André. Pagamos um custo por esse serviço! Vai ter desconto? E ponto acumulado traz problemas, porque temos vários idosos no prédio. Não houve comunicado, mas a Prefeitura tem que se manifestar! O governo do Estado não proibiu os serviços de limpeza. Solicitamos providências urgentes.
Reginaldo Amaral
Santo André

Tudo fechado!
Digo ao leitor José Marques (Assustador, dia 20) que em Santo André também está feio o negócio. Tudo fechado: Mappin, Mesbla, Sunshine, Boatinha do Tênis Clube, Quartier, Lojas Glória, Lojas Nippon, Cine Tangará, Cine Carlos Gomes, Cine Studio Center, Hospital Jardim, Blockbuster, Walmart, Clube da Rhodia, domingueira do Primeiro de Maio, Sapeca, domingueira do Meninos, Chaplin, Loja Weigand, Grupo Sérgio, Casa Henrique, Loja 775, Loja OP, Cooperativa da VW, Sancil, Unimed, Faculdade Senador Flaquer. Socorro!
Lucimara Laurindo
Santo André

Povo acéfalo
A providência do presidente do Brasil para conter a pandemia do novo coronavírus no País foi mandar suspender o contrato de trabalho e, consequentemente, o salário dos trabalhadores durante quatro meses. Medida que visa prejudicar o assalariado e beneficiar o empresário. Ninguém viu ou ouviu Bolsonaro pelo menos mencionar outra maneira de buscar frear a pandemia, como, por exemplo, tirar os R$ 2 bilhões destinados ao fundo partidário e recolocar na saúde. Ou qualquer outra medida que não destrua a população. Ainda bem que existem pessoas sensatas que logo se levantaram contra essa medida tomada por Bolsonaro na calada da noite. É este o presidente que ainda tem gente que insiste em defender? Esse cara veio para destruir o Brasil e o brasileiro. Acabemos com o governo dele antes que ele acabe com o Brasil.
Elaide Pereira
Rio Grande da Serra

Vírus chinês?
Eis que surge lá dos rincões do Norte do Brasil, em Rondônia, cidadão contabilista (Domingos Borges da Silva) dando verdadeiro exemplo de patriotismo, honestidade e civismo à grande corja de maus políticos e togados que infestam o Brasil de Norte a Sul, Leste a Oeste. No dia 20 ele deu entrada em ação popular exigindo que a União acione a China exigindo indenização bilionária pela responsabilidade de ter infectado cidadãos do nosso País com o coronavírus vindo daquele país e nos trazendo prejuízos incalculáveis. Cadê Rodrigo Maia para falar em defesa do Brasil e dos brasileiros?
Benone Augusto de Paiva
Capital

Evite pânico!
Não há dúvida de que, com o avanço do coronavírus no Brasil, crescem também sentimentos como medo e incerteza, com o fechamento do comércio e a paralisação parcial do transporte público nas sete cidades do Grande ABC. Até que ponto devemos realmente nos preocupar? Em meio à avalanche de informações desencontradas, primeira recomendação é evitar o pânico. Ninguém raciocina direito quando está desesperado. Por isso, a razão e a inteligência precisam ser acionadas na atual situação pela qual passa a humanidade. Respire fundo e vamos à guerra contra a Covid-19. O vírus já chegou a pelo menos 150 países em todos os continentes, exceto a Antártida. A hora é de cautela!
Turíbio Liberatto
São Caetano 

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