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Qual a diferença entre monte e montanha?

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Diversas formas do relevo da Terra sempre chamam a atenção por seus tamanhos


Tauana Marin
Diário do Grande ABC

14/03/2020 | 23:59


As principais diferenças entre montanhas e montes são em relação a seu tamanho e origem de formação. As primeiras são constituídas por um agrupamento de morros e podem surgir por causa das falhas tectônicas (ruptura ou cisão de um bloco de rochas ou faixas estreitas da superfície que é responsável pelo deslocamento de suas partes) ou atividades vulcânicas, quando material magnético é expulso do interior da Terra para a superfície. Já o segundo tipo é consequência de processos erosivos (desgaste do solo) ou também pode ser formado por atividades vulcânicas e tectônicas. Ambos são formas do relevo sustentado por rochas.

Exemplo de montanha famosa são os Andes, na América do Sul, que tem a característica de relevo relativamente jovem, com picos aguçados e 6.962 metros de altitude. Um dos montes mais conhecidos internacionalmente é o Kilimanjaro, situado na Tanzânia, próximo da fronteira com o Quênia, ambos países do continente da África, com a formação tendo 5.895 metros de altitude.

É interessante lembrar que os dois tipos de relevos servem para revelar parte da história da Terra ao longo dos anos. São evidências do processo de evolução do solo e, por isso, são importantes recursos naturais que oferecem minerais presentes nas rochas de origem e contribuem para a formação dos recursos hídricos, como as águas doces. Outro detalhe é que estão relacionados ao equilíbrio dos ecossistemas existentes no planeta.

CURIOSIDADES - Pesquisa realizada pelo professor brasileiro Rualdo Menegat, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), revela que a cidade de Machu Picchu, no Peru (América do Sul), foi construída entre falhas geológicas, onde os blocos fraturados podiam ser removidos para encravar as edificações. O local é considerado berço da extinta civilização Inca e sua localização mostra que esse povo escolheu lugares altos e seguros no meio da Cordilheira dos Andes para viver.

No Japão, Monte Fuji é um gigante vulcão que continua ativo, uma vez que o país está em área de intensa atividade tectônica. É um ponto considerado sagrado para os japoneses e sua beleza o colocou na lista do patrimônio mundial da Unesco, reconhecido em 2013.

O Monte Everest, localizado na região da Cordilheira do Himalaia (entre o Tibete e o Nepal), é considerado o ponto mais alto do mundo, com 8.848 metros de altitude. 

Consultoria de Kátia Canil, geógrafa e professora da UFABC (Universidade Federal do ABC) e vice-coordenadora do laboratório de gestão de riscos. 



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