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Fiéis se reúnem na região para refletir durante a Folia

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Tradicional Rebanhão de Carnaval durou três dias e aconteceu em todos os municípios


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

25/02/2020 | 18:04


Cerca de 1.000 pessoas se reuniram na manhã desta terça-feira (25) no ginásio do Parque Prefeito Celso Daniel, em Santo André, no chamado Rebanhão de Carnaval, organizado pela Renovação Carismática Católica, da Diocese andreense. A ação acontece há 25 anos na cidade e nos demais municípios da região. Em Mauá, por exemplo, o movimento se repete há 35. Na edição andreense deste ano, os encontros aconteceram no domingo, segunda-feira e esta terça, das 7h30 às 17h30, entre orações, louvores e a tradicional missa.

“A proposta é oferecer opções nesses dias de Carnaval para as pessoas que desejam uma proposta nova, que não buscam a felicidade nas festas do mundo. É uma ação verdadeiramente evangelizadora”, conta Antônio Carlos Chunques, um dos coordenadores do encontro. Segundo ele, ao longo dos três dias, o número de pessoas se manteve – cerca de 30% do público são rotativos, mas há quem compareça todos os dias.

O tema deste ano foi baseado na carta aos romanos, capítulo 12, versículo 2: ‘E não vos conformeis com este mundo’. “O que podemos tirar de lição é que não podemos desanimar com as coisas que estamos acostumados a ver e ouvir. Podemos ser melhores e melhorar tudo a nossa volta”, reforça Antônio Carlos.

O evento também tem como proposta acolher jovens no período da Folia. “Acreditamos que é preciso que eles tenham castidade e santidade, ou seja, que se preservem sexualmente, já que deve ser um ato realizado dentro do matrimônio, após o casamento. Diferentemente do que vemos acontecer, principalmente, no Carnaval”, completa o coordenador.

Pamela Gonçalves, 30 anos, funcionária de uma imobiliária, conta que voltou ativamente para a igreja há cinco anos. “Dos 16 aos 25 anos, deixei de frequentar para viver esse mundo. Mas me dei conta de que tudo o ele nos oferece, como bebidas, drogas, relacionamentos imprudentes, nos trazem falsas ideias de felicidade momentânea. O que sinto aqui dentro da igreja é algo permanente, que me conecta a mim mesma e a Deus. Me faz muito bem.”

Segundo ela não há julgamentos de sua parte. “Cada pessoa tem seu momento para ter esse encontro com Deus. Eu precisei viver algumas coisas para chegar a essa conclusão.”

A professora Tatiana de Camargo, 39 anos, também estava presente com seu marido, filhos e sogros. A participação ativa na igreja tem um propósito muito maior. “Quero que meus filhos cresçam aqui dentro para que possam escolher os caminhos certos. Juntos, aqui, nos fortificamos, criamos força para enfrentar todas as coisas que tentam nos destruir. Essa é a nossa forma de diversão: nosso alimento para a alma.” As crianças também ocuparam o espaço e se divertiram com os louvores.

Como gesto de solidariedade, a organização arrecadou alimentos não perecíveis.  



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