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Transformação digital nas empresas


Do Diário do Grande ABC

14/02/2020 | 23:59


Com o declínio das incertezas globais, empresas estão redobrando investimentos em TI (Tecnologia da Informação) à medida em que antecipam o crescimento da receita, diz recente estudo do Gartner. A pesquisa destaca o software como o principal mercado em ascensão em 2020, alcançando crescimento de 10,5%. Neste contexto, associado às novas tecnologias que emergem em ritmo acelerado e aos modelos de negócios que evoluem continuamente, torna-se imperativo que a indústria de software seja a grande protagonista dessa história. Pode parecer alarmante, mas a verdade é: ou a empresa de software adere a essa revolução tecnológica, modernizando-se e acompanhando a nova indústria, ou ficará no meio do caminho. Principais desafios das empresas:

1 – Inovação tecnológica: que abrange desde a maneira como a empresa costumava desenvolver seu software (passando por linguagem, modelo nuvem e on premise (software instalado nos servidores locais da empresa), uso de containers e microsserviço, etc.) até o processo atual, que contempla a aderência do software a tendências como big data, internet das coisas e machine learning (ramo da inteligência artificial baseado na ideia de que sistemas podem aprender com dados).

2 – Modelo de negócio: que evolui de modelo de licenças para o de assinatura mensal, mudando o fluxo de caixa do fabricante do software e do cliente final, já que sai de modelo capex (investimento em bens de capital) para opex (despesas operacionais), além de exigir novas técnicas de vendas SaaS (Software como serviço), como a criação de verdadeira máquina de vendas.

3 – Velocidade: agilidade que a empresa terá para conquistar o mercado passa a ser essencial e, normalmente, o empresário esbarra no orçamento disponível para investir em crescer. É aí que entra o universo dos investidores, como os capitais de investimento e investidores-anjo. Crescer apenas com o dinheiro do bolso tornou-se muito mais difícil porque o mercado não tem mais esse tempo, ou ele será engolido por grande corporação, ou a necessidade já terá mudado quando a empresa alcançar a escala necessária e ele estará obsoleto.

Não existe solução mágica para a alavancagem da transformação digital nas empresas, mas sim conjunto de ações que passam pelos pilares comercial, técnicos em captação e de aceleração do negócio. Ao aderir a essas diretrizes, as empresas de software e integradores adquirem, na mesma proporção, maior vantagem competitiva, alinhamento com novas tecnologias digitais que contribuem para aprimorar o desenvolvimento de produtos e serviços, além de maior segurança e agilidade para tomar decisões no dia a dia.
Ricardo Brandão é CEO da startup Sky.One e patrocinador do Sky One Connect.

PALAVRA DO LEITOR

Só no Diário
Gostaria de entender os critérios jornalísticos dos veículos de comunicação do Grande ABC. Todos parecem estar muito preocupados com o desenvolvimento e o bem-estar das sete cidades, mas quando há notícia boa, como a união entre os deputados Carla Morando e Thiago Auricchio, para a obtenção de verba para construir ala de cuidados paliativos no Hospital Mário Covas, ou os jornais dão apenas pequenos registros, como foi o caso deste Diário (Política, dia 13), ou então simplesmente ignoram, como ocorreu com os outros. Tinha de ser manchete! Pior ainda foram aqueles que publicaram a notícia em seus sites na internet, mas, sabe-se lá por quais motivos, apagaram minutos depois. Lamentável.
Antonio Oswaldo das Neves
Santo André


Vitória social?
Recentemente, li neste Diário Artigo do presidente da Afresp, Rodrigo Spada, sobre a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de considerar apropriação indébita, sujeitos à prisão seus praticantes, em caso de eventual não recolhimento aos cofres públicos dos valores cobrados da sociedade a título de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), rotulando tal decisão como ‘vitória social’ (Opinião, dia 8). Ao meu ver, equivocada a afirmativa por diversos motivos, entre os quais destaco que não devia ser da responsabilidade dos empresários cobrar o ICMS para depois repassá-lo aos Estados. O antigo IVC (Imposto de Vendas e Consignação), que vigorou até 1966, substituído pelo ICM a partir de 1967, já previa o aporte de ‘verba’ referente ao IVC, que era recolhida na rede bancária diretamente ao Estado. Antes de considerar ‘vitória social’, a possibilidade de prisão de empresários, na maioria pequenos e médios, porque grandes se safam sempre com bons advogados, deveria a Afresp colaborar para mudança do modelo de arrecadação do ICMS, imposto que deveria ser carreado diretamente ao Estado, como ocorre em países onde se praticam cobranças de modo civilizado.
Aimardi Perez de Oliveira
São Bernardo


Crime ambiental
O ex-chefe de gabinete da Prefeitura de São Caetano Antônio de Pádua Tortorello cometeu crimes contra o meio ambiente, em Ribeirão Pires, atingindo área de 25.379 metros quadrados, segundo técnicos da Secretaria de Meio Ambiente do município. Destruiu ilegalmente mata nativa e movimentou terra na referida área, segundo a reportagem deste <CF52>Diário</CF> <CF51>(Política, dia 8)</CF>. Pádua foi multado em R$ 6,7 milhões pela Prefeitura de Ribeirão Pires. Será que o valor da multa é suficiente para reparar os danos ambientais cometidos pelo infrator? Segundo a lei, ele teria que replantar o mesmo número de plantas cortadas em outros locais. Mas é muita incoerência cortar árvore já em fase adulta e querer substituí-la plantando muda em outro local, sem os devidos cuidados. Até porque, essa muda não irá substituir de imediato a árvore sacrificada. E tem mais: o texto diz que o infrator não recorreu da multa. Quando será que ele irá pagar pelo crime ambiental cometido? Parece que isso vai acabar passando para o esquecimento.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema


Reality da vida
Enquanto por um lado se comemora protagonismo das mulheres em algumas áreas e se enaltece sua importância na sociedade, por outro, ainda são muitos os espaços e mentes nos quais a mulher tem de se impor e lutar para fazer valer igualdade de direitos. Por conta de reality show na TV o feminismo foi assunto que dominou grande parte das redes sociais e fez com que brasileiros discutissem o tema. Mesmo para quem não é fã, como eu, do Big Brother Brasil, é de extrema relevância entender que é possível fazer retrato fiel do que acontece fora do show, na realidade. ‘Aqui fora’ mulheres e homens não têm a mesma chance de sucesso, mesmo disputando a mesma coisa. Prova disso foi a maneira articulada de grupo de homens que se uniu para desmoralizar mulheres comprometidas na casa. A própria estratégia de elegê-las ‘inimigas’ já supõe que elas seriam mais frágeis, ainda mais se utilizando do artifício da sedução para atingir objetivo de eliminá-las. No meio do plano perverso um dos participantes ainda assediou a colega e o caso foi parar na polícia. Na vida real não tem se mostrado diferente essa prática nefasta.
Turíbio Liberatto
São Caetano 



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Transformação digital nas empresas

Do Diário do Grande ABC

14/02/2020 | 23:59


Com o declínio das incertezas globais, empresas estão redobrando investimentos em TI (Tecnologia da Informação) à medida em que antecipam o crescimento da receita, diz recente estudo do Gartner. A pesquisa destaca o software como o principal mercado em ascensão em 2020, alcançando crescimento de 10,5%. Neste contexto, associado às novas tecnologias que emergem em ritmo acelerado e aos modelos de negócios que evoluem continuamente, torna-se imperativo que a indústria de software seja a grande protagonista dessa história. Pode parecer alarmante, mas a verdade é: ou a empresa de software adere a essa revolução tecnológica, modernizando-se e acompanhando a nova indústria, ou ficará no meio do caminho. Principais desafios das empresas:

1 – Inovação tecnológica: que abrange desde a maneira como a empresa costumava desenvolver seu software (passando por linguagem, modelo nuvem e on premise (software instalado nos servidores locais da empresa), uso de containers e microsserviço, etc.) até o processo atual, que contempla a aderência do software a tendências como big data, internet das coisas e machine learning (ramo da inteligência artificial baseado na ideia de que sistemas podem aprender com dados).

2 – Modelo de negócio: que evolui de modelo de licenças para o de assinatura mensal, mudando o fluxo de caixa do fabricante do software e do cliente final, já que sai de modelo capex (investimento em bens de capital) para opex (despesas operacionais), além de exigir novas técnicas de vendas SaaS (Software como serviço), como a criação de verdadeira máquina de vendas.

3 – Velocidade: agilidade que a empresa terá para conquistar o mercado passa a ser essencial e, normalmente, o empresário esbarra no orçamento disponível para investir em crescer. É aí que entra o universo dos investidores, como os capitais de investimento e investidores-anjo. Crescer apenas com o dinheiro do bolso tornou-se muito mais difícil porque o mercado não tem mais esse tempo, ou ele será engolido por grande corporação, ou a necessidade já terá mudado quando a empresa alcançar a escala necessária e ele estará obsoleto.

Não existe solução mágica para a alavancagem da transformação digital nas empresas, mas sim conjunto de ações que passam pelos pilares comercial, técnicos em captação e de aceleração do negócio. Ao aderir a essas diretrizes, as empresas de software e integradores adquirem, na mesma proporção, maior vantagem competitiva, alinhamento com novas tecnologias digitais que contribuem para aprimorar o desenvolvimento de produtos e serviços, além de maior segurança e agilidade para tomar decisões no dia a dia.
Ricardo Brandão é CEO da startup Sky.One e patrocinador do Sky One Connect.

PALAVRA DO LEITOR

Só no Diário
Gostaria de entender os critérios jornalísticos dos veículos de comunicação do Grande ABC. Todos parecem estar muito preocupados com o desenvolvimento e o bem-estar das sete cidades, mas quando há notícia boa, como a união entre os deputados Carla Morando e Thiago Auricchio, para a obtenção de verba para construir ala de cuidados paliativos no Hospital Mário Covas, ou os jornais dão apenas pequenos registros, como foi o caso deste Diário (Política, dia 13), ou então simplesmente ignoram, como ocorreu com os outros. Tinha de ser manchete! Pior ainda foram aqueles que publicaram a notícia em seus sites na internet, mas, sabe-se lá por quais motivos, apagaram minutos depois. Lamentável.
Antonio Oswaldo das Neves
Santo André


Vitória social?
Recentemente, li neste Diário Artigo do presidente da Afresp, Rodrigo Spada, sobre a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de considerar apropriação indébita, sujeitos à prisão seus praticantes, em caso de eventual não recolhimento aos cofres públicos dos valores cobrados da sociedade a título de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), rotulando tal decisão como ‘vitória social’ (Opinião, dia 8). Ao meu ver, equivocada a afirmativa por diversos motivos, entre os quais destaco que não devia ser da responsabilidade dos empresários cobrar o ICMS para depois repassá-lo aos Estados. O antigo IVC (Imposto de Vendas e Consignação), que vigorou até 1966, substituído pelo ICM a partir de 1967, já previa o aporte de ‘verba’ referente ao IVC, que era recolhida na rede bancária diretamente ao Estado. Antes de considerar ‘vitória social’, a possibilidade de prisão de empresários, na maioria pequenos e médios, porque grandes se safam sempre com bons advogados, deveria a Afresp colaborar para mudança do modelo de arrecadação do ICMS, imposto que deveria ser carreado diretamente ao Estado, como ocorre em países onde se praticam cobranças de modo civilizado.
Aimardi Perez de Oliveira
São Bernardo


Crime ambiental
O ex-chefe de gabinete da Prefeitura de São Caetano Antônio de Pádua Tortorello cometeu crimes contra o meio ambiente, em Ribeirão Pires, atingindo área de 25.379 metros quadrados, segundo técnicos da Secretaria de Meio Ambiente do município. Destruiu ilegalmente mata nativa e movimentou terra na referida área, segundo a reportagem deste <CF52>Diário</CF> <CF51>(Política, dia 8)</CF>. Pádua foi multado em R$ 6,7 milhões pela Prefeitura de Ribeirão Pires. Será que o valor da multa é suficiente para reparar os danos ambientais cometidos pelo infrator? Segundo a lei, ele teria que replantar o mesmo número de plantas cortadas em outros locais. Mas é muita incoerência cortar árvore já em fase adulta e querer substituí-la plantando muda em outro local, sem os devidos cuidados. Até porque, essa muda não irá substituir de imediato a árvore sacrificada. E tem mais: o texto diz que o infrator não recorreu da multa. Quando será que ele irá pagar pelo crime ambiental cometido? Parece que isso vai acabar passando para o esquecimento.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema


Reality da vida
Enquanto por um lado se comemora protagonismo das mulheres em algumas áreas e se enaltece sua importância na sociedade, por outro, ainda são muitos os espaços e mentes nos quais a mulher tem de se impor e lutar para fazer valer igualdade de direitos. Por conta de reality show na TV o feminismo foi assunto que dominou grande parte das redes sociais e fez com que brasileiros discutissem o tema. Mesmo para quem não é fã, como eu, do Big Brother Brasil, é de extrema relevância entender que é possível fazer retrato fiel do que acontece fora do show, na realidade. ‘Aqui fora’ mulheres e homens não têm a mesma chance de sucesso, mesmo disputando a mesma coisa. Prova disso foi a maneira articulada de grupo de homens que se uniu para desmoralizar mulheres comprometidas na casa. A própria estratégia de elegê-las ‘inimigas’ já supõe que elas seriam mais frágeis, ainda mais se utilizando do artifício da sedução para atingir objetivo de eliminá-las. No meio do plano perverso um dos participantes ainda assediou a colega e o caso foi parar na polícia. Na vida real não tem se mostrado diferente essa prática nefasta.
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