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‘O Vison Voador’ volta ao ABC


Mauro Fernando
Do Diário do Grande ABC

09/02/2001 | 19:00


Vaudeville explícito, O Vison Voador volta neste fim de semana ao Grande ABC: fica em cartaz sábado e domingo no Teatro Lauro Gomes, em São Bernardo. A peça reúne especialistas em comédias, como os ingleses Ray Cooney e John Chapmann (autores também de Camas Redondas, Casais Quadrados), Marcos Caruso (responsável pela adaptação) e Ary Toledo (o diretor).

Quiprocós, situações imprevistas e muita movimentação caracterizam o espetáculo. Gilberto (Raimundo de Souza) é o dono de uma peleteria que resolve dar um casaco de vison à amante, Silvia (Aldine Muller). O problema é que os dois são casados. Ele, com Beatriz (Daliléia Ayala) e ela, com Cesar (Denis Derkian).

Armando (Ariel Moshe) é o estilista da loja e Rosita (Miriam Lins), a secretária. Para que Cesar – que tem uma amante, Brigite (Luiza Ambiel), namorada de Alberto (Giovanni Grecco) – não desconfie do presente, eles o induzem a comprá-lo por R$ 2 mil. O preço verdadeiro é R$ 20 mil.

Se o vison está no centro das confusões, trocando de mãos várias vezes, é Armando – excelente interpretação de Moshe – quem conduz as ações na peça, ora criando, involuntariamente, situações constrangedoras, ora evitando-as. O ator conta que procura inspiração nas dificuldades do trabalho. “Busco resolvê-las”, afirma. Além disso, atores de inegável comicidade, como Jerry Lewis e Oscarito, também acrescentaram na construção do personagem.

A montagem estreou em São Paulo em agosto, com David Pinheiro no papel de Gilberto e Paula Melissa no de Silvia. Para Aldine, a troca de atores não prejudica a encenação. “Cada um se emociona de uma forma e acrescenta um toque”, diz. “Atores novos adicionam novidades ao cotidiano da montagem”, confirma Moshe.

A produtora Marly Marley, que integrou o elenco da montagem de O Vison Voador que ficou seis anos em cartaz nos anos 80, endossa a tese de Aldine e Moshe. “A única diferença é a forma de representar, pois os atores seguem o que o diretor diz”, afirma. Renato Scripilliti, um dos profissionais mais requisitados do teatro brasileiro, assina o cenário da peça.



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‘O Vison Voador’ volta ao ABC

Mauro Fernando
Do Diário do Grande ABC

09/02/2001 | 19:00


Vaudeville explícito, O Vison Voador volta neste fim de semana ao Grande ABC: fica em cartaz sábado e domingo no Teatro Lauro Gomes, em São Bernardo. A peça reúne especialistas em comédias, como os ingleses Ray Cooney e John Chapmann (autores também de Camas Redondas, Casais Quadrados), Marcos Caruso (responsável pela adaptação) e Ary Toledo (o diretor).

Quiprocós, situações imprevistas e muita movimentação caracterizam o espetáculo. Gilberto (Raimundo de Souza) é o dono de uma peleteria que resolve dar um casaco de vison à amante, Silvia (Aldine Muller). O problema é que os dois são casados. Ele, com Beatriz (Daliléia Ayala) e ela, com Cesar (Denis Derkian).

Armando (Ariel Moshe) é o estilista da loja e Rosita (Miriam Lins), a secretária. Para que Cesar – que tem uma amante, Brigite (Luiza Ambiel), namorada de Alberto (Giovanni Grecco) – não desconfie do presente, eles o induzem a comprá-lo por R$ 2 mil. O preço verdadeiro é R$ 20 mil.

Se o vison está no centro das confusões, trocando de mãos várias vezes, é Armando – excelente interpretação de Moshe – quem conduz as ações na peça, ora criando, involuntariamente, situações constrangedoras, ora evitando-as. O ator conta que procura inspiração nas dificuldades do trabalho. “Busco resolvê-las”, afirma. Além disso, atores de inegável comicidade, como Jerry Lewis e Oscarito, também acrescentaram na construção do personagem.

A montagem estreou em São Paulo em agosto, com David Pinheiro no papel de Gilberto e Paula Melissa no de Silvia. Para Aldine, a troca de atores não prejudica a encenação. “Cada um se emociona de uma forma e acrescenta um toque”, diz. “Atores novos adicionam novidades ao cotidiano da montagem”, confirma Moshe.

A produtora Marly Marley, que integrou o elenco da montagem de O Vison Voador que ficou seis anos em cartaz nos anos 80, endossa a tese de Aldine e Moshe. “A única diferença é a forma de representar, pois os atores seguem o que o diretor diz”, afirma. Renato Scripilliti, um dos profissionais mais requisitados do teatro brasileiro, assina o cenário da peça.

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