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Para Volpi, é indiferente encarar Kiko ou Roncon

Ricardo Trida/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

14/01/2020 | 00:02


Pré-candidato ao Paço de Ribeirão Pires, o ex-prefeito Clóvis Volpi (PL) declarou que trabalha com a possibilidade de concorrer na eleição deste ano sem a participação do prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB). O socialista foi condenado por improbidade administrativa quando ainda era chefe do Executivo de Rio Grande da Serra e tem dito a aliados próximos que pode não disputar a reeleição.

Volpi acredita que o sucessor natural de Kiko é o vice-prefeito Gabriel Roncon (PTB). O ex-prefeito, porém, afirmou que vê com “indiferença” a participação de Kiko ou Roncon.

“Para mim é indiferente (a candidatura de Kiko ou de Gabriel Roncon). Kiko montou uma máquina pública muito grande, com mais de 400 comissionados. Qualquer um dos dois, Kiko ou o vice-prefeito, se beneficiarão da máquina pública”, analisou Volpi.

Ainda segundo o ex-prefeito, Kiko tem nove meses para tentar “virar o jogo” e apresentar o trabalho que está realizando à frente do Executivo da cidade. O grande problema, na visão de Volpi, é que Kiko não tem nenhuma grande obra para entregar até a data da eleição. “Sei que ele ainda está licitando algumas obras na cidade, mas isso leva meses (para serem entregues). Em nove meses é difícil apresentar uma grande obra”, declarou.

Sobre a atual gestão, Volpi criticou o fato de o Executivo contar com 21 secretarias, o que, para ele, “é muita coisa para uma cidade do tamanho de Ribeirão.” “Se eu ganhar vou trabalhar com apenas 11 pastas. Dessa forma a cidade não engrena, a máquina (pública) está muito grande.”

Apesar de já estar nas ruas com reuniões de pré-campanha, Volpi não fechou debate sobre quem será seu vice na eleição. O ex-prefeito disse que tem conversado com políticos e planeja selecionar o nome em março deste ano.

“Há conversas em andamento. Eu projeto que em março já tenhamos escolhido o nome. Vamos esperar a janela de mudança de partido (que vai de março a abril) para decidir de forma mais tranquila um nome”, avaliou. Nos bastidores, corre a possibilidade de o vereador de oposição Humberto D’Orto, o Amigão (PTC), ser pinçado ao posto. “Estamos conversando”, despistou Volpi. Por sua vez, Amigão tem adotado cautela na hora de falar sobre a possível parceria com o ex-prefeito. 



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Para Volpi, é indiferente encarar Kiko ou Roncon

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

14/01/2020 | 00:02


Pré-candidato ao Paço de Ribeirão Pires, o ex-prefeito Clóvis Volpi (PL) declarou que trabalha com a possibilidade de concorrer na eleição deste ano sem a participação do prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB). O socialista foi condenado por improbidade administrativa quando ainda era chefe do Executivo de Rio Grande da Serra e tem dito a aliados próximos que pode não disputar a reeleição.

Volpi acredita que o sucessor natural de Kiko é o vice-prefeito Gabriel Roncon (PTB). O ex-prefeito, porém, afirmou que vê com “indiferença” a participação de Kiko ou Roncon.

“Para mim é indiferente (a candidatura de Kiko ou de Gabriel Roncon). Kiko montou uma máquina pública muito grande, com mais de 400 comissionados. Qualquer um dos dois, Kiko ou o vice-prefeito, se beneficiarão da máquina pública”, analisou Volpi.

Ainda segundo o ex-prefeito, Kiko tem nove meses para tentar “virar o jogo” e apresentar o trabalho que está realizando à frente do Executivo da cidade. O grande problema, na visão de Volpi, é que Kiko não tem nenhuma grande obra para entregar até a data da eleição. “Sei que ele ainda está licitando algumas obras na cidade, mas isso leva meses (para serem entregues). Em nove meses é difícil apresentar uma grande obra”, declarou.

Sobre a atual gestão, Volpi criticou o fato de o Executivo contar com 21 secretarias, o que, para ele, “é muita coisa para uma cidade do tamanho de Ribeirão.” “Se eu ganhar vou trabalhar com apenas 11 pastas. Dessa forma a cidade não engrena, a máquina (pública) está muito grande.”

Apesar de já estar nas ruas com reuniões de pré-campanha, Volpi não fechou debate sobre quem será seu vice na eleição. O ex-prefeito disse que tem conversado com políticos e planeja selecionar o nome em março deste ano.

“Há conversas em andamento. Eu projeto que em março já tenhamos escolhido o nome. Vamos esperar a janela de mudança de partido (que vai de março a abril) para decidir de forma mais tranquila um nome”, avaliou. Nos bastidores, corre a possibilidade de o vereador de oposição Humberto D’Orto, o Amigão (PTC), ser pinçado ao posto. “Estamos conversando”, despistou Volpi. Por sua vez, Amigão tem adotado cautela na hora de falar sobre a possível parceria com o ex-prefeito. 

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