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Como funciona o relógio de sol?

Item é construído com pedra e madeira, basicamente; posição da sombra indica hora do dia


Tauana Marin
Diário do Grande ABC

17/11/2019 | 07:00


O relógio de sol, feito na maioria das vezes com pedra e madeira, era utilizado pelos povos antigos a fim de marcar o tempo para realizarem as tarefas do dia a dia. É difícil definir uma data exata, mas estudiosos estimam que o item tenha surgido por volta de 1500 a.C. (antes de Cristo) pelos babilônios; já segundo outros estudos, o equipamento pode ter surgido no Egito.

Utilizando haste vertical colocada no centro de um círculo, com a iluminação solar era possível saber qual era o período do dia, de acordo com a sombra feita no chão. Ou seja, a movimentação do Sol gera mudança na ‘mancha’ produzida por seu reflexo na haste, passando sucessivamente pelas linhas que indicam o passar das horas.

Ao amanhecer a sombra estará bem longa, ao meio dia ela estará no seu tamanho mínimo e, ao entardecer, volta a alongar-se novamente.
O ponto negativo desse tipo sistema é que só funciona em dias ensolarados. O item não necessita de força mecânica para funcionar.

EXEMPLARES - Ainda é possível encontrar esses relógios, principalmente em jardins de cidades do interior no País, como decoração e atrativo turístico; ou mesmo, como resquício histórico de grandes civilizações. A Sabina Escola Parque do Conhecimento, em Santo André, também conta um entre suas atrações.

Um dos relógios de sol mais antigos está no museu de Berlim. Acredita-se que esse exemplar foi utilizado no Egito entre os séculos XVI e XV a.C (antes de Cristo);

Geralmente, este equipamento só marcava as horas, pois possuía apenas um ponteiro, chamado de gnômon; por isso era pouco preciso.

Consulta de Denis Rizzo Morais, professor de história do Colégio Universitário da USCS (Universidade Municipal de São Caetano). 



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Como funciona o relógio de sol?

Item é construído com pedra e madeira, basicamente; posição da sombra indica hora do dia

Tauana Marin
Diário do Grande ABC

17/11/2019 | 07:00


O relógio de sol, feito na maioria das vezes com pedra e madeira, era utilizado pelos povos antigos a fim de marcar o tempo para realizarem as tarefas do dia a dia. É difícil definir uma data exata, mas estudiosos estimam que o item tenha surgido por volta de 1500 a.C. (antes de Cristo) pelos babilônios; já segundo outros estudos, o equipamento pode ter surgido no Egito.

Utilizando haste vertical colocada no centro de um círculo, com a iluminação solar era possível saber qual era o período do dia, de acordo com a sombra feita no chão. Ou seja, a movimentação do Sol gera mudança na ‘mancha’ produzida por seu reflexo na haste, passando sucessivamente pelas linhas que indicam o passar das horas.

Ao amanhecer a sombra estará bem longa, ao meio dia ela estará no seu tamanho mínimo e, ao entardecer, volta a alongar-se novamente.
O ponto negativo desse tipo sistema é que só funciona em dias ensolarados. O item não necessita de força mecânica para funcionar.

EXEMPLARES - Ainda é possível encontrar esses relógios, principalmente em jardins de cidades do interior no País, como decoração e atrativo turístico; ou mesmo, como resquício histórico de grandes civilizações. A Sabina Escola Parque do Conhecimento, em Santo André, também conta um entre suas atrações.

Um dos relógios de sol mais antigos está no museu de Berlim. Acredita-se que esse exemplar foi utilizado no Egito entre os séculos XVI e XV a.C (antes de Cristo);

Geralmente, este equipamento só marcava as horas, pois possuía apenas um ponteiro, chamado de gnômon; por isso era pouco preciso.

Consulta de Denis Rizzo Morais, professor de história do Colégio Universitário da USCS (Universidade Municipal de São Caetano). 

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