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Polo mais competitivo e sustentável


Do Diário do Grande ABC

17/10/2019 | 12:02


Mediante o desenvolvimento intelectual e tecnológico das indústrias químicas, a manutenção se tornou fator de sustentabilidade. A combinação de estudos de confiabilidade com ações preditivas e preventivas assegurou confiança na entrega de produtos dentro de prazos e custos estabelecidos e, acima de tudo, segurança de trabalhadores e cuidado com o meio ambiente. 

No Polo Petroquímico do ABC, o desenvolvimento tecnológico está a todo vapor. Há infinidade de iniciativas sendo aplicadas nas empresas, que visam atualização de forma a identificar inovações aplicáveis, como tecnologias que ajudem os profissionais a obter melhores diagnósticos dos ativos em tempo real para tomada de ações antes da ocorrência de falhas.

Em linhas gerais, a internet das coisas tem sido o foco das plantas, com monitoramento inteligente de máquinas para avaliação on-line do processo produtivo. A chegada da indústria 4.0, que permite obtenção de grande massa de dados em tempo real e estratificação rápida de diagnósticos dos ativos, tem enorme valor para a agilidade de ações e a sustentabilidade do negócio.

Assim, a quarta revolução industrial é vista como caminho natural para as indústrias químicas, que têm a responsabilidade de refinar continuamente os níveis de segurança, saúde, meio ambiente e confiabilidade das operações, atuam com demanda de produção em escala e enfrentam grande concorrência de mercado, o que desperta interesse ainda maior do setor pela indústria 4.0. 

A disseminação de boas práticas na área é feita pelo GT (Grupo de Trabalho) de Manutenção, do Cofip ABC (Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC), cujo objetivo é fomentar a união das empresas do polo para alavancar melhor sinergia entre as indústrias e disseminar boas práticas aplicadas, em especial no controle de ativos e segurança de processos. 

Assim, o GT realiza série de atividades, como reuniões mensais em cada planta, com identificação de particularidades, como estrutura, rede de fornecedores e rotinas de manutenção, mas, sobretudo, boas práticas aplicadas. Recentemente, houve workshop para disseminação do conhecimento destas boas práticas para os funcionários do polo.

O propósito dos workshops é criar vivência mais acessível aos profissionais que trabalham no chão de fábrica, técnicos e engenheiros, de modo que todos entendam o papel do GT de Manutenção, que é integrar equipes e disseminar conhecimento. Neste processo, cria-se sinergia entre as empresas e, assim, torna-se o polo mais competitivo e sustentável. 

Eduardo Chicon é coordenador do grupo de trabalho de manutenção do Cofip ABC (Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC). 

Ligação

Certo ‘petralha’ ligou para um ex- prefeito (que agora deixou de ser petralha) para convencê-lo a não se desfiliar do partido (Política, ontem). Tenho certeza de que o ex-prefeito dormiu ao telefone.

Breno Reginaldo Silva

Santo André

2ª instância – 1

Se criminosos e corruptos presos não fossem ricos e políticos famosos, o STF (Supremo Tribunal Federal) ficaria aceitando discutir, rediscutir, ‘re-rediscutir’ a prisão em segunda instância? Duvido!

Tânia Tavares

Capital

2ª instância – 2

Não dá para mudar lei como se muda de roupa. Amanhã nossa ‘suprema vergonha’ colocará novamente em votação prisão em segunda Instância. Isso após três anos que a mesma Corte decidiu em favor. São milhares de bandidos que provavelmente ficarão livres até serem julgados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), última instância, que não julga ninguém. Como alguns ministros surpreendentemente mudaram de ideia nesses últimos anos, principalmente quando foram presos bandidos de ‘estimação’, voltam ao julgamento na maior desfaçatez. Nos últimos 30 anos foram instituídas leis para ajudar bandidos corruptos. E ao povo, que paga as contas, nada. Fora que o Congresso, que tem as mãos sujas de corrupção, se mantém de cócoras ao STF. Parecem bandidos protegendo bandidos. Só que o povo não dorme mais em berço esplêndido. Vão encarar?

Beatriz Campos

Capital

Catástrofes

Há desprestígio da engenharia brasileira, que é a causa de todas as catástrofes anunciadas, como agora, no desabamento de prédio no Ceará, em Muzema, no Rio, etc. Essa complacência brasileira acaba saindo caro para o Estado, em ao acudir essas catástrofes, causa aumento nos gastos municipais, federais e estaduais, em homens deslocados no atendimento, equipamentos, hospitais médicos, remédios e até previdência em casos de morte.

Ciro Bondesan dos Santos

São José dos Campos (SP)

Resposta

Em relação à reportagem ‘População sofre com ausência de médicos’ (Setecidades, ontem), a Prefeitura de Diadema informa que não procede a informação de que ‘a unidade perdeu três profissionais nos últimos quatro meses’. A respeito das demais informações, a Prefeitura esclarece que: a UBS (Unidade Básica de Saúde) Maria Tereza possui três equipes de Saúde da Família, um ginecologista, duas pediatras, sendo uma temporariamente de licença médica, além de psicólogo, fonoaudiólogo, assistente social e nutricionista; A UBS possui três médicos generalistas, sendo que um está temporariamente de licença médica. Neste ano, houve a saída de profissionais, que já foram repostos e a equipe profissional está completa; não há falta do medicamento dipirona. A UBS disponibiliza dipirona em gotas; quanto ao atendimento, a unidade realiza acolhimento à demanda espontânea diariamente e o agendamento segue critérios de priorização. Atualmente, não há tempo de espera para as especialidades do Nasf (Núcleo Ampliado de Saúde da Família) e o atendimento se dá a partir da solicitação da equipe de Saúde da Família. Hoje a unidade tem quadro completo, à exceção das licenças médicas, pontuais, temporárias e o atendimento é realizado pelos demais profissionais da equipe, não havendo prejuízo aos pacientes; não procede o tempo de espera de dois meses para agendamento de pediatria. Mesmo com a licença médica de uma profissional, a pediatria tem vaga para agendamento em novembro.

Prefeitura de Diadema

Nota da Redação – O Diário mantém as informações.

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Polo mais competitivo e sustentável

Do Diário do Grande ABC

17/10/2019 | 12:02


Mediante o desenvolvimento intelectual e tecnológico das indústrias químicas, a manutenção se tornou fator de sustentabilidade. A combinação de estudos de confiabilidade com ações preditivas e preventivas assegurou confiança na entrega de produtos dentro de prazos e custos estabelecidos e, acima de tudo, segurança de trabalhadores e cuidado com o meio ambiente. 

No Polo Petroquímico do ABC, o desenvolvimento tecnológico está a todo vapor. Há infinidade de iniciativas sendo aplicadas nas empresas, que visam atualização de forma a identificar inovações aplicáveis, como tecnologias que ajudem os profissionais a obter melhores diagnósticos dos ativos em tempo real para tomada de ações antes da ocorrência de falhas.

Em linhas gerais, a internet das coisas tem sido o foco das plantas, com monitoramento inteligente de máquinas para avaliação on-line do processo produtivo. A chegada da indústria 4.0, que permite obtenção de grande massa de dados em tempo real e estratificação rápida de diagnósticos dos ativos, tem enorme valor para a agilidade de ações e a sustentabilidade do negócio.

Assim, a quarta revolução industrial é vista como caminho natural para as indústrias químicas, que têm a responsabilidade de refinar continuamente os níveis de segurança, saúde, meio ambiente e confiabilidade das operações, atuam com demanda de produção em escala e enfrentam grande concorrência de mercado, o que desperta interesse ainda maior do setor pela indústria 4.0. 

A disseminação de boas práticas na área é feita pelo GT (Grupo de Trabalho) de Manutenção, do Cofip ABC (Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC), cujo objetivo é fomentar a união das empresas do polo para alavancar melhor sinergia entre as indústrias e disseminar boas práticas aplicadas, em especial no controle de ativos e segurança de processos. 

Assim, o GT realiza série de atividades, como reuniões mensais em cada planta, com identificação de particularidades, como estrutura, rede de fornecedores e rotinas de manutenção, mas, sobretudo, boas práticas aplicadas. Recentemente, houve workshop para disseminação do conhecimento destas boas práticas para os funcionários do polo.

O propósito dos workshops é criar vivência mais acessível aos profissionais que trabalham no chão de fábrica, técnicos e engenheiros, de modo que todos entendam o papel do GT de Manutenção, que é integrar equipes e disseminar conhecimento. Neste processo, cria-se sinergia entre as empresas e, assim, torna-se o polo mais competitivo e sustentável. 

Eduardo Chicon é coordenador do grupo de trabalho de manutenção do Cofip ABC (Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC). 

Ligação

Certo ‘petralha’ ligou para um ex- prefeito (que agora deixou de ser petralha) para convencê-lo a não se desfiliar do partido (Política, ontem). Tenho certeza de que o ex-prefeito dormiu ao telefone.

Breno Reginaldo Silva

Santo André

2ª instância – 1

Se criminosos e corruptos presos não fossem ricos e políticos famosos, o STF (Supremo Tribunal Federal) ficaria aceitando discutir, rediscutir, ‘re-rediscutir’ a prisão em segunda instância? Duvido!

Tânia Tavares

Capital

2ª instância – 2

Não dá para mudar lei como se muda de roupa. Amanhã nossa ‘suprema vergonha’ colocará novamente em votação prisão em segunda Instância. Isso após três anos que a mesma Corte decidiu em favor. São milhares de bandidos que provavelmente ficarão livres até serem julgados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), última instância, que não julga ninguém. Como alguns ministros surpreendentemente mudaram de ideia nesses últimos anos, principalmente quando foram presos bandidos de ‘estimação’, voltam ao julgamento na maior desfaçatez. Nos últimos 30 anos foram instituídas leis para ajudar bandidos corruptos. E ao povo, que paga as contas, nada. Fora que o Congresso, que tem as mãos sujas de corrupção, se mantém de cócoras ao STF. Parecem bandidos protegendo bandidos. Só que o povo não dorme mais em berço esplêndido. Vão encarar?

Beatriz Campos

Capital

Catástrofes

Há desprestígio da engenharia brasileira, que é a causa de todas as catástrofes anunciadas, como agora, no desabamento de prédio no Ceará, em Muzema, no Rio, etc. Essa complacência brasileira acaba saindo caro para o Estado, em ao acudir essas catástrofes, causa aumento nos gastos municipais, federais e estaduais, em homens deslocados no atendimento, equipamentos, hospitais médicos, remédios e até previdência em casos de morte.

Ciro Bondesan dos Santos

São José dos Campos (SP)

Resposta

Em relação à reportagem ‘População sofre com ausência de médicos’ (Setecidades, ontem), a Prefeitura de Diadema informa que não procede a informação de que ‘a unidade perdeu três profissionais nos últimos quatro meses’. A respeito das demais informações, a Prefeitura esclarece que: a UBS (Unidade Básica de Saúde) Maria Tereza possui três equipes de Saúde da Família, um ginecologista, duas pediatras, sendo uma temporariamente de licença médica, além de psicólogo, fonoaudiólogo, assistente social e nutricionista; A UBS possui três médicos generalistas, sendo que um está temporariamente de licença médica. Neste ano, houve a saída de profissionais, que já foram repostos e a equipe profissional está completa; não há falta do medicamento dipirona. A UBS disponibiliza dipirona em gotas; quanto ao atendimento, a unidade realiza acolhimento à demanda espontânea diariamente e o agendamento segue critérios de priorização. Atualmente, não há tempo de espera para as especialidades do Nasf (Núcleo Ampliado de Saúde da Família) e o atendimento se dá a partir da solicitação da equipe de Saúde da Família. Hoje a unidade tem quadro completo, à exceção das licenças médicas, pontuais, temporárias e o atendimento é realizado pelos demais profissionais da equipe, não havendo prejuízo aos pacientes; não procede o tempo de espera de dois meses para agendamento de pediatria. Mesmo com a licença médica de uma profissional, a pediatria tem vaga para agendamento em novembro.

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