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Dólar passa a subir com CPI dos EUA, após recuar com EUA-China e cessão onerosa

Marcello Casal JR/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


10/10/2019 | 10:04


O dólar está instável no mercado doméstico e operava em alta leve no mercado à vista na manhã desta quinta-feira, 10, reagindo à redução das perdas da moeda americana no exterior em reação aos dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos.

Mais cedo foi divulgado que o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos Estados Unidos em setembro ficou estável ante agosto, contrariando previsão de alta de 0,1%, e seu núcleo também avançou 0,1%, abaixo da previsão de +0,2%. Além disso, em 12 meses até setembro, o indicador subiu 1,7%, menos que a alta de 1,8% esperada, enquanto o seu núcleo subiu 2,4%, como em agosto e o previsto pelos analistas. Com isso, volta a ser o maior nível do ciclo que já dura cerca de 11 anos, de acordo com pesquisa do Projeções Broadcast.

Até então, a moeda americana estava instável, mas a queda predominava, em linha com o sinal de baixa do exterior. Os ajustes estão moderados em meio ao compasso de espera pelo desfecho das conversas comerciais entre representantes de alto escalão dos Estados Unidos e China, nesta quinta, em Washington, segundo operadores. A liquidez segue fraca.

Há muita incerteza limitando os negócios após notícias conflitantes nos últimos dias. Mais cedo, fonte ouvida pela Dow Jones Newswires disse que a Casa Branca concedeu licenças especiais que autorizam algumas empresas americanas a fazer negócios com a gigante chinesa tecnológica Huawei, que tem se destacado como um dos principais pontos de divergência na rixa comercial sino-americana.

No mercado local, contribuíram ainda para a queda do dólar a aprovação em votação simbólica do acordo da cessão onerosa no plenário da Câmara na noite de quarta-feira, 10, abrindo caminho para a possibilidade de votação em segundo turno da reforma da Previdência no Senado no dia 22.

Os dados do varejo foram monitorados também, mas sem impacto aparente nas cotações. As vendas no varejo de agosto vieram abaixo da mediana tanto no âmbito restrito como no ampliado. As vendas no varejo restrito na margem subiram 0,1% (mediana das projeções de 0,3%) e ficaram estável no ampliado (mediana 0,6%).

Às 9h56 desta quinta-feira, o dólar à vista estava em alta de 0,46%, a R$ 4,1217. O dólar futuro de novembro subia 0,26%, a R$ 4,1260.



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Dólar passa a subir com CPI dos EUA, após recuar com EUA-China e cessão onerosa


10/10/2019 | 10:04


O dólar está instável no mercado doméstico e operava em alta leve no mercado à vista na manhã desta quinta-feira, 10, reagindo à redução das perdas da moeda americana no exterior em reação aos dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos.

Mais cedo foi divulgado que o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos Estados Unidos em setembro ficou estável ante agosto, contrariando previsão de alta de 0,1%, e seu núcleo também avançou 0,1%, abaixo da previsão de +0,2%. Além disso, em 12 meses até setembro, o indicador subiu 1,7%, menos que a alta de 1,8% esperada, enquanto o seu núcleo subiu 2,4%, como em agosto e o previsto pelos analistas. Com isso, volta a ser o maior nível do ciclo que já dura cerca de 11 anos, de acordo com pesquisa do Projeções Broadcast.

Até então, a moeda americana estava instável, mas a queda predominava, em linha com o sinal de baixa do exterior. Os ajustes estão moderados em meio ao compasso de espera pelo desfecho das conversas comerciais entre representantes de alto escalão dos Estados Unidos e China, nesta quinta, em Washington, segundo operadores. A liquidez segue fraca.

Há muita incerteza limitando os negócios após notícias conflitantes nos últimos dias. Mais cedo, fonte ouvida pela Dow Jones Newswires disse que a Casa Branca concedeu licenças especiais que autorizam algumas empresas americanas a fazer negócios com a gigante chinesa tecnológica Huawei, que tem se destacado como um dos principais pontos de divergência na rixa comercial sino-americana.

No mercado local, contribuíram ainda para a queda do dólar a aprovação em votação simbólica do acordo da cessão onerosa no plenário da Câmara na noite de quarta-feira, 10, abrindo caminho para a possibilidade de votação em segundo turno da reforma da Previdência no Senado no dia 22.

Os dados do varejo foram monitorados também, mas sem impacto aparente nas cotações. As vendas no varejo de agosto vieram abaixo da mediana tanto no âmbito restrito como no ampliado. As vendas no varejo restrito na margem subiram 0,1% (mediana das projeções de 0,3%) e ficaram estável no ampliado (mediana 0,6%).

Às 9h56 desta quinta-feira, o dólar à vista estava em alta de 0,46%, a R$ 4,1217. O dólar futuro de novembro subia 0,26%, a R$ 4,1260.

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