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TCE reprova contabilidade de Maranhão


Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

25/09/2019 | 06:23


Pelo quarto exercício consecutivo, o TCE (Tribunal de Contas do Estado) deu parecer negativo às contas do prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania). Desta vez, o chefe do Executivo teve os gastos de 2017 condenados. Maranhão pode pedir reexame.

O conselheiro Márcio Martins de Camargo apontou série de irregularidades nas contabilidades, sendo que parte delas foi a mesma que resultou na rejeição das contas de exercícios anteriores, como deficit financeiro. Maranhão só teve as contas de 2013, primeiro ano de mandato, aprovadas. De lá para cá, viu o TCE reprovar em definitivo os balanços de 2014, 2015 e 2016.

O conselheiro apontou que, no primeiro ano do segundo mandato de Maranhão, o rombo nas contas da administração foi equivalente a praticamente três meses da RCL (Receita Corrente Líquida). De acordo com dados oficiais da Prefeitura, o deficit acumulado do município naquele ano foi de R$ 16,3 milhões, frente a uma RCL de R$ 65,8 milhões. Esses números, segundo o conselheiro, “maculam as contas” de Maranhão.

Conduzida ontem à tarde pela segunda câmara do TCE, a votação das contas de Maranhão foi relâmpago e a rejeição foi aprovada por unanimidade. O conselheiro citou ainda, de forma superficial, “insuficiência de depósitos” de pagamentos de precatórios e a existência de cargos em comissão “sem as características de direção, chefia ou assessoramento”.


Ao Diário, Maranhão afirmou que só se manifestará quando for notificado da decisão. Porém, antecipou que vai recorrer.  



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TCE reprova contabilidade de Maranhão

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

25/09/2019 | 06:23


Pelo quarto exercício consecutivo, o TCE (Tribunal de Contas do Estado) deu parecer negativo às contas do prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania). Desta vez, o chefe do Executivo teve os gastos de 2017 condenados. Maranhão pode pedir reexame.

O conselheiro Márcio Martins de Camargo apontou série de irregularidades nas contabilidades, sendo que parte delas foi a mesma que resultou na rejeição das contas de exercícios anteriores, como deficit financeiro. Maranhão só teve as contas de 2013, primeiro ano de mandato, aprovadas. De lá para cá, viu o TCE reprovar em definitivo os balanços de 2014, 2015 e 2016.

O conselheiro apontou que, no primeiro ano do segundo mandato de Maranhão, o rombo nas contas da administração foi equivalente a praticamente três meses da RCL (Receita Corrente Líquida). De acordo com dados oficiais da Prefeitura, o deficit acumulado do município naquele ano foi de R$ 16,3 milhões, frente a uma RCL de R$ 65,8 milhões. Esses números, segundo o conselheiro, “maculam as contas” de Maranhão.

Conduzida ontem à tarde pela segunda câmara do TCE, a votação das contas de Maranhão foi relâmpago e a rejeição foi aprovada por unanimidade. O conselheiro citou ainda, de forma superficial, “insuficiência de depósitos” de pagamentos de precatórios e a existência de cargos em comissão “sem as características de direção, chefia ou assessoramento”.


Ao Diário, Maranhão afirmou que só se manifestará quando for notificado da decisão. Porém, antecipou que vai recorrer.  

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