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PT de Santo André rejeita prévias e diz que prefeiturável do partido sairá até novembro

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

17/09/2019 | 06:47


Mesmo diante de movimentos individuais por disputa interna, a direção do PT de Santo André refuta a realização de prévias e garante que o candidato do partido à Prefeitura na eleição do ano que vem será escolhido até o fim de novembro. A avaliação da executiva local se dá após acordo no PED (Processo de Eleições Diretas) que resultou no nome de Antonio Padre como presidente eleito da legenda. A chance de a concorrência ser concretizada no petismo, contudo, é cogitada devido à falta de consenso – são quatro nomes no páreo: os vereadores Eduardo Leite, Bete Siraque e Willians Bezerra, além do militante Erick Eloi.

O atual dirigente do diretório municipal, José Paulo Nogueira, com mandato até 31 de dezembro, sustentou que “é possível dar certeza” que não haverá prévia para definição do prefeiturável. “Afirmo com todas as letras que o PT de Santo André não terá prévias. Internamente, clima está favorável. Construímos isso dentro da constituição do PED, elegendo o Padre com 70% dos votos. É muito significativo, mostra que partido está unido. Foi congelado o processo de quem será o nome por causa do PED, mas considero que a situação se encontra bastante avançada”, disse o presidente. “As conversas já voltaram a ser feitas e acredito que em breve fecharemos essa questão.”

Padre admitiu que já está em fase de transição com Zé Paulo para “agilizar tempo perdido” durante o processo – a chapa no PED do hoje presidente eleito formalizou documento em que relata que a definição teria que ser até novembro. “O partido tem formas de fazer esse diálogo. Não necessariamente é só prévia. Aliás, não vamos esperar novembro chegar (para progredir neste sentido). Há várias maneiras para fazer convencimento das pessoas, das condições de evitar desgaste”, disse, ao acrescentar que, oficialmente, o PT não abriu a discussão sobre as inscrições das pré-candidaturas.

Assim como alegou anteriormente sobre o direcionamento do caso, Zé Paulo reiterou que a decisão sobre o pleito majoritário sairá em torno da bancada de parlamentares, a maior composição da Câmara. “Diria que o candidato a prefeito que vai liderar esse processo de 2020, já falei e volto a afirmar, esse nome sai da bancada (de vereadores). Temos bancada de cinco (parlamentares). Desses, três estão se movimentando (neste sentido). A probabilidade é muito, mas muito grande de sair de dentro da bancada”, reforçou Zé Paulo.
Eduardo Leite era o nome mais cotado internamente para encabeçar a empreitada, com apoio, inclusive, do presidente paulista do PT, o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho, mas tem dado sinais de recuo. Por outro lado, quem tem ganhado espaço em razão da mudança de cenário é Bete Siraque, hoje no segundo mandato no Legislativo. A sigla tenta evitar fissura de eventual prévia. Isso porque nas duas vezes em que o partido viabilizou a disputa interna (às eleições de 1992 e 2008), o PT, rachado, perdeu o pleito na cidade.  



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PT de Santo André rejeita prévias e diz que prefeiturável do partido sairá até novembro

Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

17/09/2019 | 06:47


Mesmo diante de movimentos individuais por disputa interna, a direção do PT de Santo André refuta a realização de prévias e garante que o candidato do partido à Prefeitura na eleição do ano que vem será escolhido até o fim de novembro. A avaliação da executiva local se dá após acordo no PED (Processo de Eleições Diretas) que resultou no nome de Antonio Padre como presidente eleito da legenda. A chance de a concorrência ser concretizada no petismo, contudo, é cogitada devido à falta de consenso – são quatro nomes no páreo: os vereadores Eduardo Leite, Bete Siraque e Willians Bezerra, além do militante Erick Eloi.

O atual dirigente do diretório municipal, José Paulo Nogueira, com mandato até 31 de dezembro, sustentou que “é possível dar certeza” que não haverá prévia para definição do prefeiturável. “Afirmo com todas as letras que o PT de Santo André não terá prévias. Internamente, clima está favorável. Construímos isso dentro da constituição do PED, elegendo o Padre com 70% dos votos. É muito significativo, mostra que partido está unido. Foi congelado o processo de quem será o nome por causa do PED, mas considero que a situação se encontra bastante avançada”, disse o presidente. “As conversas já voltaram a ser feitas e acredito que em breve fecharemos essa questão.”

Padre admitiu que já está em fase de transição com Zé Paulo para “agilizar tempo perdido” durante o processo – a chapa no PED do hoje presidente eleito formalizou documento em que relata que a definição teria que ser até novembro. “O partido tem formas de fazer esse diálogo. Não necessariamente é só prévia. Aliás, não vamos esperar novembro chegar (para progredir neste sentido). Há várias maneiras para fazer convencimento das pessoas, das condições de evitar desgaste”, disse, ao acrescentar que, oficialmente, o PT não abriu a discussão sobre as inscrições das pré-candidaturas.

Assim como alegou anteriormente sobre o direcionamento do caso, Zé Paulo reiterou que a decisão sobre o pleito majoritário sairá em torno da bancada de parlamentares, a maior composição da Câmara. “Diria que o candidato a prefeito que vai liderar esse processo de 2020, já falei e volto a afirmar, esse nome sai da bancada (de vereadores). Temos bancada de cinco (parlamentares). Desses, três estão se movimentando (neste sentido). A probabilidade é muito, mas muito grande de sair de dentro da bancada”, reforçou Zé Paulo.
Eduardo Leite era o nome mais cotado internamente para encabeçar a empreitada, com apoio, inclusive, do presidente paulista do PT, o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho, mas tem dado sinais de recuo. Por outro lado, quem tem ganhado espaço em razão da mudança de cenário é Bete Siraque, hoje no segundo mandato no Legislativo. A sigla tenta evitar fissura de eventual prévia. Isso porque nas duas vezes em que o partido viabilizou a disputa interna (às eleições de 1992 e 2008), o PT, rachado, perdeu o pleito na cidade.  

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