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TJ-SP julga hoje pedido de anulação do impeachment de Atila Jacomussi

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Análise da ação foi remarcada em julho; ex-prefeito se diz ansioso


Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

09/09/2019 | 07:00


 Está marcado para hoje no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) julgamento do pedido do prefeito cassado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), para anular o impeachment, aprovado pela Câmara em abril.

A análise do pleito chegou a ser adiada, em julho, pela desembargadora Ana Liarte, da 4ª Câmara do Direito Público. Na primeira instância, Atila sofreu derrota depois de o juiz Rodrigo Soares, da 5ª Vara Cível da cidade, negar o pedido de anulação do impeachment alegando que os vereadores são “legítimos representantes da vontade popular” e que, portanto, a decisão do Legislativo pela cassação é soberana.

Desde que deixou o poder, Atila apostou nas ações na Justiça para retornar à cadeira para o qual foi eleito em 2016 e, paralelamente, passou a atacar a herdeira do posto, a atual prefeita Alaíde Damo (MDB), sua ex-vice, nas redes sociais. O socialista alimentou, internamente, a aliados a tese de que poderá reverter a cassação nos tribunais. Publicamente, também nas redes sociais, solicitou apoio.

O pedido marcado para julgamento hoje pede explicitamente que o Judiciário anule o processo de impeachment, alegando que o crime apontado na denúncia aprovada pelo Legislativo – vacância do cargo – não existiu porque, segundo o ex-prefeito, esteve fora da cadeira contra sua própria vontade, em decorrência da prisão – foi detido em dezembro, no âmbito da Operação Trato Feito, e solto em fevereiro.

Nesta semana, Atila publicou vídeo em sua página no Facebook no qual diz estar “ansioso” para o julgamento. “Estamos há poucos dias da grande decisão, em que o futuro da cidade está nas mãos de Deus e da Justiça. Tenho certeza que a Justiça vai ser feita. Não poderia deixar de vir aqui nessa semana muito especial, que cria muita ansiedade no nosso povo.E confesso também que estou muito ansioso para que nós possamos corrigir a injustiça que aconteceu não só com o Atila Jacomussi, mas com a cidade de Mauá, seu voto e sua esperança”, disse.



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TJ-SP julga hoje pedido de anulação do impeachment de Atila Jacomussi

Análise da ação foi remarcada em julho; ex-prefeito se diz ansioso

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

09/09/2019 | 07:00


 Está marcado para hoje no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) julgamento do pedido do prefeito cassado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), para anular o impeachment, aprovado pela Câmara em abril.

A análise do pleito chegou a ser adiada, em julho, pela desembargadora Ana Liarte, da 4ª Câmara do Direito Público. Na primeira instância, Atila sofreu derrota depois de o juiz Rodrigo Soares, da 5ª Vara Cível da cidade, negar o pedido de anulação do impeachment alegando que os vereadores são “legítimos representantes da vontade popular” e que, portanto, a decisão do Legislativo pela cassação é soberana.

Desde que deixou o poder, Atila apostou nas ações na Justiça para retornar à cadeira para o qual foi eleito em 2016 e, paralelamente, passou a atacar a herdeira do posto, a atual prefeita Alaíde Damo (MDB), sua ex-vice, nas redes sociais. O socialista alimentou, internamente, a aliados a tese de que poderá reverter a cassação nos tribunais. Publicamente, também nas redes sociais, solicitou apoio.

O pedido marcado para julgamento hoje pede explicitamente que o Judiciário anule o processo de impeachment, alegando que o crime apontado na denúncia aprovada pelo Legislativo – vacância do cargo – não existiu porque, segundo o ex-prefeito, esteve fora da cadeira contra sua própria vontade, em decorrência da prisão – foi detido em dezembro, no âmbito da Operação Trato Feito, e solto em fevereiro.

Nesta semana, Atila publicou vídeo em sua página no Facebook no qual diz estar “ansioso” para o julgamento. “Estamos há poucos dias da grande decisão, em que o futuro da cidade está nas mãos de Deus e da Justiça. Tenho certeza que a Justiça vai ser feita. Não poderia deixar de vir aqui nessa semana muito especial, que cria muita ansiedade no nosso povo.E confesso também que estou muito ansioso para que nós possamos corrigir a injustiça que aconteceu não só com o Atila Jacomussi, mas com a cidade de Mauá, seu voto e sua esperança”, disse.

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