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TCE rejeita as contas de Zé Nelson em Ribeirão

Corte contesta contabilidade do emedebista como presidente do Legislativo em 2016


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

21/08/2019 | 07:18


O TCE (Tribunal de Contas do Estado) reprovou ontem a contabilidade da Câmara de Ribeirão Pires, referente ao exercício de 2016, último ano de gestão do vereador José Nelson de Barros (MDB) à frente do Legislativo.

Dois apontamentos foram determinantes para que as contas fossem rejeitadas: falta de controle de despesas com gasolina e celulares cedidos a parlamentares e assessores e adoção de adiantamento salarial aos políticos. Esses dois questionamentos partiram do Ministério Público de Contas, vinculado ao TCE.

Zé Nelson pode recorrer junto à própria Corte. Entretanto, se não conseguir convencer os conselheiros, será automaticamente enquadrado na Lei da Ficha Limpa por condenação de órgão colegiado. Diferentemente de contas de prefeitos, que passam por análise final das Câmaras de suas respectivas cidades, os balancetes dos Legislativos recebem o crivo decisivo do próprio tribunal.

Questionado pelo Diário acerca da rejeição, Zé Nelson confirmou o pagamento adiantado de subsídio dos parlamentares e ausência de controle efetivo nos gastos com combustível e celulares. Porém, comentou que era “algo recorrente na Câmara”.

Em um momento de sinceridade, o emedebista admitiu que não queria ser presidente da Câmara, função que ele classificou como “bucha”. “Eu não queria. Insistiram muito para isso. É muita bucha para resolver, muito problema para lidar. Mas falaram tanto que eu aceitei o desafio”, comentou o parlamentar.

Sobre o fato de ser cristalina a chance de ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, Zé Nelson minimizou. “Fui vereador por seis mandatos. Se não conseguir uma outra vez, não tem problema. Não fará diferença.” 



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TCE rejeita as contas de Zé Nelson em Ribeirão

Corte contesta contabilidade do emedebista como presidente do Legislativo em 2016

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

21/08/2019 | 07:18


O TCE (Tribunal de Contas do Estado) reprovou ontem a contabilidade da Câmara de Ribeirão Pires, referente ao exercício de 2016, último ano de gestão do vereador José Nelson de Barros (MDB) à frente do Legislativo.

Dois apontamentos foram determinantes para que as contas fossem rejeitadas: falta de controle de despesas com gasolina e celulares cedidos a parlamentares e assessores e adoção de adiantamento salarial aos políticos. Esses dois questionamentos partiram do Ministério Público de Contas, vinculado ao TCE.

Zé Nelson pode recorrer junto à própria Corte. Entretanto, se não conseguir convencer os conselheiros, será automaticamente enquadrado na Lei da Ficha Limpa por condenação de órgão colegiado. Diferentemente de contas de prefeitos, que passam por análise final das Câmaras de suas respectivas cidades, os balancetes dos Legislativos recebem o crivo decisivo do próprio tribunal.

Questionado pelo Diário acerca da rejeição, Zé Nelson confirmou o pagamento adiantado de subsídio dos parlamentares e ausência de controle efetivo nos gastos com combustível e celulares. Porém, comentou que era “algo recorrente na Câmara”.

Em um momento de sinceridade, o emedebista admitiu que não queria ser presidente da Câmara, função que ele classificou como “bucha”. “Eu não queria. Insistiram muito para isso. É muita bucha para resolver, muito problema para lidar. Mas falaram tanto que eu aceitei o desafio”, comentou o parlamentar.

Sobre o fato de ser cristalina a chance de ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, Zé Nelson minimizou. “Fui vereador por seis mandatos. Se não conseguir uma outra vez, não tem problema. Não fará diferença.” 

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