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Importância da reforma para a indústria


Do Diário do Grande ABC

23/07/2019 | 10:39


Artigo

 A reforma da Previdência é medida que, em resumo, busca equilibrar as contas públicas e evitar que o País quebre. Garante, portanto, que o Estado brasileiro será capaz de honrar compromissos com credores que financiam o funcionamento da administração pública, de investir em serviços e infraestrutura, de pagar pensões e aposentadorias e de cumprir as diversas obrigações que têm com a sociedade. Sem esse ambiente – em que o País tem capacidade de funcionar como esperado –, não é possível que os negócios de qualquer tipo prosperem. Por isso, a reforma é de interesse de todos os setores da economia.

Na indústria, por se tratar de área em que prevalecem investimentos de longo prazo, a necessidade é urgente. O setor precisa de perspectiva positiva de mercado para investir no desenvolvimento de produtos, aumentar a capacidade produtiva e gerar empregos. Esses investimentos só serão feitos com a probabilidade de que haverá demanda a seus produtos, com consumidores com capacidade de compra e economia aquecida.

A reforma da Previdência também será positiva na recuperação da infraestrutura do País. O Estado poderá alocar mais recursos para a área e as contas públicas equilibradas vão dar mais segurança para a entrada de investidores privados. Esse esforço de reconstrução será fundamental para diminuir custos de produção e ampliar mercados, além de tornar a indústria nacional mais competitiva em relação aos concorrentes estrangeiros. Este último, aliás, um fator que se tornou ainda mais importante com os recentes acordos internacionais de que o Brasil faz parte.

A incerteza com o futuro da economia tem impacto estratosférico. Em 2018, o País poderia ter crescido 1,7%, mas a falta de clareza sobre o rumo da nação brasileira resultou na perda de quase R$ 40 bilhões, segundo estudo com base no Indicador de Incerteza da Economia apurado mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas.

A economia está estagnada e as previsões ficando mais pessimistas a cada dia. O relatório Focus, do Banco Central, divulgado em 15 julho, reduziu pela 20ª semana consecutiva a previsão de crescimento da economia em 2019. No documento, os analistas diminuíram de 0,82% para 0,81% a previsão do PIB e a da inflação passou de 3,80% para 3,82%. Dias antes, o Ministério da Economia também havia reduzido sua previsão de crescimento para o ano, de 1,6% para 0,81%.

A situação econômica do País, neste momento, é grave. É preciso injeção de ânimo imediata e a aprovação da reforma da Previdência pode funcionar nesse sentido. Retomar o crescimento é urgente para todos os setores da economia. inclusive para a indústria.

Eduardo Mazurkyewistz é diretor da Mazurky, indústria de cartonagem do Grande ABC.

Palavra do Leitor

Itaú
Como a maioria de nós, brasileiros, gosta de fazer uma fezinha em algum jogo, sempre tive alguns PIC desse banco, e desta e talvez única vez fui sorteado, pois não conheço ninguém que tenha sido. Mas foi no plano diário e ganhei R$ 800. Ganhei algo, mas, para minha surpresa, foram creditados em minha conta R$ 560. Perguntei ao gerente por que esse valor, e ele me falou que tem 30% de imposto no prêmio. Tenho planos em que posso ganhar até R$ 80 mil, mas se for sorteado vou receber R$ 56 mil. No contrato está escrito que tem imposto, mas não imaginei que fosse tanto. Agora é só esperar a carência de um ano nos outros e nunca mais fazer esse tal PIC.
Breno Reginaldo Silva
Santo André

Pacote de mobilidade
O artigo de nosso alcaíde de São Caetano, publicado neste Diário<
(Opinião, dia 17), enaltece as qualidades do BRT, entre a Estação Tamanduateí e São Bernardo. Diz: “Erra quem afirma que o BRT (Bus Rapid Transit) é um mero corredor de ônibus. Sua velocidade poderá ser semelhante à do monotrilho porque haverá sistema de semáforos inteligentes que privilegiarão os ônibus...” Quem passou pelos bancos da egenharia não pode aceitar que é uma questão apenas de velocidade, mas de muitas outras coisas, como capacidade de tráfego e conforto. Mas... é muito caro! Pode até ser. É indiscutível a diferença. Vamos então ressuscitar o Fusca? Não. A solução poderia ser a construção por trechos, em etapas. De ônibus estamos cheios! Continuamos na luta por coisa melhor.
Manuel da Silva Gomes
Ribeirão Pires[/29.ASSIN_CID]

INSS de Diadema
Fui afastada da empresa na qual trabalho há cinco anos por depressão no dia 31 de maio. Aa empresa me deu afastamento e agendou minha perícia para o dia 4 de junho no posto do INSS de Diadema. Compareci na data e horário agendados e, para minha surpresa, no próprio balcão de atendimento tive meu requerimento indeferido, pois consta que um homem está aposentado por invalidez com o meu NIS (PIS) desde junho. Inacreditável, pois tenho 24 anos de contribuição e nunca precisei me afastar. Tenhos todos os documentos, inclusive o nome do cidadão que está se beneficiando deste recurso.
Elisabete Oliveira
Diadema

Festival de Paranapiacaba
Inaceitável a conduta dos senhores Newton e Tarsio, funcionários da Prefeitura de Santo André que estavam na condição de porteiros na estrada de acesso à Vila de Paranapiacaba. Fomos de carro, pois meu filho anda de cadeira de rodas. Chegando ao estacionamento, pedi ao gentil guarda de trânsito que permitisse nosso acesso até a vila, visto que pegar o ônibus que fazia o percurso até lá não tinha acessibilidade para cadeirante, e transportar a cadeira no onibus era outro problema. O mesmo, entendendo a situação, nos permitiu a passagem. Porém, chegando à barreira de controle de acesso, fomos interpelados pelos citados, que barraram a nossa entrada, com o argumento de que nosso veículo não estava cadastrado para acesso à vila. Explicamos tudo aos robôs Newton e Tarsio, e os mesmos, de forma arrogante e autoritária, nos impediram a passagem. Tivemos que voltar a Taubaté, após longa fila na rodovia de acesso à vila, e mais ainda na Via Dutra. O que vocês acham disto? Quem passar por lá indague aos dois sobre o fato. Mas fiquem tranquilos funcionários públicos. Seus chefes não irão repreendê-los e nem adverti-los. Lei do funcionalismo público. Nunca mais volto ao festival.
Luiz Fenando de Souza
Taubaté

O poder do poder
Que ninguém se engane, pois os experts no assunto não deixam a menor dúvida ao comentar que há uma bem urdida força tarefa operando nos bastidores do poder no sentido de abalar a licitude e legitimidade da Operação Lava Jato e tudo mais que ela representa. A mais recente investida chegou ao STF pelas mãos de seu presidente, ministro Dias Toffoli. Quem viver, verá.
Maria Elisa Santos
Capital

Dois pesos
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, defendeu sua decisão que impediu o uso de dados do Coaf em investigações criminais sem autorização judicial. Ora presidente, o senhor está coberto de razão em impedir o uso de dados financaeiros contra um cidadão decente e cumpridor da lei, Mas não contra criminosos safados e contumazes que sejam assaltantes dos cofres públicos e que já estejam sob a mira da Justiça.
Eleonora Samara
Capital



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Importância da reforma para a indústria

Do Diário do Grande ABC

23/07/2019 | 10:39


Artigo

 A reforma da Previdência é medida que, em resumo, busca equilibrar as contas públicas e evitar que o País quebre. Garante, portanto, que o Estado brasileiro será capaz de honrar compromissos com credores que financiam o funcionamento da administração pública, de investir em serviços e infraestrutura, de pagar pensões e aposentadorias e de cumprir as diversas obrigações que têm com a sociedade. Sem esse ambiente – em que o País tem capacidade de funcionar como esperado –, não é possível que os negócios de qualquer tipo prosperem. Por isso, a reforma é de interesse de todos os setores da economia.

Na indústria, por se tratar de área em que prevalecem investimentos de longo prazo, a necessidade é urgente. O setor precisa de perspectiva positiva de mercado para investir no desenvolvimento de produtos, aumentar a capacidade produtiva e gerar empregos. Esses investimentos só serão feitos com a probabilidade de que haverá demanda a seus produtos, com consumidores com capacidade de compra e economia aquecida.

A reforma da Previdência também será positiva na recuperação da infraestrutura do País. O Estado poderá alocar mais recursos para a área e as contas públicas equilibradas vão dar mais segurança para a entrada de investidores privados. Esse esforço de reconstrução será fundamental para diminuir custos de produção e ampliar mercados, além de tornar a indústria nacional mais competitiva em relação aos concorrentes estrangeiros. Este último, aliás, um fator que se tornou ainda mais importante com os recentes acordos internacionais de que o Brasil faz parte.

A incerteza com o futuro da economia tem impacto estratosférico. Em 2018, o País poderia ter crescido 1,7%, mas a falta de clareza sobre o rumo da nação brasileira resultou na perda de quase R$ 40 bilhões, segundo estudo com base no Indicador de Incerteza da Economia apurado mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas.

A economia está estagnada e as previsões ficando mais pessimistas a cada dia. O relatório Focus, do Banco Central, divulgado em 15 julho, reduziu pela 20ª semana consecutiva a previsão de crescimento da economia em 2019. No documento, os analistas diminuíram de 0,82% para 0,81% a previsão do PIB e a da inflação passou de 3,80% para 3,82%. Dias antes, o Ministério da Economia também havia reduzido sua previsão de crescimento para o ano, de 1,6% para 0,81%.

A situação econômica do País, neste momento, é grave. É preciso injeção de ânimo imediata e a aprovação da reforma da Previdência pode funcionar nesse sentido. Retomar o crescimento é urgente para todos os setores da economia. inclusive para a indústria.

Eduardo Mazurkyewistz é diretor da Mazurky, indústria de cartonagem do Grande ABC.

Palavra do Leitor

Itaú
Como a maioria de nós, brasileiros, gosta de fazer uma fezinha em algum jogo, sempre tive alguns PIC desse banco, e desta e talvez única vez fui sorteado, pois não conheço ninguém que tenha sido. Mas foi no plano diário e ganhei R$ 800. Ganhei algo, mas, para minha surpresa, foram creditados em minha conta R$ 560. Perguntei ao gerente por que esse valor, e ele me falou que tem 30% de imposto no prêmio. Tenho planos em que posso ganhar até R$ 80 mil, mas se for sorteado vou receber R$ 56 mil. No contrato está escrito que tem imposto, mas não imaginei que fosse tanto. Agora é só esperar a carência de um ano nos outros e nunca mais fazer esse tal PIC.
Breno Reginaldo Silva
Santo André

Pacote de mobilidade
O artigo de nosso alcaíde de São Caetano, publicado neste Diário<
(Opinião, dia 17), enaltece as qualidades do BRT, entre a Estação Tamanduateí e São Bernardo. Diz: “Erra quem afirma que o BRT (Bus Rapid Transit) é um mero corredor de ônibus. Sua velocidade poderá ser semelhante à do monotrilho porque haverá sistema de semáforos inteligentes que privilegiarão os ônibus...” Quem passou pelos bancos da egenharia não pode aceitar que é uma questão apenas de velocidade, mas de muitas outras coisas, como capacidade de tráfego e conforto. Mas... é muito caro! Pode até ser. É indiscutível a diferença. Vamos então ressuscitar o Fusca? Não. A solução poderia ser a construção por trechos, em etapas. De ônibus estamos cheios! Continuamos na luta por coisa melhor.
Manuel da Silva Gomes
Ribeirão Pires[/29.ASSIN_CID]

INSS de Diadema
Fui afastada da empresa na qual trabalho há cinco anos por depressão no dia 31 de maio. Aa empresa me deu afastamento e agendou minha perícia para o dia 4 de junho no posto do INSS de Diadema. Compareci na data e horário agendados e, para minha surpresa, no próprio balcão de atendimento tive meu requerimento indeferido, pois consta que um homem está aposentado por invalidez com o meu NIS (PIS) desde junho. Inacreditável, pois tenho 24 anos de contribuição e nunca precisei me afastar. Tenhos todos os documentos, inclusive o nome do cidadão que está se beneficiando deste recurso.
Elisabete Oliveira
Diadema

Festival de Paranapiacaba
Inaceitável a conduta dos senhores Newton e Tarsio, funcionários da Prefeitura de Santo André que estavam na condição de porteiros na estrada de acesso à Vila de Paranapiacaba. Fomos de carro, pois meu filho anda de cadeira de rodas. Chegando ao estacionamento, pedi ao gentil guarda de trânsito que permitisse nosso acesso até a vila, visto que pegar o ônibus que fazia o percurso até lá não tinha acessibilidade para cadeirante, e transportar a cadeira no onibus era outro problema. O mesmo, entendendo a situação, nos permitiu a passagem. Porém, chegando à barreira de controle de acesso, fomos interpelados pelos citados, que barraram a nossa entrada, com o argumento de que nosso veículo não estava cadastrado para acesso à vila. Explicamos tudo aos robôs Newton e Tarsio, e os mesmos, de forma arrogante e autoritária, nos impediram a passagem. Tivemos que voltar a Taubaté, após longa fila na rodovia de acesso à vila, e mais ainda na Via Dutra. O que vocês acham disto? Quem passar por lá indague aos dois sobre o fato. Mas fiquem tranquilos funcionários públicos. Seus chefes não irão repreendê-los e nem adverti-los. Lei do funcionalismo público. Nunca mais volto ao festival.
Luiz Fenando de Souza
Taubaté

O poder do poder
Que ninguém se engane, pois os experts no assunto não deixam a menor dúvida ao comentar que há uma bem urdida força tarefa operando nos bastidores do poder no sentido de abalar a licitude e legitimidade da Operação Lava Jato e tudo mais que ela representa. A mais recente investida chegou ao STF pelas mãos de seu presidente, ministro Dias Toffoli. Quem viver, verá.
Maria Elisa Santos
Capital

Dois pesos
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, defendeu sua decisão que impediu o uso de dados do Coaf em investigações criminais sem autorização judicial. Ora presidente, o senhor está coberto de razão em impedir o uso de dados financaeiros contra um cidadão decente e cumpridor da lei, Mas não contra criminosos safados e contumazes que sejam assaltantes dos cofres públicos e que já estejam sob a mira da Justiça.
Eleonora Samara
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