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Professor de Kung Fu é preso após alunas denunciarem abusos



19/06/2019 | 20:54


O professor de Kung Fu Luiz Fabiano do Nascimento foi preso pela polícia após ser acusado por alunas de abusá-las durante as instruções de artes marciais. De acordo com a Polícia Civil, o homem poderá responder pelos crimes de estupro, violência sexual mediante fraude e assédio sexual pelos crimes supostamente cometidos em uma academia localizada na zona leste da capital paulista.

Quatro vítimas registraram boletim de ocorrência contra o indiciado e outras 13 pessoas foram ouvidas pela polícia, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública. "Durante as aulas, as vítimas sofriam abuso sexual por parte do indiciado, mestre de Kung Fu, na escola de arte marcial, localizada na Praça Silvio Romero, no Tatuapé", acrescentou a polícia por nota.

O caso é investigado pelo 30º Distrito Policial (Tatuapé). Após solicitação da delegada, a Justiça concedeu a prisão temporária de 30 dias do autor, que permanece detido. A reportagem não conseguiu localizar o responsável pela sua defesa.



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Professor de Kung Fu é preso após alunas denunciarem abusos


19/06/2019 | 20:54


O professor de Kung Fu Luiz Fabiano do Nascimento foi preso pela polícia após ser acusado por alunas de abusá-las durante as instruções de artes marciais. De acordo com a Polícia Civil, o homem poderá responder pelos crimes de estupro, violência sexual mediante fraude e assédio sexual pelos crimes supostamente cometidos em uma academia localizada na zona leste da capital paulista.

Quatro vítimas registraram boletim de ocorrência contra o indiciado e outras 13 pessoas foram ouvidas pela polícia, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública. "Durante as aulas, as vítimas sofriam abuso sexual por parte do indiciado, mestre de Kung Fu, na escola de arte marcial, localizada na Praça Silvio Romero, no Tatuapé", acrescentou a polícia por nota.

O caso é investigado pelo 30º Distrito Policial (Tatuapé). Após solicitação da delegada, a Justiça concedeu a prisão temporária de 30 dias do autor, que permanece detido. A reportagem não conseguiu localizar o responsável pela sua defesa.

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