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Processo para licitar obra do BRT pode levar até dois anos

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prazo considera troca do monotrilho por corredor de ônibus em estudo pelo Estado


Daniel Macário
do Diário do Grande ABC

20/05/2019 | 07:07


A possibilidade de troca de modal da Linha 18-Bronze do Metrô para o BRT (sigla em inglês para sistema de transporte rápido por ônibus) pode adiar o sonho de moradores da região pelo sistema de transporte em, pelo menos, dois anos. Ainda que o Estado não tenha batido o martelo a respeito do assunto – a expectativa é junho –, o Consórcio Vem ABC, vencedor de PPP (Parceria Público-Privada) para viabilizar o monotrilho, estipula o período como o mínimo para que o governo cumpra todas as etapas obrigatórias que antecedem a construção.

“É o prazo necessário para realização de audiências públicas, obter licenças ambientais e aprovar o projeto junto aos órgãos e prefeituras envolvidos. Não se finaliza um edital tão rápido assim. São trâmites que já temos prontos e que nos permitem executar a obra assim que o Estado autorizar”, afirma Fábio Zahr, gerente de implantação de obras civis do Consórcio Vem ABC. A proposta é que o ramal ligue municípios do Grande ABC à Capital, passando por Santo André, São Bernardo e São Caetano. O consórcio diz ter condições para iniciar as obras da Linha 18 ainda neste ano, com previsão de entrega do modal até 2022.

A decisão de mudança, segundo Zahr, significaria praticamente voltar à estaca zero do projeto, tendo o Estado a obrigação de refazer todas as etapas preliminares da obra. O executivo cita como exemplo as tratativas com as prefeituras para negociar o traçado do monotrilho. “Demoramos um ano e meio apenas para alinhar trajetos de linhas e mudanças viárias com os prefeitos. Se houver troca, tudo isso terá de ser refeito pensando no novo projeto.”

A necessidade da elaboração de projeto de engenharia, obtenção de licença ambiental e, consequentemente, aprovação de para desapropriação de imóveis são elencados pelo consórcio como fatores que podem dificultar a implantação do BRT.

Na Capital, o Expresso Tiradentes demorou dez anos para ser concluído. Inaugurado em 2007, o ramal acumula problemas, como intervalo entre os coletivos de até 15 minutos. 



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Processo para licitar obra do BRT pode levar até dois anos

Prazo considera troca do monotrilho por corredor de ônibus em estudo pelo Estado

Daniel Macário
do Diário do Grande ABC

20/05/2019 | 07:07


A possibilidade de troca de modal da Linha 18-Bronze do Metrô para o BRT (sigla em inglês para sistema de transporte rápido por ônibus) pode adiar o sonho de moradores da região pelo sistema de transporte em, pelo menos, dois anos. Ainda que o Estado não tenha batido o martelo a respeito do assunto – a expectativa é junho –, o Consórcio Vem ABC, vencedor de PPP (Parceria Público-Privada) para viabilizar o monotrilho, estipula o período como o mínimo para que o governo cumpra todas as etapas obrigatórias que antecedem a construção.

“É o prazo necessário para realização de audiências públicas, obter licenças ambientais e aprovar o projeto junto aos órgãos e prefeituras envolvidos. Não se finaliza um edital tão rápido assim. São trâmites que já temos prontos e que nos permitem executar a obra assim que o Estado autorizar”, afirma Fábio Zahr, gerente de implantação de obras civis do Consórcio Vem ABC. A proposta é que o ramal ligue municípios do Grande ABC à Capital, passando por Santo André, São Bernardo e São Caetano. O consórcio diz ter condições para iniciar as obras da Linha 18 ainda neste ano, com previsão de entrega do modal até 2022.

A decisão de mudança, segundo Zahr, significaria praticamente voltar à estaca zero do projeto, tendo o Estado a obrigação de refazer todas as etapas preliminares da obra. O executivo cita como exemplo as tratativas com as prefeituras para negociar o traçado do monotrilho. “Demoramos um ano e meio apenas para alinhar trajetos de linhas e mudanças viárias com os prefeitos. Se houver troca, tudo isso terá de ser refeito pensando no novo projeto.”

A necessidade da elaboração de projeto de engenharia, obtenção de licença ambiental e, consequentemente, aprovação de para desapropriação de imóveis são elencados pelo consórcio como fatores que podem dificultar a implantação do BRT.

Na Capital, o Expresso Tiradentes demorou dez anos para ser concluído. Inaugurado em 2007, o ramal acumula problemas, como intervalo entre os coletivos de até 15 minutos. 

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