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Trama do filme 'Pokémon: Detetive Pikachu' une atores com versões digitais realistas das criaturas


Luís Felipe Soares
Diário do Grande ABC

12/05/2019 | 10:50


A Ryme City é símbolo máximo da harmonia de convivência entre seres humanos e os pokémon. As criaturas não ficam presas em pokébolas nem são usadas em batalhas recheadas de golpes especiais para verificar quem é o mais forte. O cenário descrito está prestes a ser agitado pela parceria entre um jovem e um pikachu.

Essa ideia já serviu de base para um título das dezenas de jogos baseados na popular franquia, mas agora funciona como base para o filme Pokémon: Detetive Pikachu, que acaba de espalhar cópias por salas do Grande ABC. Apesar de ter produções animadas que já passaram pelas telonas, esta é a primeira vez que Hollywood aposta suas fichas nesses universo e apresenta versões digitais quase reais das criaturas interagindo com atores de carne e osso graças a poderosos efeitos visuais.

O conceito apresentado agora no cinema passa longe da dinâmica já conhecida da saga: treinadores viajam para diversos lugares colecionando seres que cruzam seu caminho e aproveitam suas habilidades em combates agitados. É até mesmo em torno desse conceito que o longa-metragem faz as primeiras piadas, mostrando que o desafio de se capturar um Cubone não é tão simples como se imagina.

O mundo na companhia das criaturas não se mostra atrativo para Tim (Justice Smith, presente na Comic Con Experience, evento temático sobre cultura pop, em dezembro do ano passado, em São Paulo, para divulgar o atual filme), rapaz que se vê obrigado a ir para Ryme City motivado pela morte do pai em acidente de carro. Ele conhece pikachu com o qual consegue se comunicar de maneira surpreendente, uma vez que é a única pessoa que consegue entender o que o novo amigo fala. Juntos, tentarão descobrir se o caso é verdadeiro e como algumas mentiras foram contadas.

Apesar de parecer séria, a história tem tom leve e pronto para levar o público para dentro desse universo onde os pokémon existem normalmente. É legal ver como o filme revela como os seres estão inseridos na sociedade, caso de um Ludicolo trabalhando como atendente em bar e de um Machamp ajudando a controlar o trânsito. Grande parte da graça de Detetive Pikachu é identificar pokémon de diferentes gerações, sendo prato cheio para os fãs de todas as idades.

Jogo serviu de inspiração para filme

Nem só de batalhas entre criaturas, estratégias de combate e busca por adversários cada vez mais desafiadores vive a saga Pokémon. A franquia dos videogames, iniciada em 1996, sempre ampliou suas possibilidades e um desses títulos ‘alternativos’ é Detetive Pikachu. Pouco conhecido do grande público, o jogo serve de inspiração para o filme recém-chegado aos cinemas.

Lançada originalmente em 2016 para o console portátil Nintendo 3DS, a aventura acompanha a história de Tim, jovem que chega na cidade de Ryme City atrás do pai, desaparecido após investigações sobre incidentes relacionados com as criaturas. Ele conhece Pikachu pouco convencional, sendo o único a realmente entender o que o bichinho fala. A dupla terá que resolver pequenos casos para finalizar a missão, com série de quebra-cabeças diferentes aparecendo no caminho.

Conversas informativas, reconhecimento de pistas e a aparição de diversos pokémon são elementos que podem chamar a atenção de quem ainda não brincou com o jogo.

Nova temporada do seriado estreia dia 3

A chegada de Pokémon: Detetive Pikachu aos cinemas serve como aquecimento para que o público brasileiro se prepare para a 22ª temporada do popular desenho animado japonês. Os novos episódios da atração irão revelar os acontecimentos de Pokémon, a Série: Sol e Lua – Ultralendas, com exibição no canal Cartoon Network a partir do dia 3, com capítulos inéditos indo ao ar de segunda a quinta-feira, sempre às 16h. Nos Estados Unidos, a estreia ocorreu em março.

Ash conseguiu realizar três das quatro grandes provas dentro da região tropical de Alola, mas ainda precisa adquirir outros cristais Z. Na companhia do parceiro Pikachu, ele assume o posto de um dos Ultraguardiões para proteger o Vulcão Wela. Claro que novos pokémon irão surgir em seu caminho.
 



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Dupla unida para investigação

Trama do filme 'Pokémon: Detetive Pikachu' une atores com versões digitais realistas das criaturas

Luís Felipe Soares
Diário do Grande ABC

12/05/2019 | 10:50


A Ryme City é símbolo máximo da harmonia de convivência entre seres humanos e os pokémon. As criaturas não ficam presas em pokébolas nem são usadas em batalhas recheadas de golpes especiais para verificar quem é o mais forte. O cenário descrito está prestes a ser agitado pela parceria entre um jovem e um pikachu.

Essa ideia já serviu de base para um título das dezenas de jogos baseados na popular franquia, mas agora funciona como base para o filme Pokémon: Detetive Pikachu, que acaba de espalhar cópias por salas do Grande ABC. Apesar de ter produções animadas que já passaram pelas telonas, esta é a primeira vez que Hollywood aposta suas fichas nesses universo e apresenta versões digitais quase reais das criaturas interagindo com atores de carne e osso graças a poderosos efeitos visuais.

O conceito apresentado agora no cinema passa longe da dinâmica já conhecida da saga: treinadores viajam para diversos lugares colecionando seres que cruzam seu caminho e aproveitam suas habilidades em combates agitados. É até mesmo em torno desse conceito que o longa-metragem faz as primeiras piadas, mostrando que o desafio de se capturar um Cubone não é tão simples como se imagina.

O mundo na companhia das criaturas não se mostra atrativo para Tim (Justice Smith, presente na Comic Con Experience, evento temático sobre cultura pop, em dezembro do ano passado, em São Paulo, para divulgar o atual filme), rapaz que se vê obrigado a ir para Ryme City motivado pela morte do pai em acidente de carro. Ele conhece pikachu com o qual consegue se comunicar de maneira surpreendente, uma vez que é a única pessoa que consegue entender o que o novo amigo fala. Juntos, tentarão descobrir se o caso é verdadeiro e como algumas mentiras foram contadas.

Apesar de parecer séria, a história tem tom leve e pronto para levar o público para dentro desse universo onde os pokémon existem normalmente. É legal ver como o filme revela como os seres estão inseridos na sociedade, caso de um Ludicolo trabalhando como atendente em bar e de um Machamp ajudando a controlar o trânsito. Grande parte da graça de Detetive Pikachu é identificar pokémon de diferentes gerações, sendo prato cheio para os fãs de todas as idades.

Jogo serviu de inspiração para filme

Nem só de batalhas entre criaturas, estratégias de combate e busca por adversários cada vez mais desafiadores vive a saga Pokémon. A franquia dos videogames, iniciada em 1996, sempre ampliou suas possibilidades e um desses títulos ‘alternativos’ é Detetive Pikachu. Pouco conhecido do grande público, o jogo serve de inspiração para o filme recém-chegado aos cinemas.

Lançada originalmente em 2016 para o console portátil Nintendo 3DS, a aventura acompanha a história de Tim, jovem que chega na cidade de Ryme City atrás do pai, desaparecido após investigações sobre incidentes relacionados com as criaturas. Ele conhece Pikachu pouco convencional, sendo o único a realmente entender o que o bichinho fala. A dupla terá que resolver pequenos casos para finalizar a missão, com série de quebra-cabeças diferentes aparecendo no caminho.

Conversas informativas, reconhecimento de pistas e a aparição de diversos pokémon são elementos que podem chamar a atenção de quem ainda não brincou com o jogo.

Nova temporada do seriado estreia dia 3

A chegada de Pokémon: Detetive Pikachu aos cinemas serve como aquecimento para que o público brasileiro se prepare para a 22ª temporada do popular desenho animado japonês. Os novos episódios da atração irão revelar os acontecimentos de Pokémon, a Série: Sol e Lua – Ultralendas, com exibição no canal Cartoon Network a partir do dia 3, com capítulos inéditos indo ao ar de segunda a quinta-feira, sempre às 16h. Nos Estados Unidos, a estreia ocorreu em março.

Ash conseguiu realizar três das quatro grandes provas dentro da região tropical de Alola, mas ainda precisa adquirir outros cristais Z. Na companhia do parceiro Pikachu, ele assume o posto de um dos Ultraguardiões para proteger o Vulcão Wela. Claro que novos pokémon irão surgir em seu caminho.
 

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