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São Caetano deve passar por reformulação e treinador sai em defesa dos jogadores

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Jogadores importantes têm acordo com o clube até abril; situação de Pintado segue indefinida


Anderson Fattori

22/03/2019 | 07:00


O dia depois de ter consumado o rebaixamento para a Série A-2 do Campeonato Paulista foi de ressaca no São Caetano. Submetido a cirurgia na vista, o presidente Nario Ferreira de Souza não tomou decisão sobre a sequência do técnico Pintado à frente do time e tampouco foi divulgada alguma definição sobre a manutenção ou dispensa de jogadores.

Alguns atletas importantes do elenco têm vínculo com o clube até abril, o que exige definição caso o Azulão pense em contar com eles para a Série D do Brasileiro, que tem previsão de início para 4 de maio. São os casos do lateral-esquerdo Capa, do meia Vitinho e dos atacantes Minho e Bruno Mezenga, todos titulares na quarta-feira, contra o São Paulo. Rafael Marques, uma das grandes contratações da temporada e que perdeu espaço durante a competição, também tem acordo só até abril.

As definições devem ocorrer após a confirmação da sequência ou não de Pintado no clube. O treinador assinou contrato até o fim de 2020 após salvar o São Caetano do rebaixamento no Paulista de 2018 e disse que não conversou com a diretoria a respeito. “Ainda não falamos sobre isso. Nos últimos dias só estávamos pensando no jogo contra o São Paulo. Nada era mais importante”, despistou.

O treinador saiu em defesa dos jogadores experientes que foram contratados, principalmente Rafael Marques. Garantiu que não faltou comprometimento por parte do elenco. “São líderes dentro do trabalho, são jogadores sérios, que cumpriram rigorosamente todas as minhas determinações. Mas futebol não é matemática, não é uma ciência exata. Não podemos colocar o peso (do rebaixamento) apenas em alguns nomes, a responsabilidade é de todos”, avaliou.

O treinador disse que a queda foi resultado de sequência de erros. “Não conseguimos encaixar. Não foi contra o São Paulo que caímos. Perdemos pontos importantes, jogos em que erramos e a instabilidade da equipe custou esse momento muito triste na história do clube”, lamentou. 



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São Caetano deve passar por reformulação e treinador sai em defesa dos jogadores

Jogadores importantes têm acordo com o clube até abril; situação de Pintado segue indefinida

Anderson Fattori

22/03/2019 | 07:00


O dia depois de ter consumado o rebaixamento para a Série A-2 do Campeonato Paulista foi de ressaca no São Caetano. Submetido a cirurgia na vista, o presidente Nario Ferreira de Souza não tomou decisão sobre a sequência do técnico Pintado à frente do time e tampouco foi divulgada alguma definição sobre a manutenção ou dispensa de jogadores.

Alguns atletas importantes do elenco têm vínculo com o clube até abril, o que exige definição caso o Azulão pense em contar com eles para a Série D do Brasileiro, que tem previsão de início para 4 de maio. São os casos do lateral-esquerdo Capa, do meia Vitinho e dos atacantes Minho e Bruno Mezenga, todos titulares na quarta-feira, contra o São Paulo. Rafael Marques, uma das grandes contratações da temporada e que perdeu espaço durante a competição, também tem acordo só até abril.

As definições devem ocorrer após a confirmação da sequência ou não de Pintado no clube. O treinador assinou contrato até o fim de 2020 após salvar o São Caetano do rebaixamento no Paulista de 2018 e disse que não conversou com a diretoria a respeito. “Ainda não falamos sobre isso. Nos últimos dias só estávamos pensando no jogo contra o São Paulo. Nada era mais importante”, despistou.

O treinador saiu em defesa dos jogadores experientes que foram contratados, principalmente Rafael Marques. Garantiu que não faltou comprometimento por parte do elenco. “São líderes dentro do trabalho, são jogadores sérios, que cumpriram rigorosamente todas as minhas determinações. Mas futebol não é matemática, não é uma ciência exata. Não podemos colocar o peso (do rebaixamento) apenas em alguns nomes, a responsabilidade é de todos”, avaliou.

O treinador disse que a queda foi resultado de sequência de erros. “Não conseguimos encaixar. Não foi contra o São Paulo que caímos. Perdemos pontos importantes, jogos em que erramos e a instabilidade da equipe custou esse momento muito triste na história do clube”, lamentou. 

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