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Compartilhando arte


Thiago Mariano
Do Diário do Grande ABC

03/12/2010 | 07:00


Findado o ano letivo, é hora dos aprendizes e mestres da ELT (Escola Livre de Teatro) de Santo André mostrarem onde concentraram seus olhares e o que acrescentaram ao repertório. Oportunidade que é aberta ao público a partir de hoje com a Mostra de Processos, que até o dia 17 leva ao palco, às salas de aulas e às ruas, exercícios e espetáculos em diferentes linguagens criados em 2010.

Debates, aulas abertas e até mesmo show completam o roteiro, que é mais do que um calendário de espetáculos, mas a oportunidade de fomentar processos, discutir estéticas e criar uma rede de público cada vez mais interessada em debate sobre arte.

Em diferentes linguagens, poderão ser contempladas atividades circenses, de teatro de rua, de máscaras e até de pedagogia. Para encerrar, no dia 17, às 20h30, e comemorar os 20 anos da Escola, tem pocket show sob orientação do mestre Cristiano Gouveia e composto por alunos, que traz um recorte das canções compostas para os espetáculos da ELT desde o seu surgimento.

Hoje, a abertura ocorre com Baal - Hibernação na Lama Preta para Nossos Corpos Brancos, espetáculo criado a partir de texto de Bertolt Brecht, em encenação da turma da Formação 13.

Amanhã, às 15h, tem a roda de conversa Formação de Plateia - O que Existe Além da Divulgação?, que será formado por diferentes artistas do Grande ABC.

Todas as atividades serão realizadas na sede da escola, que fica na Praça Rui Barbosa, 12, no bairro Santa Terezinha, em Santo André. O telefone para informações é 4996-2164.

Entre os exercícios cênicos que se destacam estão a remontagem de "Nossa Cidade", com texto de Luís Alberto de Abreu, encenado pela primeira formação de atores da Escola e agora reencenado pela primeira turma do núcleo de direção. O espetáculo é uma colagem de textos que remonta uma homenagem a Santo André, contando histórias de diferentes personagens que compõem o mosaico cultural da cidade. Será mostrado na segunda (6), às 16h e 18h30.

Outros exercícios, alguns deles inspirados em Brecht e outro em Ítalo Calvino, serão exibidos.

CONVIDADOS

Entre os espetáculos que não são da ELT e integram a Mostra, estão "Concerto de Ispinho e Fulo", amanhã, às 20h; Réquiem", no domingo, às 19h. Da Cia do Tijolo, o primeiro faz uma homenagem ao centenário do poeta Patativa do Assaré e discute a importância da poesia popular na criação da identidade de um povo. O segundo, é um texto do dramaturgo israelense Hanoch Levin, que versa sobre a solidão na figura de um marceneiro, que após a morte da mulher, com quem conviveu por 52 anos, desperta para os afetos que deixou de trocar na vida.

Da região, a Cia Jovens Atores de Diadema, no dia 11, às 20h, apresenta "Meu Tio, O Iauaretê". No dia 12, às 19h, a Formação 44 da Fundação das Artes de São Caetano mostra o exercício cênico "Simples Assim". Ambas as peças são inspiradas em autores brasileiros. "Meu Tio" é adaptado de conto de Guimarães Rosa enquanto a produção da Fundação baseia-se em Clarice Lispector.

 

 

 

 

 

 

 

Programação

 

Hoje

"Baal - Hibernação na Lama Preta para Nossos Corpos Brancos", montagem inspirada no texto Ball de Bertolt Brecht encenada pela Formação 13. Às 20h30.

 

Amanhã (sábado)

Mesa de debates Formação de Plateia: O que Existe Além da Divulgação, com participação de artistas e companhias do Grande ABC. Às 15h.

Concerto de Ispinho e Fulô - da Cia do Tijo, com direção de Rogério Tarifa. Espetáculo que homenageia o centenário do poeta Patativa do Assaré. Às 20h.

 

Dia 5 (domingo)

"Réquiem", texto de Hanoch Levin, com direção de Francisco Medeiros. Conta a história de um marceneiro que divaga sobre a solidão após a morte de sua mulher, com quem viveu por 52 anos. Às 19h.

 

Dia 6 (segunda)

Exercício cênico de "Nossa Cidade". Colagem de textos de Luís Alberto de Abreu que homenageia Santo André. Nos corredores da Escola, alunos interpretam diferentes personagens para mostrar a fusão de culturas presente no Grande ABC Às 16h e às 18h30.

 

Dia 7 (terça)

"Teresinha", em formato de um cortejo musical, o Núcleo de Teatro de Rua vai ao encontro do público, convidado a ser co-autor das histórias que serão contadas e cantadas. Às 17h.

Núcleo de Máscara. O Núcleo apresenta uma experimentação com as Máscaras Larvárias. Às 18h30.

"M.A.C. - Múltiplos Atos Cometidos", com o Teatro Laboratório, a partir de "Macbeth", de William Shakespeare. Às 20h30.

 

Dia 8 (quarta)

"Quase um Galileu", com o Núcleo de Interpretação, a partir de "Galileu Galilei", de Bertolt Brecht. Às 20h30.

 

Dia 9 (quinta)

"Imagens de Paranapiacaba", com inspiração no texto "Paranapiacaba, de Onde se Avista o Mar", de Solange Dias, o Núcleo de Montagem Circense faz adaptações para a montagem na linguagem de circo. Às 20h30.

 

Dia 10 (sexta)

"Teresinha", em formato de um cortejo musical, o Núcleo de Teatro de Rua vai ao encontro do público, convidado a ser co-autor das histórias que serão contadas e cantadas. Às 17h.

"A Cena do Entorno e O Entorno da Cena", fórum temático sobre como os grupos teatrais discutem a cidade em seus espetáculos. Às 18h30.

 

Dia 11 (sábado)

"ELT encontra EMIA (Escola Municipal de Iniciação Artística), CLD (Centro Livre de Dança) e ELCV (Escola Livre de Cinema e Vídeo)". Aula conjunta de partilhamento de processos, conhecimentos e filosofiais. Às 14h.

"Meu Tio, O Iauaretê", peça da Cia Jovens Atores de Diadema, inspirada em conto de Guimarães Rosa. Às 20h.

 

Dia 12 (domingo)

"Simples Assim", exercício cênico da Turma 44 da Fundação das Artes de São Caetano baseado em textos de Clarice Lispector. Às 19h.

 

Dia 13 (segunda)

"Intervenção do Núcleo de Pedagogia", com orientação de Edgar Castro. Às 20h30.

 

Dia 15 (quarta)

"Tudo o que Nós (Não) Conseguíamos Ver Eram", estudo sobra a obra "O Barão nas Árvores", de Ítalo Calvino. Às 20h30.

 

Dia 16 (quinta)

"Um Homem É Um Homem - Fragmentos", encenação da Formação 12 de obra de Bertolt Brecht. Às 20h30.

 

Dia 17 (sexta)

"Show de 20 Anos", sob orientação de Cristiano Golveia, mestres e aprendizes executam colagem de canções compostas para os espetáculos da escola desde a década de 1990. Às 20h30.



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Thiago Mariano
Do Diário do Grande ABC

03/12/2010 | 07:00


Findado o ano letivo, é hora dos aprendizes e mestres da ELT (Escola Livre de Teatro) de Santo André mostrarem onde concentraram seus olhares e o que acrescentaram ao repertório. Oportunidade que é aberta ao público a partir de hoje com a Mostra de Processos, que até o dia 17 leva ao palco, às salas de aulas e às ruas, exercícios e espetáculos em diferentes linguagens criados em 2010.

Debates, aulas abertas e até mesmo show completam o roteiro, que é mais do que um calendário de espetáculos, mas a oportunidade de fomentar processos, discutir estéticas e criar uma rede de público cada vez mais interessada em debate sobre arte.

Em diferentes linguagens, poderão ser contempladas atividades circenses, de teatro de rua, de máscaras e até de pedagogia. Para encerrar, no dia 17, às 20h30, e comemorar os 20 anos da Escola, tem pocket show sob orientação do mestre Cristiano Gouveia e composto por alunos, que traz um recorte das canções compostas para os espetáculos da ELT desde o seu surgimento.

Hoje, a abertura ocorre com Baal - Hibernação na Lama Preta para Nossos Corpos Brancos, espetáculo criado a partir de texto de Bertolt Brecht, em encenação da turma da Formação 13.

Amanhã, às 15h, tem a roda de conversa Formação de Plateia - O que Existe Além da Divulgação?, que será formado por diferentes artistas do Grande ABC.

Todas as atividades serão realizadas na sede da escola, que fica na Praça Rui Barbosa, 12, no bairro Santa Terezinha, em Santo André. O telefone para informações é 4996-2164.

Entre os exercícios cênicos que se destacam estão a remontagem de "Nossa Cidade", com texto de Luís Alberto de Abreu, encenado pela primeira formação de atores da Escola e agora reencenado pela primeira turma do núcleo de direção. O espetáculo é uma colagem de textos que remonta uma homenagem a Santo André, contando histórias de diferentes personagens que compõem o mosaico cultural da cidade. Será mostrado na segunda (6), às 16h e 18h30.

Outros exercícios, alguns deles inspirados em Brecht e outro em Ítalo Calvino, serão exibidos.

CONVIDADOS

Entre os espetáculos que não são da ELT e integram a Mostra, estão "Concerto de Ispinho e Fulo", amanhã, às 20h; Réquiem", no domingo, às 19h. Da Cia do Tijolo, o primeiro faz uma homenagem ao centenário do poeta Patativa do Assaré e discute a importância da poesia popular na criação da identidade de um povo. O segundo, é um texto do dramaturgo israelense Hanoch Levin, que versa sobre a solidão na figura de um marceneiro, que após a morte da mulher, com quem conviveu por 52 anos, desperta para os afetos que deixou de trocar na vida.

Da região, a Cia Jovens Atores de Diadema, no dia 11, às 20h, apresenta "Meu Tio, O Iauaretê". No dia 12, às 19h, a Formação 44 da Fundação das Artes de São Caetano mostra o exercício cênico "Simples Assim". Ambas as peças são inspiradas em autores brasileiros. "Meu Tio" é adaptado de conto de Guimarães Rosa enquanto a produção da Fundação baseia-se em Clarice Lispector.

 

 

 

 

 

 

 

Programação

 

Hoje

"Baal - Hibernação na Lama Preta para Nossos Corpos Brancos", montagem inspirada no texto Ball de Bertolt Brecht encenada pela Formação 13. Às 20h30.

 

Amanhã (sábado)

Mesa de debates Formação de Plateia: O que Existe Além da Divulgação, com participação de artistas e companhias do Grande ABC. Às 15h.

Concerto de Ispinho e Fulô - da Cia do Tijo, com direção de Rogério Tarifa. Espetáculo que homenageia o centenário do poeta Patativa do Assaré. Às 20h.

 

Dia 5 (domingo)

"Réquiem", texto de Hanoch Levin, com direção de Francisco Medeiros. Conta a história de um marceneiro que divaga sobre a solidão após a morte de sua mulher, com quem viveu por 52 anos. Às 19h.

 

Dia 6 (segunda)

Exercício cênico de "Nossa Cidade". Colagem de textos de Luís Alberto de Abreu que homenageia Santo André. Nos corredores da Escola, alunos interpretam diferentes personagens para mostrar a fusão de culturas presente no Grande ABC Às 16h e às 18h30.

 

Dia 7 (terça)

"Teresinha", em formato de um cortejo musical, o Núcleo de Teatro de Rua vai ao encontro do público, convidado a ser co-autor das histórias que serão contadas e cantadas. Às 17h.

Núcleo de Máscara. O Núcleo apresenta uma experimentação com as Máscaras Larvárias. Às 18h30.

"M.A.C. - Múltiplos Atos Cometidos", com o Teatro Laboratório, a partir de "Macbeth", de William Shakespeare. Às 20h30.

 

Dia 8 (quarta)

"Quase um Galileu", com o Núcleo de Interpretação, a partir de "Galileu Galilei", de Bertolt Brecht. Às 20h30.

 

Dia 9 (quinta)

"Imagens de Paranapiacaba", com inspiração no texto "Paranapiacaba, de Onde se Avista o Mar", de Solange Dias, o Núcleo de Montagem Circense faz adaptações para a montagem na linguagem de circo. Às 20h30.

 

Dia 10 (sexta)

"Teresinha", em formato de um cortejo musical, o Núcleo de Teatro de Rua vai ao encontro do público, convidado a ser co-autor das histórias que serão contadas e cantadas. Às 17h.

"A Cena do Entorno e O Entorno da Cena", fórum temático sobre como os grupos teatrais discutem a cidade em seus espetáculos. Às 18h30.

 

Dia 11 (sábado)

"ELT encontra EMIA (Escola Municipal de Iniciação Artística), CLD (Centro Livre de Dança) e ELCV (Escola Livre de Cinema e Vídeo)". Aula conjunta de partilhamento de processos, conhecimentos e filosofiais. Às 14h.

"Meu Tio, O Iauaretê", peça da Cia Jovens Atores de Diadema, inspirada em conto de Guimarães Rosa. Às 20h.

 

Dia 12 (domingo)

"Simples Assim", exercício cênico da Turma 44 da Fundação das Artes de São Caetano baseado em textos de Clarice Lispector. Às 19h.

 

Dia 13 (segunda)

"Intervenção do Núcleo de Pedagogia", com orientação de Edgar Castro. Às 20h30.

 

Dia 15 (quarta)

"Tudo o que Nós (Não) Conseguíamos Ver Eram", estudo sobra a obra "O Barão nas Árvores", de Ítalo Calvino. Às 20h30.

 

Dia 16 (quinta)

"Um Homem É Um Homem - Fragmentos", encenação da Formação 12 de obra de Bertolt Brecht. Às 20h30.

 

Dia 17 (sexta)

"Show de 20 Anos", sob orientação de Cristiano Golveia, mestres e aprendizes executam colagem de canções compostas para os espetáculos da escola desde a década de 1990. Às 20h30.

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