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Percepção da violência

Por meio da Pesquisa Nacional, por amostragem domiciliar...


Dgabc

19/09/2012 | 00:00


Artigo

Por meio da Pesquisa Nacional, por amostragem domiciliar, sobre atitudes, normas culturais e valores em relação à violação dos direitos humanos e violência - 2010, envolvendo as capitais Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, constatou-se que 75,1% dos belo-horizontinos sentem que a violência vem crescendo no País. Percepção que aponta diminuição na sensação de crescimento da violência em comparação com os índices de 1999, quando 94% dos habitantes de Belo Horizonte afirmavam sentir que a violência crescia no País.

Num primeiro momento, essa diminuição aparentemente poderia evidenciar menor crescimento da violência na cidade durante esse lapso temporal. Contudo, trata-se de percepção equivocada, pois a violência na capital mineira, nesse período, na verdade, cresceu. Isso porque, em 1999, Belo Horizonte contabilizava 574 assassinados, índice que, em 2010, subiu para 844 mortos, gerando, assim, crescimento de 47% no número absoluto de homicídios da cidade (Fontes: Datasus - Ministério da Saúde e Mapa da Violência 2012).

Do mesmo modo, a taxa por 100 mil habitantes da capital aumentou. Em 1999, a capital possuía taxa de 26,8 homicídios a cada 100 mil habitantes, que saltou para 35,5 homicídios por 100 mil, em 2010 (população de 2010: 2.375.151 habitantes - de acordo com o IBGE). No tocante ao Estado de Minas Gerais, também houve aumento da taxa de homicídios, uma vez que o índice de 8,9 homicídios a cada 100 mil habitantes que apresentava em 1999, cresceu para 18,5 homicídios por 100 mil, em 2010. Contudo, como na maioria dos Estados brasileiros a violência aumentou, e em diferentes proporções, o Estado mineiro acabou melhorando de posição, saltando do 22º para o 24º lugar dentre os Estados mais violentos do País.

Não obstante, se nem mesmo todo o Estado mineiro, com taxa de 18,5 homicídios por 100 mil se enquadra nos padrões da OMS (Organização Mundial de Saúde), que tipifica como zona epidêmica de homicídios a região cuja taxa seja superior a dez mortos por 100 mil, a situação de sua capital (que possui taxa de 35,5 mortes por 100 mil) é ainda mais alarmante. E o que é mais preocupante: em razão da falta de informação, trata-se de chocante cenário ignorado pela maioria da população.

Luiz Flávio Gomes é jurista, professor, fundador da Rede de Ensino LFG e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil.

PALAVRA DO LEITOR

Anjos maus

Os políticos brasileiros, bem como seus ícones, desde os tempos de nosso descobrimento peregrinam insistente e incansavelmente atrás de produto ou experimento que lhes transforme em santos ou anjos. E em uníssono tentam, nem todos os políticos, porém bem poucos, transformar-nos em detentos de ingenuidade com mentiras e musiquetas com alto índice de antagonismo e ausência total de inteligência. Pois não medem esforços, tampouco consequências, no momento de cometerem seus crimes e atos de ações nefastas e ilícitas, e sempre com o sumo de nossos impostos. E como nada fica por muito tempo embaixo dos tapetes da sordidez, quando descobertos tentam exorcizarem-se de todos os demônios. Só esquecem-se que os demônios são os mesmos.

Cecél Garcia, Santo André

Zona Azul

Dia 15, tive que ir ao Centro de São Bernardo. Chegando lá, comprei o bilhete de Zona Azul, preenchi e coloquei no meu carro. Porém, quando voltei, verifiquei que tinha sido autuado pela fiscal da Zona Azul! O motivo? Preenchi o bilhete com canetinha azul e, segundo a fiscal, só pode ser preenchida com esferográfica. Qual a diferença se o preenchimento estava legível? Ela não soube responder! Para não ter pontuação em minha CNH tive de pagar R$ 20, que é uma forma de multa. Lamentável, senhor prefeito de São Bernardo!

Guilherme Jesus Ster, São Bernardo

Automedicação

Discordo do Editorial (Dia 12), embora respeite porque de fato seria desejável que assim fosse, e concordo no caso dos psicotrópicos. Coincidentemente, a Saúde piorou depois de cair a CPMF e os iluminados da Anvisa proibirem a venda de antibióticos. Não podemos esquecer que não se constrói casa iniciando-se pelo telhado, mas sim pelos alicerces. Para pôr ordem na casa, é necessário construí-la. Assim, deveriam primeiro os governos, que arrecadam impostos altíssimos, investirem na Saúde, cumprindo o previsto na Constituição, principalmente na formação quantitativa e qualitativa de médicos, pagando-os condignamente e evitando que se vendam para os ‘sanguessugas' donos dos planos de saúde, para os quais a maioria trabalha por miséria. Quando o cidadão não precisar demorar meses à espera de consulta, pagar caro por planos de saúde que quase nunca funcionam, poderá deixar de lado a automedicação.

Aimardi Perez de Oliveira, São Bernardo

Se dando bem!

O PT sempre foi ganancioso e só sabe receber dinheiro sem o mínimo esforço. Primeiro foi a Marta, agraciada com o ministério, depois de posar ao lado de Haddad. Quanto ao Edgar Nóbrega, ex-candidato a prefeito de São Caetano, foi agraciado com emprego na Petrobras. E os aloprados? Todos vão bem, obrigado. O Hamilton Lacerda tem até fazenda na Bahia, e a cara de pau de se candidatar a vereador em São Caetano. Espero que o povo lhe dê a resposta na urna. Eles, a Marta, a Dilma e o Lula são imbatíveis em passar a perna nos outros.

Nilzete Oliveira, São Caetano

Joaquim Barbosa

Data venia, ministro Joaquim Barbosa, o cara que veio do povo, é a cara do brasileiro e que deu certo. Por isso encho o meu peito varonil e digo com todo o respeito do mundo: Esse não é Barbosa, mas sim Barbosão. O resto, desculpem, é enganação! Brasil, mostra a tua cara! E o Barbosão é 99% dela.

Kaled Baruche, Capital

Ministério

E o governo federal continua brincando com o povo brasileiro! Qual será a contribuição de Marta Suplicy na Cultura, Mirian no Planejamento, Mercadante na Educação e Mantega na Fazenda? É tudo grande piada de mau gosto!

Antônio Marcos Costa, Mauá 



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Comentários

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