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Bolsonaro diz que, se eleito, tropas só agirão com 'retaguarda jurídica'

Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


21/08/2018 | 16:15


O candidato do PSL à Presidência da República nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, disse nesta terça-feira, 21, que, se eleito, as tropas militares só agirão na segurança pública "se tiverem retaguarda jurídica". A declaração foi dada no cemitério de Engenheiro Pedreira, em Japeri, na Baixada Fluminense.

Ele chegou ao final do enterro do cabo Fabiano Oliveira dos Santos, de 36 anos, morto durante uma operação da intervenção federal, nesta segunda-feira, 20, no Complexo do Alemão. "Eu não sou presidente da República. Se for, a tropa só age se tiver uma retaguarda jurídica", afirmou para a imprensa, ao sair do cemitério.

O candidato não quis se prolongar mais em declarações sobre a morte do cabo e acrescentou apenas que era "um momento de consternação". Bolsonaro também se recusou a tirar fotos no local com simpatizantes que costumam abordá-lo em agendas públicas.

Em passagem rápida no local, o candidato foi embora antes do enterro do segundo militar morto na operação desta segunda-feira, 20, o soldado João Viktor da Silva. A cerimônia estava prevista para às 16h, no mesmo local. De Japeri, Bolsonaro disse que seguiria direto para Botafogo, na zona sul do Rio, onde informou que abriria uma conta "para fins de campanha".



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Bolsonaro diz que, se eleito, tropas só agirão com 'retaguarda jurídica'


21/08/2018 | 16:15


O candidato do PSL à Presidência da República nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, disse nesta terça-feira, 21, que, se eleito, as tropas militares só agirão na segurança pública "se tiverem retaguarda jurídica". A declaração foi dada no cemitério de Engenheiro Pedreira, em Japeri, na Baixada Fluminense.

Ele chegou ao final do enterro do cabo Fabiano Oliveira dos Santos, de 36 anos, morto durante uma operação da intervenção federal, nesta segunda-feira, 20, no Complexo do Alemão. "Eu não sou presidente da República. Se for, a tropa só age se tiver uma retaguarda jurídica", afirmou para a imprensa, ao sair do cemitério.

O candidato não quis se prolongar mais em declarações sobre a morte do cabo e acrescentou apenas que era "um momento de consternação". Bolsonaro também se recusou a tirar fotos no local com simpatizantes que costumam abordá-lo em agendas públicas.

Em passagem rápida no local, o candidato foi embora antes do enterro do segundo militar morto na operação desta segunda-feira, 20, o soldado João Viktor da Silva. A cerimônia estava prevista para às 16h, no mesmo local. De Japeri, Bolsonaro disse que seguiria direto para Botafogo, na zona sul do Rio, onde informou que abriria uma conta "para fins de campanha".

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